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GERAL

Prefeitura de Porto Velho divulga resultados finais das provas objetivas dos concursos da Semec e CGM – Concursos e Empregos

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A Prefeitura de Porto Velho divulgou nesta quarta-feira (2) o resultado final das provas objetivas e o resultado provisório das discursivas dos concursos da Secretaria Municipal de Economia (Semec) e da Controladoria Geral do Município (CGM). Os editais somam mais de 70 vagas, 35 delas para contratação imediata, com remuneração inicial acima de R$ 18 mil em cargos previstos nas seleções.

Os resultados podem ser consultados na área individual de cada concurso no portal do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável pela organização das seleções. A publicação também está disponível no Diário Oficial dos Municípios do Estado de Rondônia.

Os candidatos poderão apresentar recursos contra o resultado provisório das provas discursivas dentro dos prazos estabelecidos nos respectivos editais. A nota final seguirá os critérios definidos para cada seleção, considerando as provas objetivas e discursivas e, quando prevista, a avaliação de títulos.

Na Semec, estão em disputa os cargos de Assistente de Arrecadação e Auditor Fiscal da Receita Municipal. As funções abrangem atividades relacionadas à arrecadação, fiscalização tributária, atendimento ao contribuinte, análise de dados e planejamento das receitas municipais.

Na CGM, o concurso contempla os cargos de Auditor, Contador e Técnico de Controle Interno. As atividades envolvem auditoria, contabilidade pública, controle interno, análise de processos e acompanhamento da execução orçamentária e financeira.

Os dois concursos foram lançados pela Prefeitura de Porto Velho em maio e oferecem vagas e cadastro de reserva para cargos de nível superior nas áreas de administração tributária, controle interno e contabilidade pública.

Ao comentar as seleções, o prefeito Léo Moraes afirmou que os concursos contribuem para reforçar a estrutura administrativa do município com profissionais qualificados e também representam uma oportunidade para quem busca estabilidade.

As próximas publicações, incluindo novos resultados, prazos para recursos e a classificação final, deverão ser acompanhadas pelos candidatos no portal do Cebraspe e nos canais oficiais da Prefeitura.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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GERAL

Maurício e Mariana reafirmam apoio a Hildon Chaves e esclarecem mal-entendido em Candeias – Eleições

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O deputado federal Maurício Carvalho (União Brasil) esclareceu o mal-entendido ocorrido na noite do último sábado em Candeias do Jamari durante uma atividade política. Uma liderança ligada ao prefeito Lindomar Garçom havia marcado uma reunião com a população para receber o próprio Maurício e a candidata ao Senado, Mariana Carvalho (Republicanos). 

O parlamentar explica que em momento algum cogitou estar no mesmo palanque que o candidato Adailton Fúria (PSD) e reafirmou seu compromisso em apoiar até o final da campanha o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves. “Estamos a caminho do segundo turno”, disse Maurício reafirmando seu apoio a Chaves.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Politica

As tecnologias que estão redesenhando o campo

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O agronegócio brasileiro figura entre os maiores do planeta. Dentro desse universo, um segmento desperta atenção de investidores e técnicos. O mercado de tratamento de sementes no Brasil cresce de forma acelerada. Cada safra registra demanda maior por grãos protegidos e valorizados. Produtores entenderam que a semente é o insumo mais decisivo da lavoura.

Tratar esse material deixou de ser opcional e virou rotina obrigatória. 

Estima-se que mais de 90% das sementes comerciais recebam algum revestimento. Esse percentual sobe a cada ciclo com a entrada de novas tecnologias. O faturamento do setor supera cifras expressivas e atrai multinacionais. Compreender essa engrenagem ajuda a enxergar para onde caminha a agricultura nacional.

O que impulsiona esse crescimento sustentado

Expansão da Fronteira Agrícola

Novas áreas incorporadas ao cultivo demandam sementes de alta performance. Os solos tropicais apresentam desafios sanitários que exigem proteção química eficiente. O calor e a precipitação intensa favorecem doenças fúngicas severas. 

Sem revestimento adequado, a perda de estande é praticamente certa nessas áreas. O tratamento surge como seguro contra variáveis climáticas imprevisíveis. Fazendeiros que migraram do Sul para o Norte adotaram a prática rapidamente. A adaptação foi natural diante das condições mais agressivas encontradas lá.

Legislação e Exigências Sanitárias

Normas federais tornaram obrigatório o controle de patógenos em lotes comerciais. Sementes sem selo de qualidade não podem circular entre estados brasileiros. Essa barreira legal profissionalizou o setor e eliminou operadores informais. 

Empresas precisam investir em laboratório e certificação para manter-se ativa. O custo de adequação foi alto, mas elevou o patamar de confiabilidade. O consumidor final da semente recebe um produto rastreável e seguro. Esse ambiente regulatório atrai capital estrangeiro para o segmento sementeiro. A credibilidade institucional do Brasil melhorou no cenário internacional agrícola.

Como o setor está organizado hoje?

Grandes Produtores e Multinacionais

Empresas globais dominam o comércio de ingredientes ativos e polímeros. Elas detêm patentes de moléculas que protegem contra fungos e nematoides. A pesquisa desses grupos acontece em centros espalhados pelo mundo inteiro. 

No Brasil, possuem fábricas próprias e equipes comerciais robustas. Seu portfólio inclui desde fungicidas isolados até pacotes completos de proteção. A força dessas corporações impõe ritmo de inovação acelerado ao setor. Marcas menores precisam encontrar nichos específicos para competir com vantagem. A diferenciação acontece em serviços agregados e suporte técnico especializado.

Produtores Nacionais e Unidades de Tratamento

Paralelas às gigantes, empresas brasileiras operam unidades de processamento terceirizado. Esses prestadores oferecem o serviço de tratamento para cooperativas e fazendeiros. Recebem o grão bruto e devolvem ensacado, revestido e etiquetado conforme a lei. 

O modelo reduz custo fixo de quem não tem volume para tratar internamente. Muitas dessas empresas ficam em regiões estratégicas próximas aos pólos produtores. A logística enxuta diminui riscos de contaminação e perda de vigor no trajeto. Esse ecossistema fortalece a cadeia local e gera empregos diretos na zona rural.

Tendências que vão moldar o próximo decênio

Biológicos Ganham Espaço na Camada Protetiva

Microrganismos benéficos começam a integrar formulações de revestimento de sementes. Trichoderma e Bacillus são exemplos de fungos e bactérias usados como biodefensivos. Eles colonizam a raiz e criam escudo natural contra patógenos do solo. O apelo sustentável dessa abordagem atrai mercados importadores europeus e asiáticos

A combinação entre químico e biológico já é realidade em lavouras premium. O desafio está em manter o microrganismo viável dentro da embalagem comercial. Empresas investem em encapsulamento e formulações que prolongam a prateleira do produto. Essa frente representa a inovação mais promissora do horizonte atual.

Digitalização e Rastreabilidade Total

Do campo de multiplicação ao ensaque, cada dado entra numa cadeia imutável. O comprador acessa o histórico completo do lote com um simples QR code. Essa transparência responde a exigências crescentes de consumidores e importadores rigorosos. Plataformas conectam fabricante de defensivo, tratadora e agricultor num mesmo fluxo de dados. A informação deixa de ser um problema e vira diferencial competitivo real.

Impacto econômico direto na lavoura

Relação Custo-Benefício Para o Produtor

O gasto com tratamento representa menos de três por cento do custo total. Contudo, o retorno sobre esse investimento chega a ser superior a dez vezes. No plantio de soja, cada ponto percentual de estande a mais pesa na balança comercial. Grãos protegidos emergem mais rápido e competem melhor com plantas daninhas. 

A diferença entre tratar e não tratar pode ultrapassar dez sacos por hectare. Esse número, multiplicado por milhares de hectares, justifica qualquer despesa adicional. A decisão de tratar passou a ser puramente racional, não emocional ou opcional. Agricultores que ignoram essa realidade ficam para trás na comparação de produtividade.

Perspectivas e desafios futuros

O caminho do setor aponta para especialização e personalização cada vez maiores. Em breve, sementes serão tratadas conforme o histórico sanitário de cada talhão específico. Mapas de fertilidade e incidência de pragas vão guiar a receita do revestimento. Essa abordagem sob medida maximiza a eficiência e reduz desperdício de insumo. 

A relação entre custo e benefício ficará ainda mais favorável ao produtor rural. O Brasil tem condições de liderar essa transformação técnica no cenário global. Universidades e institutos nacionais já produzem conhecimento de ponta na área. Conectar pesquisa acadêmica com a indústria é o próximo passo necessário e urgente. Tratar sementes com excelência é garantir alimento para milhões de pessoas. Esse compromisso coloca o país em posição de destaque no cenário mundial.

Fonte: Via: florestanoticias

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AGRONEGÓCIO

Pequenos Negócios e Proxy BR: Como Ferramentas de IP Nacional Chegaram ao Interior do Brasil

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Créditos: magnific

Durante a pandemia, parecia que o escritório tinha os dias contados. Empresas mandaram funcionários para casa, devolveram andares inteiros e analistas chegaram a decretar o fim do espaço corporativo.

Cinco anos depois, o prédio comercial não acabou. O que aconteceu foi diferente: a forma de ocupar o espaço se reorganizou, e boa parte das companhias trocou o contrato fixo de longo prazo por arranjos que podem encolher ou crescer conforme a necessidade do momento.

O número que resume essa virada vem do setor de escritórios compartilhados. Segundo o Censo Coworking 2024, levantamento realizado pela Woba, o Brasil passou de 2.443 para 2.986 espaços de coworking ativos em um ano, uma alta de aproximadamente 20%.

A maior parte deles, 58,5%, está concentrada nas capitais. Estados como São Paulo, com 1.121 unidades, Minas Gerais, com 307, e Rio de Janeiro, com 251, lideram a oferta no país.

Esse avanço acontece no mesmo período em que grandes empresas revisam quanto espaço fixo realmente precisam manter. Os dois movimentos parecem contraditórios, mas contam a mesma história.

O escritório não morreu, mudou de formato

A leitura mais rápida do mercado aponta para um retorno ao presencial. Em São Paulo, a taxa de vacância dos escritórios de alto padrão caiu para 14,7% no fim de 2025, o menor patamar em 14 anos, segundo levantamentos do setor imobiliário corporativo.

Companhias como Amazon, JPMorgan e Dell apertaram as regras de presença, e no Brasil nomes como Nubank e Bradesco caminharam na mesma direção, com a reocupação gradual de seus espaços.

A diferença é grande em relação ao quadro de poucos anos atrás. No segundo trimestre de 2023, os edifícios comerciais de Manhattan registraram 22,4% de desocupação, e em São Francisco o índice chegou a 31,8%, segundo a consultoria Cushman & Wakefield. Era o auge da crise dos escritórios vazios, quando muitos previam a conversão de torres inteiras em moradia.

Mas a volta às mesas não significou volta ao modelo antigo. Pesquisa da WeWork mostra que 79% dos executivos de alto escalão ainda aceitam dividir o tempo de trabalho entre a empresa e a casa do funcionário.

Entre as companhias brasileiras, o híbrido segue como o arranjo mais comum, com 57% de adesão, segundo dados compilados pela Bloomberg Línea. O trabalho totalmente presencial aparece em parcela pequena das empresas, e o totalmente remoto, em uma fração ainda menor.

O resultado prático é uma conta diferente. Se a equipe vai ao escritório duas ou três vezes por semana, manter um andar inteiro ocupado todos os dias deixou de fazer sentido financeiro. Foi nesse espaço entre o home office e a sede tradicional que o modelo compartilhado encontrou seu lugar.

Por que o contrato fixo perdeu força

Manter um escritório próprio envolve aluguel, condomínio, IPTU, reforma, mobiliário, internet, recepção, limpeza e uma série de contas que se acumulam mesmo quando a sala fica vazia. Para uma empresa pequena ou média, esse custo fixo pesa todos os meses, independentemente de quanto ela faturou.

O modelo flexível inverte essa lógica. A companhia paga pelo que usa. Pode contratar uma estação por algumas horas, uma sala de reunião por uma tarde ou uma sala privativa por alguns meses, e ajustar o tamanho do espaço conforme a equipe cresce ou diminui.

A flexibilidade contratual foi apontada por 35,2% dos usuários como a maior vantagem do coworking no Censo 2024, à frente de qualquer outro fator avaliado.

Há ainda a questão do ponto de partida. Quem está abrindo uma empresa raramente tem caixa para alugar um ponto comercial só para conseguir registrar o negócio.

O espaço compartilhado resolve esse impasse ao oferecer estrutura pronta no dia em que o empreendedor chega, sem obra, sem fiador e sem investimento inicial alto. A redução imediata de custos fixos com aluguel é, segundo gestores do setor, o motivo mais citado por quem migra.

O coworking avança enquanto o aluguel tradicional recua

A projeção do próprio mercado reforça que não se trata de modismo passageiro. Estimativas do setor indicam que os escritórios flexíveis devem saltar de 5% para 30% do mercado imobiliário corporativo até 2030.

Seria uma fatia seis vezes maior em menos de uma década, puxada por flexibilidade contratual, redução de custos e infraestrutura compartilhada de qualidade.

O perfil dos espaços também amadureceu. Hoje 70,3% dos coworkings funcionam em prédios comerciais, e não mais em casas adaptadas, o que mostra que o setor profissionalizou a oferta.

As unidades deixaram de ser apenas fileiras de mesas e passaram a reunir salas privativas, salas de reunião com equipamento audiovisual, auditórios para treinamentos e serviços de recepção e copa.

Para empresas que cresceram contratando à distância e agora precisam reunir parte do time presencialmente, esse tipo de estrutura encaixa melhor do que um contrato de cinco anos em uma laje fixa que ficaria meio vazia. O espaço acompanha a empresa, e não o contrário.

Domicílio fiscal: o serviço que atrai quem nem usa a mesa

Boa parte da procura recente nem está ligada ao desejo de trabalhar no local. Está ligada à necessidade de ter um endereço para registrar a empresa.

O domicílio fiscal é o endereço que a Receita Federal reconhece como sede da companhia. É ele que aparece no CNPJ, nas notas fiscais eletrônicas e nas notificações oficiais.

Sem um endereço fiscal válido, não é possível abrir nem manter uma empresa regularizada no Brasil. Diferente do endereço comercial, onde a empresa de fato atua, o domicílio fiscal funciona como dado cadastral perante os órgãos públicos.

O problema é que registrar o negócio no endereço residencial expõe dados pessoais do dono e nem sempre é permitido, dependendo da atividade e das regras do condomínio ou do município.

Foi por isso que muitos empreendedores passaram a procurar coworkings com domicílio fiscal para registrar o CNPJ em um endereço comercial de verdade, com gestão de correspondência, sem precisar alugar uma sala que ficaria fechada a maior parte do tempo. O custo desse serviço costuma começar na faixa de R$ 60 a R$ 100 por mês, valor que dificilmente cobriria sequer o condomínio de uma sala própria.

Além da economia, há o ganho de imagem. Um endereço em região reconhecida transmite mais credibilidade a clientes, fornecedores e órgãos públicos do que um endereço residencial em bairro afastado.

Para advogados, contadores, consultorias e profissionais que atuam pela internet, como agências, criadores de conteúdo e afiliados, essa diferença pesa na hora de fechar contrato e emitir nota.

O que pesar antes de escolher

Nem todo espaço serve para qualquer empresa, e a escolha exige alguns cuidados. O primeiro é a confiabilidade do local. Se o coworking fechar as portas, o empresário terá custo e burocracia para transferir o endereço da empresa em todos os órgãos, da Junta Comercial à Receita Federal, o que pode travar a operação por semanas.

Vale conferir a localização real do endereço, a estrutura disponível para receber clientes quando preciso, o que está incluído no plano contratado e quais serviços extras existem, como linha telefônica exclusiva, atendimento personalizado, salas de reunião por hora e gestão de correspondência.

Confirmar se aquele endereço pode de fato ser usado para registro de CNPJ é outro passo que evita transtorno depois, já que nem todo espaço oferece esse serviço de forma regular.

A regra prática é direta: o contrato precisa caber no tamanho atual do negócio e acompanhar o crescimento sem prender a empresa a cláusulas longas demais.

Um movimento que passa das capitais

Embora a maior parte dos espaços esteja concentrada nas grandes cidades, o formato já alcança empreendedores de municípios menores e do interior, inclusive na Região Norte, que enxergam ali uma forma de profissionalizar a operação sem assumir o custo de um escritório próprio.

Microempreendedores individuais, prestadores de serviço e pequenas empresas que nasceram digitais formam boa parte dessa demanda crescente.

O que era visto como espaço para freelancers virou ferramenta de gestão de custos para empresas de portes variados. A pandemia derrubou a ideia de que toda companhia precisa de uma sede fixa ocupada de segunda a sexta.

O que ficou no lugar foi a percepção de que estrutura profissional e contrato flexível podem caminhar juntos, e que pagar por metro quadrado parado raramente é o melhor negócio.

Para muitas empresas brasileiras, a pergunta deixou de ser onde fica o escritório. Passou a ser quanto espaço vale a pena manter, e por quanto tempo.

Fonte: Via: florestanoticias

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