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Deputada Lebrinha garante R$ 155 mil para projeto social em Governador Jorge Teixeira – Política

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O município de Governador Jorge Teixeira foi contemplado com um recurso de R$ 155 mil para o custeio do projeto Leite da Mesa, por meio de emenda parlamentar da deputada estadual Gislaine Lebrinha (PRD). O investimento atende a pedido do parceiro do mandato, Celso Leite, e já foi empenhado e pago.

O projeto Leite da Mesa é uma iniciativa do Governo de Rondônia voltada ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação realiza a distribuição de leite e busca contribuir para a segurança alimentar de crianças, idosos e famílias atendidas pelos programas sociais do município.

O recurso será utilizado na manutenção e continuidade do projeto, garantindo o atendimento das famílias beneficiadas.

“A destinação desse recurso garante continuidade a um projeto importante para as famílias que mais precisam. O objetivo é contribuir para que o atendimento chegue à população em situação de vulnerabilidade social”, afirmou a deputada.

A parlamentar também destacou a parceria com o Governo de Rondônia no atendimento das demandas apresentadas pelos municípios. Segundo a deputada, a atuação em conjunto tem possibilitado investimentos em ações sociais e programas que atendem diretamente a população do interior do estado.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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GERAL

PM é preso após tiro durante confusão com familiares de adolescente em Candeias – Polícia

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Um policial militar foi preso após disparar uma arma durante uma confusão envolvendo familiares de um adolescente na noite de quarta-feira (13), em Candeias do Jamari.

A confusão começou após reclamações de que um adolescente estaria empinando bicicleta sobre a calçada da residência do militar, causando danos ao muro e à área reformada do imóvel.

Familiares do adolescente informaram que o militar chegou alterado ao local acompanhado do menor e passou a discutir com as pessoas que estavam na residência. No imóvel também estavam a esposa da vítima e mais dois filhos da família.

Ainda conforme os relatos, todos tentaram resolver a situação de forma pacífica, mas a discussão continuou. Em determinado momento, o acusado pegou o celular dizendo que acionaria a Polícia Militar, porém logo depois sacou a arma e deu um tiro sem atingir ninguém.

O policial afirmou que as situações envolvendo o adolescente eram frequentes e disse que toda a movimentação era registrada pelas câmeras de monitoramento da residência.

Segundo a versão apresentada pelo militar, ele foi até o local para conversar com os responsáveis pelo adolescente e informar os danos causados à propriedade. Disse ainda que, durante a discussão, o menor afirmou que havia sido ameaçado e que familiares avançaram em sua direção de maneira agressiva.

O militar declarou que acreditou que seria agredido, recuou dois passos, sacou a arma e atirou no chão.

Após o disparo, o policial voltou para a residência onde mora, localizada na esquina da rua, e permaneceu aguardando a chegada da guarnição.

Diante da situação, o acusado recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao Departamento de Flagrantes da capital.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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GERAL

Bruno Bolsonaro Scheid critica “oportunistas” após revelação de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e banqueiro do Master – Política

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O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Bolsonaro Scheid, se manifestou nas redes sociais após a repercussão dos áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, preso no âmbito das investigações do caso Banco Master.

Em publicação no Instagram, Bruno usou o episódio para reforçar sua defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticar o que chamou de “oportunistas” e “falsos bolsonaristas”.

“Lá atrás, muitos oportunistas e falsos bolsonaristas usaram a imagem do presidente Jair Bolsonaro, mas atacaram e abandonaram o barco nas primeiras dificuldades”, escreveu.

Na sequência, Bruno afirmou enxergar uma repetição desse comportamento diante da nova situação política envolvendo o núcleo bolsonarista. “Hoje, vejo o mesmo filme se repetir. E sei que, em breve, muitos voltarão com o rabinho entre as pernas, tentando reescrever a própria história”, declarou.

A manifestação ocorre em meio à repercussão nacional da divulgação de áudios em que Flávio Bolsonaro aparece pedindo recursos a Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro (Dark Horse). O senador admitiu o contato e afirmou que se tratava de uma tentativa de patrocínio privado, negando qualquer irregularidade.

Nos bastidores políticos, a fala de Bruno é interpretada como movimento para consolidar sua imagem de fidelidade ao bolsonarismo raiz, reforçando sua proximidade com a família Bolsonaro e buscando se diferenciar de setores da direita que, segundo aliados, tentam manter distância estratégica do ex-presidente em momentos de desgaste político.

Rondoniagora.com



FonteVia: rondoniagora

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Policial

MPF processa produtores de soja por contaminação de indígenas e degradação ambiental em Seringueiras

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Foto: Comunicação/MPF.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça contra um proprietário de área rural e dois arrendatários por uso de agrotóxicos que têm causado intoxicação em indígenas Puruborá e também gerado contaminação do meio ambiente, em Seringueiras (RO).

A propriedade rural tem plantio de soja e outros cultivos. O MPF considera que a pulverização de agrotóxicos é parte de um conflito maior de intimidação pelos quais os indígenas passam em decorrência da pressão causada pelo plantio de soja e tentativa de expulsá-los da região. A comunidade indígena reivindica a demarcação de seu território, o que desagrada os fazendeiros da região.

O imóvel rural se chama Sítio Boa Esperança e fica próximo à aldeia Aperoí, da etnia Puruborá. A aldeia tem cerca de 40 indígenas. Após pulverizações de agrotóxicos por aeronave, várias crianças, adultos e idosos indígenas dessa aldeia tiveram erupções cutâneas espalhadas pelo corpo, além de dores de cabeça e náuseas.

Uma das casas dos indígenas, que fica no meio de duas plantações de soja, foi abandonada após as pulverizações causarem problemas de saúde aos moradores – um casal e seus dois filhos.

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) autuou e notificou mais de uma vez os arrendatários e o proprietário do imóvel rural para que interrompessem a intoxicação dos indígenas e a poluição do meio ambiente.

Ao analisar o solo da área, a Idaron encontrou herbicidas de soja, milho, café e pasto. Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos aos seres humanos (metonil; bifentrina e acetamiprido). Entre todos os agrotóxicos encontrados na análise, 12% tinham grau elevado de toxicidade.

Aumento da tensão – Antes de acionar a Justiça Federal por ação civil pública, o MPF tentou uma solução extrajudicial para o problema: expediu uma recomendação e posteriormente iniciou negociações para assinatura de um acordo (termo de ajustamento de conduta), mas ainda durante as tratativas ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos, afetando a saúde de diversos indígenas.

Segundo o MPF, os réus não só mantiveram, mas intensificaram a pulverização de agrotóxicos na plantação de soja em 2024 e 2025. Nessa época, crianças e adultos Puruborá passaram a apresentar graves lesões e feridas na pele. Para o MPF, houve um escalonamento de ações por parte dos réus que buscavam forçar a expulsão dos indígenas da área que habitam.

O órgão relaciona a intoxicação com outros episódios contra os indígenas na mesma época, como a queima de uma maloca, considerada sagrada pelos Puruborá, além de tiros de revólver em direção à residência de indígenas durante os trabalhos do grupo de demarcação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Antes disso, os indígenas já haviam relatado incêndios criminosos próximos às suas casas e às suas plantações.

Entre os motivos para a tentativa de expulsão dos indígenas também estaria o fato de que, em março de 2024, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) visualizou na aldeia Aperoí, vizinha ao Sítio Boa Esperança, diversos fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos na superfície nos dois lados da cerca que divide as terras.

Os achados arqueológicos motivaram o Iphan a emitir uma notificação ao proprietário da fazenda para suspender as atividades de intervenção no solo e enviar a documentação de regularidade de suas atividades agrícolas.

A intenção do Iphan com a medida foi preservar o sítio arqueológico Puruborá.

Danos ambientais – Em 2024, a Idaron constatou que a aplicação de agrotóxicos não respeitou a distância mínima de 90 metros em relação à margem do Rio Manoel Correia, que é área de preservação permanente.

Na época, a Idaron atestou a inviabilidade da área arrendada (52 hectares) para o plantio de soja. Isso porque o local é ambientalmente sensível, pois é uma bacia de captação e de nascentes do rio. Nesse tipo de área é recomendado apenas cultivo de produtos orgânicos e de recomposição florestal, como cacau e cupuaçu.

Em inspeção ao local, o Idaron encontrou resíduos de cultivo de soja não colhidos, em estado de pouco desenvolvimento ou grãos inviáveis devido à umidade excessiva.

Como forma de dar vazão à água das partes alagadas, os réus escavaram valas que saem do imóvel rural e vão até um pequeno igarapé, que tem abundantes nascentes e é afluente do Rio Manoel Correia.

As valas foram feitas em uma área de preservação permanente, com despejo direto no rio, impactando o ecossistema, sem autorização dos órgãos ambientais.

Na ação, o MPF destaca que a insistência no cultivo de soja e na aplicação de agrotóxicos em local sabidamente inadequado ocorreu mesmo após advertências formais por meio de autos de infração ambiental, recomendação do órgão e tentativa de pactuar um acordo.

Além disso, o documento afirma que a degradação do meio ambiente também causou desequilíbrio ecológico, com mortandade de peixes no rio Manoel Correia, onde os indígenas pescavam, agravando a subsistência da comunidade.

Compensação e reparação – O MPF pede compensação e reparação dos danos causados, inclusive danos morais da comunidade indígena. Entre os pedidos do órgão à Justiça Federal estão a condenação dos réus a:
• Pagamento de danos morais coletivos de R$ 2 milhões em favor da comunidade indígena Puruborá;
• Pagamento de R$ 30 mil reais a cada morador da aldeia Aperoi;
• Pagamento de R$ 100 mil para cada integrante da família (um casal com dois filhos) que necessitou abandonar sua casa após a contaminação por agrotóxicos;
• Proibição de pulverizar agrotóxicos e de não promover ou permitir plantação de soja no local;
• Proibição de realizar intervenções nas áreas de preservação permanente;
• Fazer a recomposição total da área de preservação permanente.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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