A 36ª Expoalta 2026 já tem mais uma grande atração confirmada em sua programação. No próximo dia 2 de agostoum domingoserá realizado o tradicional Leilão de Gado Comercialreunindo produtores, pecuaristas e interessados do setor agropecuário no Parque de Exposições de Alta Floresta D’Oeste (RO).
O evento está marcado para começar às 13h, no horário de Rondôniae promete movimentar a feira com uma importante oportunidade de negócios, fortalecendo o agronegócio e valorizando a pecuária regional.
Como inscrições dos animais já estão abertas e podem ser feitas com os responsáveis: Roberval Resendepelo telefone (69) 9 9212-0191; Alex Zarellipelo número (69) 9 9992-7299; e Guilherme Pereirano contato (69) 99981-6745.
A realização do leilão conta com a participação da 36ª Expo 2026 e da COOAAFRO-ROcom leiloeiras Programa Leilões e GP Leilões. A transmissão será feita pela Remate Webampliando o alcance do evento para compradores e interessados de várias regiões.
A expectativa é de mais uma grande edição, reunindo qualidade, tradição e boas oportunidades de negócios dentro da programação da Expoalta, um dos eventos mais aguardados do calendário agropecuário de Alta Floresta D’Oeste.
O 1º juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher vai ouvir nesta quinta-feira (30) o dentista Jean J.D.O., 41 anos, acusado pela Polícia e Ministério Público de transmissão intencional do HIV a pelo menos quatro mulheres em Porto Velho. A audiência de instrução e julgamento está marcada para às 8h30.
O acusado está preso preventivamente desde o último dia 10 de junho e segundo a Polícia Civil ele teria mantido relações sexuais sem informar às mulheres. A investigação reuniu documentos, laudos laboratoriais, prontuários médicos e depoimentos que apontam para possível repetição da conduta.
Segundo apurou o jornal, a acusação é que ele testou positivo para HIV em 2017, mas teria abandonado o tratamento dois anos depois.
No último dia 7, a Justiça negou pedido de liberdade ou aplicação de outras medidas cautelares alternativas, mas a preventiva foi mantida pelos mesmos motivos da decretação: gravidade dos fatos, habitualidade delitiva, risco de reiteração criminosa, necessidade de garantia da ordem pública e proteção das vítimas.
Ao decidir, a juíza do caso explica que o homem foi acusado em ações distintas, “relativos a fatos graves e similares que teriam ocorrido com quatro mulheres, havendo indicativo robusto de envolvimento reiterado na conduta descrita consistente na omissão quando a sorologia positiva para HIV e manutenção de relações sexuais sem preservativo, circunstâncias que resultaram em transmissão de enfermidade incurável”.
Na audiência desta quinta-feira além do acusado, o juízo deve ouvir vítimas e testemunhas.
O vereador pastor Evanildo (PSD) reforçou o compromisso com a população após o atendimento de mais um pedido de providência apresentado à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco determinou execução dos serviços de limpeza urbana, roçagem e retirada de entulho no campo localizado entre as ruas Planalto e Satélite, no bairro Planalto, zona leste de Porto Velho.
A solicitação foi encaminhada pelo parlamentar após ouvir moradores e lideranças da comunidade, que relataram a necessidade urgente de melhorias no local. O pedido buscou dar mais celeridade à execução dos serviços, tendo em vista o acúmulo de mato e entulhos, situação que comprometia a utilização do espaço pela população.
Situação era bem complicada e necessitava de melhorias
Com o atendimento da demanda, a equipe da Seinfra realizou a limpeza completa da área, promovendo melhores condições para o uso do campo e contribuindo para um ambiente mais organizado, seguro e adequado para os moradores. A ação também ajuda na preservação dos espaços públicos e na melhoria da qualidade de vida da comunidade.
Pastor Evanildo destacou que seu mandato tem sido pautado pela presença constante nos bairros, ouvindo de perto as reivindicações da população e encaminhando as demandas aos órgãos responsáveis. Segundo o vereador, acompanhar a realidade das comunidades é fundamental para buscar soluções que atendam às necessidades dos moradores.
“O nosso compromisso é estar presente nas comunidades, ouvir a população e trabalhar para que as demandas sejam atendidas. Agradeço ao secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco e a toda a equipe da Seinfra pela atenção e pela qualidade do serviço realizado. Essa resposta demonstra que, quando há diálogo e compromisso com a população, os resultados chegam e beneficiam toda a comunidade”, afirmou Pastor Evanildo.
O vereador reforçou que continuará visitando bairros, distritos e comunidades de Porto Velho para acompanhar de perto as necessidades da população e encaminhar novos pedidos de providência. “Nosso gabinete permanece de portas abertas para ouvir os moradores e buscar, junto ao poder público, melhorias que proporcionem mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para as famílias da nossa cidade”, concluiu.
O vereador de Porto Velho Antônio Marcos Mourão Figueiredo, o Marcos Combate, foi condenado pelos crimes de calúnia, difamação e injúria contra o jornalista Paulo Rogério da Costa Andreoli. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (29) pelo juiz Aureo Virgilio Queiroz, da 3ª Vara Criminal de Porto Velho.
A pena foi fixada em dois anos e seis meses de detenção, em regime inicialmente aberto, além do pagamento de 20 dias-multa e das custas processuais.
A prisão foi substituída por duas penas restritivas de direitos: prestação de serviços à comunidade durante o período da condenação e proibição de frequentar bares, boates e outros estabelecimentos que comercializem bebidas alcoólicas, entre as 22 horas e as 6 horas.
O vereador vai recorrer .
Declarações foram feitas na tribuna
A ação penal teve origem em declarações feitas por Marcos Combate durante sessão da Câmara Municipal de Porto Velho. As manifestações foram transmitidas pelo canal oficial da Casa no YouTube e divulgadas nas redes sociais.
Segundo a sentença, o vereador acusou Paulo Andreoli de práticas que poderiam ser enquadradas como extorsão, estelionato e ameaça. Entre as declarações analisadas, o vereador afirmou que o jornalista cobraria valores para retirar matérias do ar e que manteria funcionários de seu veículo de comunicação nomeados em órgãos públicos.
O vereador também declarou que Andreoli teria enganado e ameaçado um empresário, além de utilizar seu portal de notícias para prejudicar a reputação de pessoas e obter benefícios políticos.
Para o magistrado, as declarações foram feitas de forma categórica e sem a apresentação de elementos que comprovassem as acusações.
“A crítica política é amplamente admitida em um regime democrático”, registrou o juiz. Entretanto, segundo a decisão, essa liberdade não pode ser confundida com a atribuição pública de crimes ou de fatos ofensivos à reputação de terceiros sem qualquer fundamento probatório.
Imunidade parlamentar foi afastada
Em sua defesa, Marcos Combate disse que as declarações ocorreram durante o exercício do mandato e estavam relacionadas à fiscalização do uso de recursos públicos destinados à publicidade.
O vereador também negou ter acusado diretamente o jornalista de extorsão e alegou que não existiriam provas técnicas suficientes para confirmar a autenticidade dos vídeos e das transcrições apresentadas no processo.
A defesa invocou ainda a imunidade parlamentar material, garantia constitucional que protege vereadores por opiniões, palavras e votos relacionados ao exercício do mandato dentro do município.
O argumento foi rejeitado. Para o juiz, as manifestações ultrapassaram os limites do debate político e assumiram caráter de ataque pessoal, sem relação direta com uma investigação parlamentar formal ou com atividade fiscalizatória devidamente demonstrada.
“A imunidade parlamentar assegura liberdade para o exercício do mandato, mas não serve como escudo para o cometimento de crimes”, afirmou o magistrado na sentença.
O Ministério Público de Rondônia, que participou da ação como fiscal da ordem jurídica, manifestou-se favoravelmente à condenação. Para o MP, os vídeos, as transcrições e os demais documentos comprovaram a autoria e o conteúdo das declarações.
Divulgação nas redes aumentou as penas
O juiz aplicou causas de aumento porque as declarações foram feitas diante de várias pessoas, durante sessão da Câmara, e difundidas por meio do YouTube e do Instagram.
De acordo com a sentença, a divulgação pelas redes sociais ampliou significativamente o alcance das ofensas e potencializou seus efeitos sobre a imagem e a reputação do jornalista.
O magistrado considerou que os crimes de calúnia, difamação e injúria decorreram de condutas autônomas, embora praticadas durante a mesma manifestação parlamentar. Por isso, somou as penas correspondentes aos três delitos.
Indenização e medidas cautelares foram negadas
Apesar da condenação criminal, o juiz rejeitou o pedido de fixação de um valor mínimo para reparação dos danos morais. Conforme a sentença, a indenização somente foi solicitada nas alegações finais e não constou da queixa-crime inicial, o que impediria a defesa de se manifestar adequadamente sobre o pedido durante o processo.
Também foram negadas medidas cautelares contra o vereador. O jornalista relatou que Marcos Combate teria comparecido à sede da empresa acompanhado de um segurança aparentemente armado e realizado gravações.
O magistrado entendeu, no entanto, que não foram apresentados elementos concretos capazes de demonstrar ameaça, intimidação ou risco atual à integridade das partes.