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Rua do Hexa terá telão gigante, shows e espaço instagramável para estreia do Brasil – Geral

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Está tudo pronto para a grande festa da torcida brasileira em Porto Velho. Neste sábado (13), a Seleção Brasileira entra em campo para sua estreia na Copa do Mundo de 2026 e a Prefeitura de Porto Velho preparou uma programação especial para transformar a Rua do Hexa em um dos principais pontos de encontro dos torcedores da capital.

Localizado em frente ao prédio da Prefeitura, no cruzamento das avenidas 7 de Setembro e Farquhar, o espaço recebeu uma decoração temática inspirada nas cores da Seleção Brasileira e contará com um ambiente especialmente preparado para quem deseja acompanhar cada lance da partida entre Brasil e Marrocos.

Um dos destaques da estrutura será o telão gigante de 10 metros de largura por 6 metros de altura, que permitirá aos torcedores assistirem ao jogo com conforto e qualidade de imagem. Além disso, a Rua do Hexa contará com espaços instagramáveis, criados para que o público possa registrar momentos da festa e compartilhar a experiência nas redes sociais.

A programação começa às 16h e seguirá até as 22h, reunindo atrações musicais antes e depois da transmissão da partida. A expectativa é de que centenas de pessoas participem do evento, criando um ambiente de confraternização e apoio à Seleção Brasileira.

Pensando em garantir diversão para todas as idades, a prefeitura também preparou uma área inclusiva e um espaço com brinquedos infláveis para as crianças, reforçando o caráter familiar da iniciativa.

Segundo o prefeito Léo Moraes, a proposta é resgatar o espírito coletivo que tradicionalmente acompanha os grandes momentos da Seleção Brasileira e proporcionar um ambiente seguro e acolhedor para a população.

“Estão todos convocados para torcer junto com a gente nessa partida de estreia do Brasil. Chame seus amigos, reúna sua família e venha fazer parte desse clima de esperança e união que a Copa do Mundo desperta em todo o país. Queremos uma festa bonita, organizada e que fique marcada na memória dos porto-velhenses”.

Outro ponto destacado pela organização é que toda a ornamentação do espaço foi viabilizada por meio de parcerias com a iniciativa privada, demonstrando a união de esforços para promover um evento gratuito e acessível à população.

A limpeza e manutenção do local também já estão previstas, com equipes atuando durante e após o encerramento da programação para garantir a organização e a preservação do espaço público.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Hildon condena gestão de saúde baseada na “ambulancioterapia” – Eleições

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O ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao governo do Estado, Hildon Chaves (Federação União Progressistas), denunciou o “descaso com as pessoas que sofrem todos os dias com esse “vai pra cima, vai pra baixo” de ambulâncias, sem que se resolva o grave problema da saúde no Estado”. Para Hildon, “mais importante do que simplesmente saber quantas consultas foram realizadas, é preciso entender por que tantas pessoas ainda precisam percorrer centenas de quilômetros até Porto Velho em busca de atendimento”. E completa: “Uma boa gestão não administra números, ela resolve problemas e, o principal, cuida das pessoas”, afirmou Hildon. “Chega de tanto sofrimento, nosso povo está cansado”.

O pré-candidato afirmou que é preciso saber se alguém está ganhando dinheiro com o que ele chamou de “ambulancioterapia”. “O fato é que muitas vezes acontecem coisas que a gente nem imagina, então precisamos tomar pé da situação”, disse Hildon. “O prefeito, o governador, têm a obrigação de levantar a bunda da cadeira logo cedo e trabalhar, têm obrigação de saber o que está acontecendo, e a partir daí, dar o direcionamento para os secretários”, declarou.

Hildon ressaltou que é preocupante a forma como o Estado vem administrando os maiores problemas que envolvem a população, especialmente a saúde. “Temos que reorganizar a rede pública de saúde e dar condições aos municípios, e para fazer isso é preciso ter gestão”, assinalou.

Telemedicina

Durante sua gestão como prefeito da capital, Hildon Chaves implantou um programa de teleatendimento na área de saúde, em parceria com o renomado hospital Albert Einstein, de São Paulo. Foram realizados cerca de cinco mil atendimentos em 12 especialidades médicas, para as populações dos bairros e distritos de Maurício Bustani, Areal da Floresta, José Adelino, Nazaré, Extrema e União Bandeirantes.

“Levamos a telemedicina pra dentro dos postos de saúde”, relembrou. Os atendimentos foram realizados em especialidades como cardiologia, pneumologia, pediatria e psiquiatria – tudo dentro dos bairros. Agora, Hildon pretende levar a experiência para todo o Estado.

Para Hildon, o gestor precisa “conhecer os desafios, acompanhar os indicadores, cobrar resultados e participar das decisões mais importantes. Ele tem que saber tudo o que acontece. Foi assim que conduzi Porto Velho. Sempre fiz questão de estar presente, conversar com as equipes e acompanhar de perto o andamento das ações. Não acontecia nada na prefeitura que eu não soubesse”, afirmou.

“Sempre tive a prefeitura da capital na minha cabeça, e é assim que deve ser no Governo do Estado”, disparou. “A boa gestão não é sorte. É competência, preparo e muito trabalho”. O pré-candidato lembrou que os desafios “não desaparecem sozinhos. Eles exigem liderança, planejamento e capacidade de execução. É isso que faz uma gestão eficiente”.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Operação fecha mês no Mercado Brustolin, confira as ofertas!

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O Mercado Brustolin preparou uma grande campanha para agradecer a preferência de seus clientes e incentivar a economia neste início de mês. A promoção Compra Premiada vai sortear duas camas box entre os consumidores que realizarem compras no estabelecimento.

Para participar, basta efetuar compras acima de R$ 50,00 entre os dias 2 e 4 de julho de 2026. A cada compra dentro do regulamento, o cliente estará concorrendo automaticamente aos dois sorteios da campanha.

Os prêmios são:

  • 1º Sorteio: 1 Cama Box Solteiro;
  • 2º Sorteio: 1 Cama Box Casal.

O sorteio será realizado no dia 4 de julho de 2026 (sábado), às 19h, com transmissão ao vivo pelo site Floresta Notícias, garantindo total transparência para todos os participantes.

A campanha é uma excelente oportunidade para fazer as compras do dia a dia, economizar e ainda concorrer a prêmios especiais.

Compre, participe e boa sorte!

Fonte: Via: florestanoticias

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como ver a casa antes de construir

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Você já tentou imaginar como vai ficar a sua casa olhando só para uma planta cheia de linhas e números?

Pois é, quase ninguém consegue. É exatamente esse o problema que o projeto de arquitetura em 3D veio resolver. 

Em vez de pedir que o cliente confie na imaginação, o arquiteto mostra o ambiente pronto na tela, com móveis, luz e materiais no lugar, antes de a obra começar. 

Neste texto você vai entender como essa mudança aconteceu e por que ela transformou a relação entre quem projeta e quem contrata.

Do papel à tela, uma virada e tanto

Durante décadas, o projeto de arquitetura viveu no papel, em plantas, cortes e fachadas que só outro profissional entendia de verdade.

O cliente assinava embaixo confiando na palavra do arquiteto e, muitas vezes, só descobria o resultado quando a obra já estava de pé. 

A chegada do 3D virou esse jogo. Hoje dá para apresentar o projeto como uma cena realista, girar o ambiente, trocar um piso, testar uma cor, tudo antes de comprar o primeiro saco de cimento.

Por que ver em 3D muda a decisão

A explicação é simples, a gente decide melhor quando enxerga. Quando o cliente vê o quarto do filho renderizado ou percorre o salão com óculos de realidade virtual, ele para de adivinhar e passa a opinar com propriedade. 

Isso reduz mal-entendidos, corta pedidos de mudança no meio da obra e dá mais segurança para os dois lados. 

Não é modismo, é a evolução natural de uma tecnologia que já provou seu valor em outras áreas. 

Um estudo da McKinsey lembra que a modelagem 3D nasceu na indústria aeroespacial nos anos 1970 e chegou a multiplicar a produtividade do setor em até dez vezes. 

O que transformou a fabricação de aviões agora transforma a forma de projetar espaços.

E tem também o lado financeiro. Mudar a posição de uma parede dentro do modelo leva minutos, enquanto refazer a mesma parede depois de pronta custa material, mão de obra e prazo. 

Ao aprovar cada detalhe ainda na tela, o cliente evita as decisões de última hora que mais pesam no orçamento da obra.

O que o 3D permite mostrar hoje

Na prática, uma boa apresentação em 3D coloca na frente do cliente coisas que a planta nunca mostrou:

  • O ambiente mobiliado, com peças reais e proporções corretas.
  • A iluminação natural e artificial em diferentes horas do dia.
  • As texturas e os acabamentos, do piso ao revestimento da parede.
  • Os fluxos do espaço, para entender como se circula e se vive ali dentro.
  • A relação com o entorno, mostrando como a construção conversa com o terreno e a vizinhança.
  • Variações do projeto lado a lado, para comparar antes de decidir.

A tecnologia por trás da tela

Boa parte desse resultado não vem do desenho em si, mas da tecnologia por trás dele. Vale entender o que é BIM, a metodologia que faz cada elemento do modelo carregar informação real de medida, material e custo, e não apenas a aparência. 

É isso que permite gerar uma imagem fiel, calcular quantidades e testar mudanças sem refazer tudo. 

E como as peças vêm de bibliotecas com produtos de fabricantes reais, o que aparece na tela corresponde ao que existe no mercado, sem a frustração de se apaixonar por um móvel que não dá para comprar. Assim, a apresentação deixa de ser uma promessa e vira quase um ensaio do resultado final.

Projetar ficou mais próximo de quem contrata

No fim, o projeto de arquitetura em 3D fez algo que parecia difícil, aproximar o técnico do leigo. 

A tela virou uma linguagem comum, em que arquiteto e cliente falam a mesma coisa e enxergam o mesmo resultado. 

Quem contrata ganha confiança para decidir, e quem projeta ganha menos retrabalho e clientes mais satisfeitos. 

A planta não vai desaparecer tão cedo, mas ela deixou de ser o único jeito de contar uma ideia. E, convenhamos, é bem mais fácil dizer sim para um espaço que a gente já consegue ver.

FonteVia: rondoniagora

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