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PF investiga uso de empresas e créditos florestais para “legalizar” madeira retirada ilegalmente – Polícia

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A Polícia Federal cumpriu 19 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (16) em uma investigação sobre um esquema de retirada e comércio ilegal de madeira proveniente de terras indígenas. A operação mobilizou 76 policiais federais em Espigão do Oeste e Vilhena, com foco especialmente nas Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã.

As ordens foram expedidas pela Justiça Federal e são cumpridas em residências e estabelecimentos empresariais. A investigação é conduzida pela Polícia Federal em Vilhena e apura desde a retirada da madeira até o destino das cargas e dos recursos obtidos com a comercialização.

O caso começou a ser investigado em novembro de 2023, quando dois homens foram presos em flagrante transportando toras sem documentação nas proximidades de terras indígenas. A partir da análise de dispositivos eletrônicos apreendidos naquela ocasião, a PF identificou indícios da participação de outras pessoas nas etapas de extração, transporte, armazenamento, beneficiamento e venda da madeira.

A investigação também encontrou elementos que indicam a possível utilização de empresas, documentos e créditos florestais irregulares para dar aparência legal à madeira retirada ilegalmente. A PF tenta identificar quem recebia as cargas e quem teria obtido benefícios financeiros com o esquema.

Durante as buscas desta quarta-feira, os policiais procuram dispositivos eletrônicos, documentos e registros financeiros. O material apreendido será analisado para aprofundar a investigação e identificar outros possíveis envolvidos.

Os investigados poderão responder, de acordo com a participação apurada, por crimes relacionados à exploração e comercialização ilegal de produtos florestais, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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GERAL

Em pesquisa, Hildon consolida campanha em Porto Velho e já mostra força na chegada com empate técnico com Fúria – Eleições

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O candidato da Federação União Progressistas, Hildon Chaves, é o que mais cresceu na reta final destas eleições. Três fatores estão ajudando a intensificar a tendência do eleitorado: a liderança em Porto Velho após a grande mobilização do comitê central, o desembarque da estrutura governamental da campanha de Adailton Fúria (PSD) e adesão ao projeto de Hildon Chaves, e a genial sacada da comunicação institucional da campanha transformando uma possível fraqueza em algo positivo, conectando o candidato a população, através do bordão “Tiozão”.

Não é apenas na observação empírica que se nota o crescimento de Hildon Chaves. Os números também confirmam a tendência. No início do mês de setembro, entre os dias 3 a 5, o Instituto Phoenix realizou sua oitava pesquisa em Rondônia. Na Capital, Hildon já reina em absoluto, cravando na sondagem 35.20%, contra 14,7% de Marcos Rogério (PL), e 9,5% de Adailton Fúria (PSD). Com o desembarque do Governo da campanha de Fúria e o crescimento das adesões com a mobilização de rua, Hildon certamente já cresceu mais 5 a 10 pontos percentuais em Porto Velho, consolidando-se na maior liderança da Capital.

Mas a sondagem da Phoenix abrangeu 13 municípios, e não apenas Porto Velho. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 2,9% para mais ou para menos. Levando-se em consideração apenas os votos válidos, o senador Marcos Rogério, candidato do PL, mantém a liderança com 29,8%; Fúria e Hildon aparecem tecnicamente empatados, mas com ligeira liderança para Chaves. Hildon tem 26,6% e Fúria 21,3%.

Em pesquisa, Hildon consolida campanha em Porto Velho e já mostra força na chegada com empate técnico com Fúria

Os demais concorrentes são Pedro Abib (MDB) com 9,4%; Expedito Netto (PT) com 7,6%; e Samuel Costa (PSB) com 6%.  O Phoenix prepara a nona sondagem novamente em 13 municípios e divulgará nos próximos dias.

Dados técnicos

Amostras: 1.123 eleitores
Período: 3 a 5 de setembro
Margem de erro: + ou – 2,9%
Nível de confiança: 95%
Registro no TRE-RO nº 02620-2026
Estatístico responsável: Augusto da Silva Rocha nº 7655
Abrangência: 13 municípios de Rondônia
Contratante: ABC Publicidade Ltda

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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GERAL

Vídeo: criminosos derrubam portão com carro, invadem casa e matam apenado a tiros em Porto Velho – Polícia

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Criminosos que estavam em um Gol preto derrubaram o portão de uma casa e mataram a tiros o apenado monitorado Alei Gama Gomes, 34 anos, na noite desta terça-feira (15), no bairro Lagoa, Zona Leste de Porto Velho. O grupo entrou no imóvel, localizado na rua Piramutaba, e disparou várias vezes contra Alei.

Câmeras de segurança registraram o Gol circulando pela região. Em determinado momento o veículo avança e derruba o portão. Logo em seguida são ouvidos tiros e gritos. Os criminosos então fogem.

Moradores acionaram socorro e a PM, mas Alei já estava morto.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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AGRONEGÓCIO

Justiça Rápida Itinerante atenderá moradores de Alta Floresta D´Oeste em outubro

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) participou, na última sexta-feira (21/8), no Centro Político Administrativo (CPA), em Porto Velho, da reunião e coletiva de imprensa do Comitê Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (CEPCIF).

A atividade teve como objetivo apresentar à mídia local o alinhamento de medidas de prevenção, resposta e cooperação entre os órgãos que integram o comitê, com foco nos cenários de estiagem, seca e incêndios florestais.

O CEPCIF reúne mais de 20 instituições que atuam na prevenção e no combate aos incêndios florestais em Rondônia. O comitê promove ações integradas para proteger o meio ambiente e reduzir os prejuízos causados pelas queimadas.

No encontro, o membro auxiliar do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) e coordenador do Núcleo de Combate ao Crime Ambiental (Nucam), promotor de Justiça Pablo Hernandez Viscardi, reforçou o enfrentamento estratégico do MPRO e órgãos parceiros contra os crimes ambientais em Rondônia.

Após os impactos severos das queimadas em 2024, o estado estabeleceu uma força-tarefa interinstitucional que prioriza a prevenção e a repressão de ilícitos em unidades de conservação.

“Esse evento vem expor essa atuação integrada, ao mesmo tempo, mostrar que o estado, o MPRO, as instituições responsáveis pela tutela ambiental do estado de Rondônia estão atentas e bem equipadas para continuar essas ações de repressão”, afirma Viscardi.

O promotor reforçou ainda que o monitoramento rigoroso visa desarticular organizações criminosas envolvidas no ciclo de desmatamento e uso ilegal do fogo.

Essa colaboração, segundo ele, resultou em uma redução significativa nos índices de degradação, tornando a região uma referência em segurança ambiental.

Planejamento para o período de seca

Durante a reunião, os órgãos que integram o comitê apresentaram as ações desenvolvidas para minimizar os impactos da estiagem. As iniciativas incluem planejamento, monitoramento de áreas vulneráveis e articulação entre instituições responsáveis pela proteção ambiental e pela segurança da população.

O gerente regional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Caê Lacerda, apresentou informações sobre previsões climáticas e os trabalhos de monitoramento realizados pelo órgão.

Já o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, tenente-coronel PM Railinson Baumann, detalhou as ações preventivas e repressivas voltadas ao combate de crimes ambientais.

Na sequência, o coordenador da Defesa Civil Estadual, Coronel BM Nivaldo Ferreira, apresentou dados sobre a formação de brigadistas, incluindo integrantes de povos originários.

O secretário executivo da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) destacou a ferramenta de monitoramento em tempo real dos focos de incêndio, utilizada para apoiar a tomada de decisões e a atuação das autoridades.

Também foram abordadas estratégias para fortalecer a integração entre as instituições durante o período de maior incidência de queimadas.
As ações do comitê visam ampliar a capacidade de resposta diante do aumento dos focos de incêndio e de situações que possam provocar danos ao meio ambiente e à saúde da população.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Fonte: Via: florestanoticias

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