A indústria automotiva brasileira passa por uma inflexão. Nos últimos dois anos, a expansão dos veículos eletrificados deixou de apontar apenas uma tendência de consumo e passou a alterar, de forma concreta, a dinâmica da atividade no país. Em 2025, o Brasil superou 223 mil unidades eletrificadas comercializadas. Em janeiro de 2026, essa fatia chegou a 15% das vendas nacionais de automóveis.
Esse desempenho indica que a mobilidade elétrica deixou de ser assunto restrito aos grandes centros e passou a demandar respostas mais amplas da cadeia automotiva. A nova fase reúne tecnologia embarcada, pontos de recarga, adaptação das redes de atendimento e um consumidor mais atento à inovação e às mudanças que já alcançam a indústria.
Em Rondônia, esse processo começa a ganhar expressão concreta. A Prefeitura de Porto Velho abriu chamamento público para a implantação e operação de 12 estações de recarga rápida em áreas públicas da capital e dos distritos. A medida, organizada com apoio técnico de órgãos municipais e investimento da iniciativa privada, mostra que o estado começa a ingressar de forma mais objetiva na agenda da nova mobilidade.
A criação dessa base de apoio tem peso estratégico porque antecipa uma exigência central dessa transição. A disseminação dos eletrificados depende de oferta, segurança regulatória, confiança do consumidor e condições mínimas de funcionamento. A implantação dos eletropostos em Porto Velho reforça que essa agenda já começa a ser considerada também em território rondoniense.
É nesse contexto que o Grupo Rovema acompanha a evolução desse novo ciclo e abre uma frente inédita de atuação na área automotiva. O grupo lança a Autovema E-CAR, operação da Autovema voltada aos carros híbridos e elétricos, com base em Porto Velho e atendimento em todo o estado. A iniciativa se conecta a um ambiente de crescimento nacional e à formação das condições necessárias para esse novo padrão de mobilidade em Rondônia.
Com trajetória iniciada em 1985, em Porto Velho, o Grupo Rovema consolidou presença no ramo de veículos e mobilidade, com atuação em diferentes cidades e reconhecimento em Rondônia e no Acre.
Esse percurso confere ao grupo lastro para atuar em uma fase em que a inovação passa a redesenhar a atividade automotiva. A expansão dos eletrificados não representa apenas o aparecimento de uma nova categoria de automóveis. Ela expressa uma mudança mais ampla no comportamento de compra, na relação com a tecnologia e nas exigências ligadas a serviço, recarga e suporte técnico.
Ao avançar nessa direção, o Grupo Rovema passa a ocupar espaço mais direto em uma transformação que já altera o ambiente automotivo brasileiro e começa a produzir efeitos concretos em Rondônia. A Autovema E-CAR surge como resposta a essa mudança e marca a entrada do grupo em uma frente ligada à eletrificação da frota.
Com a ampliação desse nicho no país e o início da implantação da rede de recarga em Porto Velho, a iniciativa reforça a capacidade da empresa de identificar com antecedência os novos rumos do setor e amplia sua atuação em um segmento que tende a ganhar relevância no estado, em sintonia com a trajetória construída pelo grupo ao longo de mais de quatro décadas.
A Polícia Federal (PF) e o Ibama inutilizaram 29 dragas, embarcações e motores nesta quinta-feira (25), durante a Operação Iracema, deflagrada contra a exploração ilegal de minério no Rio Madeira e crimes ligados ao garimpo.
Os equipamentos eram usados na extração irregular de minério. A operação, segundo informou a PF em nota, atingiu parte da estrutura operacional de grupos que atuam de forma clandestina na região.
Um inquérito apura os fatos, busca identificar os financiadores das operações criminosas e responsabilizar quem atuava na extração ilegal.
De acordo com a PF, a extração irregular de minério envolve despejo de mercúrio e outras substâncias tóxicas nos cursos d’água, contamina a fauna e a flora e coloca em risco a saúde de populações ribeirinhas que dependem dos rios para subsistência. Diz ainda que esse tipo de crime provoca danos frequentemente irreversíveis, atinge ecossistemas inteiros e viola direitos fundamentais de comunidades tradicionais.
A bacia do Rio Madeira é apontada como uma das regiões mais vulneráveis à exploração mineral clandestina em Rondônia.
As investigações continuam, e novas medidas legais poderão ser adotadas no decorrer da apuração.
Mais de 100 agentes cumprem buscas nesta sexta-feira (26) em Vilhena, Pimenteiras do Oeste e Rolim de Moura, durante a Operação Antípoda, deflagrada contra alvos ligados a uma facção criminosa no Cone Sul de Rondônia.
A investigação aponta que os investigados fariam parte da estrutura logística do grupo, que usaria a região como corredor estratégico para o tráfico de drogas e o armazenamento de armamentos.
A operação é um trabalho integrado das forças de segurança, sob coordenação da Força-Tarefa de Combate às Facções Criminosas de Vilhena. As medidas cautelares de busca e apreensão são cumpridas de forma simultânea nos três municípios.
Os mandados atingem diversos endereços ligados aos investigados. A mobilização começou nas primeiras horas do dia.
Participam da ação policiais civis, policiais militares, peritos criminais, equipes especializadas de inteligência e patrulhamento tático. Equipes de Canil também atuam nas buscas para localizar drogas, armas, munições e outros materiais relacionados à investigação.
O expediente nos órgãos da administração pública estadual direta e indireta do Poder Executivo de Rondônia será das 7h30 às 11h30 na próxima segunda-feira (29), por causa do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
A mudança foi definida no Decreto nº 31.730, publicado no Diário Oficial nesta sexta-feira (26).
A alteração no horário não se aplica às unidades e aos serviços considerados essenciais e indispensáveis ao interesse público. O decreto cita especialmente as áreas de saúde, segurança pública, defesa civil, fiscalização e demais atividades que não podem ser interrompidas.
Os dirigentes máximos dos órgãos estaduais deverão garantir a continuidade dos serviços públicos essenciais e adotar as providências necessárias para o cumprimento do decreto.