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Chegou o tão esperado Dia T do Supermercado Tradiçãocom promoções especiais para os clientes aproveitarem, economizarem e encherem o carrinho pagando menos.

As ofertas serão válidas exclusivamente nesta sexta-feira, 3 de julho, e sábado, 4 de julhonas duas unidades do supermercado:

📍 Supermercado Tradição – Avenida Rondônia
📍 Supermercado Tradição – Avenida Brasil

Durante os dois dias de campanha, os consumidores poderão encontrar preços baixos, produtos de qualidade e diversas oportunidades para garantir as compras do fim de semana com muita economia.

Ó Supermercado Tradição reforça seu compromisso de oferecer economia de verdade, qualidade e um atendimento especial para toda a população.

Não perca o Dia T! Visite uma das unidades e aproveite as promoções válidas apenas nos dias 3 e 4 de julho.

Supermercado Tradição – Carrinho cheio e economia de verdade!

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Nota Oficial da Assembleia Legislativa de Rondônia – Política

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A Assembleia Legislativa de Rondônia informa que acompanha as medidas relacionadas à operação realizada nesta quinta-feira (9), a partir de informações divulgadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), e reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos.

A Casa de Leis permanece à disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos necessários e colaborar com as apurações.

A Assembleia Legislativa ressalta que os fatos investigados devem ser apurados com observância ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, sem qualquer interferência no trabalho dos órgãos responsáveis.

Em relação aos procedimentos licitatórios, a Casa destaca que adota mecanismos de controle interno, fiscalização e governança para assegurar a regularidade das contratações públicas. Os processos são públicos e estão disponíveis no Portal da Transparência do Poder Legislativo.

A Assembleia Legislativa reafirma sua confiança nas instituições de controle e fiscalização e seguirá colaborando para que os fatos sejam esclarecidos, preservando a lisura de seus atos administrativos e o interesse público.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança – Negócios

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No ambiente empresarial de hoje, crescer na era digital não depende só de boas ideias e resultados financeiros. Também pede atenção constante aos riscos que surgem com o uso de tecnologia. A cibersegurança, que antes muitas empresas viam como um gasto extra, tornou-se um tema central para o sucesso e a continuidade de qualquer negócio moderno. Mas como as empresas podem proteger os seus dados, a sua reputação e as suas operações contra o aumento dos crimes cibernéticos? O caminho passa por uma mistura de tecnologia, processos bem definidos e uma cultura interna forte de segurança – e isso pode ser colocado em prática com dez estratégias essenciais que vamos explicar ao longo do texto.

Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança

Segurança digital, de forma simples, é o conjunto de práticas, tecnologias e regras usadas para proteger sistemas, redes e dados contra acessos indevidos, ataques e perdas de informação. Não é só instalar ferramentas: envolve também procedimentos internos para proteger os ativos digitais da empresa. Os três pontos básicos, definidos pelo National Institute of Standards and Technology, são: confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados. Estes princípios são a base de qualquer política de proteção digital e ajudam a manter a confiança dos clientes e o cumprimento de leis e normas. Para lidar com muitas credenciais de acesso e manter palavras-passe fortes e diferentes para cada serviço, muitas empresas usam um gerenciador de senhas, que ajuda a reforçar uma das primeiras barreiras de proteção.

Por que as empresas são alvo de crimes cibernéticos?

Empresas de qualquer tamanho tornaram-se um alvo comum para criminosos digitais. Com a digitalização, as organizações passaram a depender mais de tecnologia e de armazenamento de dados. Informações estratégicas e dados pessoais ficam guardados em sistemas internos, plataformas de atendimento, serviços na nuvem e ferramentas de colaboração. Com mais sistemas ligados entre si e mais presença online, aumenta também a “área” que pode ser atacada, o que deixa as empresas mais expostas a falhas e invasões.

Principais tipos de ameaças cibernéticas enfrentadas por empresas

Criminosos digitais mudam de tática com rapidez e aproveitam novas falhas o tempo todo. Entre os riscos mais comuns estão os ataques de malware, que usam programas maliciosos para entrar nos sistemas e causar danos. Um exemplo é o ransomware, que se tornou uma das maiores fontes de lucro do cibercrime: os atacantes bloqueiam (encriptam) os dados da empresa e pedem pagamento para liberar. Em 2023, este tipo de ataque cresceu muito, e organizações de saúde chegaram a ter quase 19 dias de inatividade em média por ataque.

Outra técnica muito usada é o phishing, um tipo de golpe em que a pessoa é induzida a entregar dados sensíveis ou credenciais. Cerca de 90% das violações de segurança começam com um e-mail de phishing. Este tipo de fraude não atinge apenas empresas: instituições públicas também registam casos frequentes, como os golpes com falsas intimações judiciais e links maliciosos enviados por e-mail e WhatsApp em nome de tribunais. O roubo de credenciais é uma das principais entradas para ataques e representa cerca de 16% dos vetores iniciais de invasão.

Além disso, existem ataques de negação de serviço distribuída (DDoS), que derrubam serviços ao enviar tráfego falso em massa, e falhas na cadeia de abastecimento, onde os atacantes invadem um fornecedor para chegar ao alvo principal. Em 2023, foram detetados mais de 245.000 ataques à cadeia de abastecimento de software, e a previsão é que esse número triplique até 2025.

Impactos financeiros e reputacionais de ataques digitais

O impacto de um ataque cibernético não se limita à paragem do sistema. Hoje, o dano financeiro destes crimes é enorme. Projeções da Cybersecurity Ventures indicam que as perdas globais podem chegar a cerca de US$ 10,5 triliões por ano, colocando o cibercrime entre as maiores ameaças económicas atuais. Em 2024, o custo médio global de uma violação de dados passou de US$ 4,88 milhões por incidente, somando perdas operacionais, investigação, interrupções e prejuízo de imagem.

Além do dinheiro, há a confiança. Violações de dados e outros incidentes podem abalar clientes e parceiros de um jeito difícil de reverter. Muitas empresas precisam gastar ainda mais para recuperar credibilidade no mercado, enquanto a exposição mediática afeta como o público vê a marca. Também existe o lado legal: regras como o RGPD exigem proteção adequada de dados, e falhas podem levar a coimas altas.

Erros comuns que aumentam o risco de ataques

Muitos incidentes acontecem por falhas humanas, que são aproveitadas pelos atacantes. Um dos principais problemas é a segurança fraca das palavras-passe: estudos apontam que 81% das violações de dados acontecem por esse motivo. Palavras-passe curtas, repetidas ou fáceis de adivinhar abrem caminho para invasões. Outro erro grave é não atualizar sistemas e softwares. Quando saem correções de segurança, sistemas desatualizados tornam-se um alvo fácil, porque existem ferramentas automáticas que exploram falhas já conhecidas.

A falta de treino e de orientação para os colaboradores também pesa muito. Sem conhecimento, as pessoas não identificam phishing e outros golpes, tornando-se o “ponto fraco” da proteção. E quando não existe um plano claro e testado para responder a incidentes, um problema controlável pode tornar-se uma crise. Pequenas e médias empresas, muitas vezes com menos recursos de segurança, acabam sendo alvos frequentes por causa de falhas técnicas e erros do dia a dia.

Como identificar vulnerabilidades e riscos digitais na empresa?

Encontrar falhas e riscos antes que se tornem um problema é o primeiro passo de qualquer estratégia de cibersegurança que funcione. A ideia é não esperar um ataque acontecer, mas mapear e testar com frequência como está a segurança da empresa.

Mapeamento dos componentes digitais críticos

Para proteger melhor o negócio, é preciso listar tudo o que faz parte do ambiente digital da empresa. Isso inclui servidores e computadores, mas também telemóveis, aplicações na nuvem, plataformas de colaboração, sistemas IoT (Internet das Coisas) e qualquer outro ponto que guarde ou mova dados. Como a infraestrutura de TI costuma juntar sistemas internos, nuvem, rede corporativa, dispositivos móveis e serviços externos, é importante saber por onde circulam dados da empresa e informações de clientes. Esse mapa reduz “zonas cegas” e ajuda a focar esforços onde o risco é maior.

Avaliação de riscos específicos do setor

Cada setor tem riscos diferentes. Finanças, saúde e e-commerce, por exemplo, lidam com muitos dados sensíveis e valiosos, então são mais visados. Por isso, é importante fazer uma avaliação de riscos alinhada ao setor, ao tipo de informação tratada e às normas aplicáveis, como RGPD, HIPAA ou SOC2. Isso ajuda a criar um plano de gestão de risco mais adequado, apontando vulnerabilidades antes que sejam exploradas, e mantendo a segurança de TI forte e alinhada às regras de proteção de dados.

Importância de auditorias e testes de segurança

Planear é importante, mas testar na prática faz toda a diferença. Auditorias completas devem acontecer pelo menos uma vez por ano, com verificações mais rápidas de vulnerabilidades a cada três meses. Em setores mais expostos, vale fazer com mais frequência. Auditorias, testes de penetração e simulações de phishing ajudam a encontrar pontos fracos e a medir se as medidas atuais funcionam. É como um check-up regular da “saúde digital” da empresa. O objetivo é identificar e reagir rápido, reduzindo o impacto se algo acontecer. Ter apoio de parceiros especializados em cibersegurança também pode ajudar com ferramentas avançadas e orientação na gestão de riscos.

Quais práticas reduzem a exposição a crimes cibernéticos?

Depois de entender o risco, chega a hora de colocar boas práticas em ação. Medidas básicas bem aplicadas formam a base da segurança de TI e ajudam a proteger o futuro do negócio.

1. Uso de palavras-passe fortes e políticas de autenticação

As palavras-passe fortes são a base da segurança digital. Como a segurança fraca das palavras-passe está ligada a 81% das violações, vale levar este ponto a sério. Use palavras-passe longas e difíceis – pense numa frase em vez de uma palavra – com pelo menos 12 caracteres, misturando números, símbolos e letras maiúsculas e minúsculas. Também é importante ter uma rotina de alteração de palavras-passe, de preferência a cada 90 dias. Para gerir muitas palavras-passe sem as anotar em locais inseguros, um gestor de palavras-passe ajuda muito, pois facilita o uso de credenciais fortes e únicas em cada serviço.

As regras de autenticação precisam ser claras: como criar, guardar e usar as palavras-passe. A empresa deve orientar os colaboradores a não partilhar palavras-passe e a evitar dados fáceis de descobrir (como datas de aniversário). A proteção começa na porta de entrada dos sistemas.

2. Implementação de autenticação multifator (MFA)

A autenticação multifator (MFA) é uma das formas mais eficazes de reduzir acessos indevidos. Ela adiciona uma camada extra, pedindo duas ou mais verificações além da palavra-passe. Isso pode ser um código temporário no telemóvel, uma confirmação num dispositivo ou biometria, como impressão digital.

Mesmo que alguém descubra a palavra-passe, ainda terá de passar pelas outras verificações, o que reduz muito o risco de invasões por credenciais roubadas. A MFA pode ser usada em e-mail, sistemas financeiros e serviços na nuvem, criando uma proteção mais consistente em toda a empresa.

3. Atualização constante de sistemas e softwares

Atualizar sistemas e programas é uma forma direta de se proteger contra falhas conhecidas. Fabricantes lançam correções e patches com frequência para resolver problemas de segurança em sistemas operativos, aplicações e plataformas corporativas. Se a empresa não atualiza, fica exposta a ataques que usam falhas já documentadas.

Vale ativar atualizações automáticas sempre que possível e reservar um momento do mês para verificar atualizações manuais. Ter um inventário de softwares ajuda a não esquecer nada. Se der, agende atualizações fora do horário de trabalho para reduzir impacto. Empresas que fazem isso diminuem muito o risco de incidentes.

4. Controlo rígido de acesso à informação

Controlos de acesso funcionam como “segurança na entrada” dos sistemas. Eles definem quem pode entrar e o que cada pessoa pode fazer. O princípio do menor privilégio é simples: cada colaborador deve ter só o acesso necessário para o seu trabalho, nada além disso. Assim, se uma conta for comprometida, o estrago tende a ser menor.

Ferramentas de Gestão de Acesso Privilegiado (PAM) ajudam a proteger dados mais sensíveis, controlando acessos com mais rigor. Esse tipo de prática combina com o modelo Zero Trust, que parte da ideia de não confiar automaticamente em nenhum acesso, mesmo interno. As permissões devem ser revistas com frequência.

5. Encriptação de dados sensíveis

A encriptação é uma tecnologia que converte dados sensíveis em código, que só pode ser lido por quem tem a chave correta. Ela é muito importante para manter a confidencialidade, tanto com dados “em repouso” (guardados) quanto “em trânsito” (enviados pela rede).

Empresas usam encriptação para proteger dados financeiros, dados de clientes e comunicações internas. Se alguém intercetar a informação, não vai conseguir entender o conteúdo. Use padrões atuais, como AES-256, para uma proteção forte. Além de melhorar a segurança, a encriptação ajuda no cumprimento de regras de proteção de dados, que muitas vezes pedem medidas técnicas para reduzir riscos.

6. Cópias de segurança regulares e plano de recuperação de dados

As cópias de segurança (backups) são a rede de segurança da empresa. Se acontecer um erro humano, falha de hardware ou ataque de ransomware, as cópias de segurança ajudam a retomar as operações mais rápido. Uma regra útil é a 3-2-1: ter 3 cópias dos dados, em 2 tipos diferentes de armazenamento, e 1 cópia fora do local.

As cópias de segurança devem ser feitas de forma periódica e guardadas em ambientes protegidos, idealmente separados da infraestrutura principal. Além de criar as cópias, é preciso testar a recuperação com frequência. Descobrir que a cópia de segurança não funciona só no dia do problema é uma das piores situações. Simulações confirmam se o processo funciona em condições reais e ajudam a manter a continuidade do negócio.

7. Instalação e manutenção de soluções antivírus e firewall

Uma rede mais protegida começa com firewalls bem configurados e antivírus/antimalware atualizados. Essas ferramentas atuam como a primeira barreira contra programas maliciosos e acessos indevidos. O antivírus protege computadores e dispositivos móveis contra ameaças comuns, enquanto o firewall controla o tráfego e bloqueia ligações suspeitas.

Mantenha tudo atualizado, porque novas ameaças surgem o tempo todo. Também vale segmentar a rede: se uma parte for comprometida, o ataque não se espalha com tanta facilidade.

8. Monitorização contínua de redes e sistemas

Segurança não é algo que se faz uma vez e pronto. Monitorizar rede e sistemas para detetar comportamento estranho ajuda a identificar invasões na hora. Use ferramentas de deteção de intrusão e análise de registos (logs) para acompanhar atividades 24/7.

Também é importante ter um plano claro de resposta. A equipa precisa saber o que fazer ao ver algo suspeito: isolar o problema, registar evidências e acionar os contactos certos. Monitorização constante e resposta rápida reduzem o impacto de incidentes.

9. Gestão de riscos de terceiros e fornecedores

A segurança da empresa pode falhar por causa de um parceiro. O caso da Target, invadida por meio de um fornecedor de HVAC, mostra bem esse risco. Como muitas empresas dependem de serviços externos, é essencial saber como os parceiros protegem dados e acessos.

Para gerir risco de terceiros, avalie a segurança do fornecedor antes de fechar contrato, controle o nível de acesso dado a ele e revise as práticas com regularidade. O aumento de ataques pela cadeia de fornecimento está a levar as empresas a reforçarem esse controlo.

10. Limitação da exposição nas redes sociais corporativas

Redes sociais ajudam no marketing e na comunicação, mas também podem expor a empresa se forem usadas sem cuidado. Uma publicação pode revelar informação que facilita golpes, ataques a sites ou fraudes.

A empresa deve orientar equipas sobre boas práticas e reduzir dados pessoais e detalhes sensíveis nos perfis corporativos. Se uma agência externa faz a gestão das redes, deixe claro quem tem acesso e a quais contas. Menos exposição significa menos material para ataques.

Como criar uma cultura organizacional de segurança digital?

Mesmo com tecnologia avançada, a empresa continua vulnerável se não existir uma cultura interna que trate a segurança como prioridade. Os colaboradores podem ser o maior ponto forte – ou um grande risco – dependendo do preparo. O objetivo é transformar a equipa numa linha ativa de defesa.

Formação recorrente dos colaboradores

Formar os colaboradores é uma parte essencial da segurança digital. Muitos ataques dependem de erros humanos, como clicar num link malicioso ou partilhar credenciais. Programas contínuos de orientação e formações regulares ajudam a equipa a reconhecer phishing, mensagens falsas e pedidos suspeitos de acesso.

Ajuda bastante criar exemplos parecidos com a rotina da empresa e fazer simulações de phishing para manter a atenção. A formação deve ser contínua, com espaço para reportar suspeitas sem medo e com aprendizagem a partir dos erros. Estudos indicam que programas de sensibilização reduzem bastante o sucesso de golpes de engenharia social.

Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança

Políticas e procedimentos internos de segurança

Políticas internas claras dão direção a todos. Elas devem definir boas práticas e regras de cibersegurança, como acesso a sistemas, uso de dispositivos e gestão de dados sensíveis. Também precisam dizer a quem recorrer em caso de emergência de TI, seja alguém da empresa ou um suporte externo.

Outro ponto é criar regras sobre uso pessoal em equipamentos de trabalho, como o uso de e-mail pessoal, que pode estar mais exposto a invasões. As políticas devem ser bem comunicadas e fáceis de entender, incluindo um guia para novos colaboradores, explicando como agir para manter a segurança no dia a dia.

Responsabilidade e liderança em cibersegurança

A segurança digital não é mais um assunto apenas da equipa de TI. Hoje, envolve decisões de gestão e afeta diretamente a continuidade das operações. Assim como existe um responsável pela segurança física, faz sentido nomear alguém que responda pela cibersegurança do negócio.

A liderança deve mostrar compromisso com a segurança, dar o exemplo e valorizar quem segue as práticas internas. Quando a equipa vê que a gestão participa e leva o tema a sério, a empresa reforça a defesa contra ameaças mais sofisticadas e cria um ambiente mais consciente sobre riscos tecnológicos.

O que fazer em caso de incidente cibernético?

Mesmo com boas práticas, os incidentes podem acontecer. A pergunta costuma ser quando, e não se vai acontecer. Ter um plano pronto reduz danos e acelera a recuperação.

Plano de resposta a incidentes: etapas e responsáveis

O plano de resposta a incidentes deve ser um documento sujeito a revisão e testes com frequência. Ele precisa definir o que conta como incidente, quem faz o quê e quais passos seguir. Isso inclui: deteção, contenção, remoção da ameaça, recuperação e análise do que aconteceu.

Também é importante ter canais internos de comunicação para que todos saibam como reportar e como agir. Teste o plano com exercícios e ajuste com base no que foi aprendido. Preparar a empresa com uma avaliação de riscos ajuda a criar um plano mais completo para diferentes tipos de falha.

Comunicação transparente com clientes e parceiros

Em incidentes, comunicar bem é tão importante quanto corrigir o problema técnico. A transparência com clientes e parceiros ajuda a manter a confiança. Isso inclui avisos a clientes e autoridades quando exigido por normas como o RGPD, que define obrigações e coimas em caso de negligência.

A forma de comunicar pode separar uma crise controlável de um dano de imagem grave. Mensagens claras, honestas e rápidas mostram responsabilidade e cuidado com os dados, o que ajuda a recuperar a confiança depois de uma violação.

Recuperação de dados e continuidade dos negócios

O objetivo final é recuperar dados e manter a empresa a funcionar. Com cópias de segurança regulares e testadas, é possível restaurar sistemas após ataques, falhas técnicas ou perdas acidentais. O plano deve indicar como recuperar, em que ordem restaurar sistemas e como validar se os dados recuperados estão corretos.

Simulações de recuperação mostram se o processo funciona em situações reais. Recuperar a operação com rapidez reduz o impacto financeiro e ajuda a proteger a reputação, mantendo o atendimento aos clientes sem longas interrupções.

Conclusão

Lidar com o ambiente digital pede mais do que ferramentas isoladas: pede uma base forte de segurança e uma equipa bem preparada. A cibersegurança deixou de ser apenas um tema técnico e passou a fazer parte da estratégia do negócio, apoiando a capacidade de resistir a problemas e competir no mercado. Colocar em prática as dez estratégias apresentadas aqui não é algo que se faz uma vez; é um compromisso contínuo com a proteção e a melhoria.

As ameaças mudam com o tempo, com temas como a segurança com apoio de IA, os desafios da nuvem e riscos maiores na cadeia de abastecimento. A Gartner alerta que ferramentas de IA generativa e serviços de terceiros podem criar riscos relevantes para a confidencialidade dos dados, o que exige medidas de proteção mais fortes. Até 2028, a computação em nuvem deve tornar-se uma necessidade para as empresas, o que aumenta a atenção sobre a proteção de ambientes distribuídos.

Investir em segurança digital é investir na continuidade do negócio. Vai além de evitar perdas: ajuda a criar confiança com clientes e parceiros, manter a conformidade com as normas e fazer da segurança um apoio real ao crescimento. Empresas com uma postura ativa em segurança tendem a ficar mais protegidas e ainda ganham vantagem competitiva, mostrando um compromisso firme com a integridade e a proteção de dados na era digital.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Inscrições para seleção do IBGE terminam nesta quinta-feira – Concursos e Empregos

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As inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que vai contratar profissionais temporários para atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, terminam às 14 h desta quinta-feira (9), no horário de Brasília.

Conforme a retificação do edital, o prazo é válido também para solicitar a isenção do valor de inscrição e para o envio de documentos previstos no edital público, como no caso de isenção por doação de medula óssea.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela organização do certame.

No ato de inscrição, o candidato deverá escolher o município onde deseja fazer a prova objetiva, conforme a previsão de vagas ofertadas e detalhadas no edital,

Esta quinta-feira é ainda a data limite para que os candidatos não isentos paguem a taxa de inscrição no valor de R$ 53.

O edital de seleção especifica que podem pedir a isenção da taxa de inscrição os doadores de medula óssea, com atestado ou laudo emitido por médico de entidade reconhecida pelo Ministério da Saúde que comprove a doação e os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e membro de família de baixa renda, não sendo necessário envio de documentação

Vagas

Ao todo, o IBGE oferece 8.258 vagas distribuídas em cinco funções:

1. agente censitário administrativo (1.115 vagas);

2. agente censitário de informática (1.094 vagas);

3. agente operacional regional (953 vagas)

4. agente censitário regional (953 vagas); e

5. agente censitário supervisor (4.143 vagas).

Todos os cargos exigem ensino médio completo.

Reserva de vagas

O certame terá as seguintes modalidades de concorrência de vagas: ampla concorrência, pessoas com deficiência (PCD), pessoas negras (pretas ou pardas), pessoas indígenas e pessoas quilombolas.

A opção por concorrer a vagas reservadas deve ser informada no ato de inscrição.

Para os candidatos que optarem por concorrer às vagas reservadas, em caso de aprovação na prova objetiva, será realizado o procedimento de confirmação complementar à autodeclaração, no caso de pessoas pretas ou pardas (PPP), aplicado no formato telepresencial (realizado por videoconferência).

Para pessoas indígenas (PI) e quilombolas (PQ), será feita a verificação documental. O procedimento de caracterização da deficiência (PCD) será adotado para candidatos com deficiência.

Etapas

Além do encerramento das inscrições hoje, o cronograma da seleção prevê que o cartão de convocação para a prova estará disponível em 21 de setembro.

A aplicação da prova objetiva ocorrerá em 27 de setembro, em todas as 27 unidades da federação.

A divulgação do gabarito preliminar está prevista para 28 de setembro.

A publicação do resultado final da prova objetiva será em 3 de novembro.

A divulgação do resultado definitivo da seleção será divulgada em 18 de dezembro.

Contratos temporários

Os aprovados serão contratados por tempo determinado para atuar na coleta de informações, atividades de suporte administrativo, operacionais, supervisão de equipes e apoio tecnológico das operações censitárias.

As oportunidades estão distribuídas em todo o país.

Os contratos temporários dos aprovados terão duração de até 12 meses, podendo ser prorrogados conforme a necessidade da operação censitária.

Provas

De acordo com o edital, a prova objetiva terá duração de quatro horas.

A prova, de caráter eliminatório e classificatório, será composta por 60 questões de múltipla escolha com cinco alternativas cada e uma única resposta correta, distribuídas pelas disciplinas por função.

Para ser aprovado, o candidato precisa ter acertado, no mínimo, 18 pontos no total da prova objetiva; e ter acertado, no mínimo, um ponto em cada disciplina.

A nota final dos candidatos aprovados neste processo seletivo simplificado será a nota obtida e essa definirá a classificação em ordem decrescente.

A publicação do resultado final do processo seletivo simplificado ocorrerá no dia 18 de dezembro.

Remuneração dos convocados
As remunerações dos aprovados variam de R$ 2.128 a R$ 4.008, conforme a função exercida.

Os contratados também terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e décimo terceiro salário proporcional, conforme a legislação vigente.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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