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GERAL

BOPE prende três homens e apreende adolescente com 88 porções de drogas durante Operação Maximus na zona leste

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Ação da Polícia Militar na praça do bairro Flamboyant resultou na apreensão de cocaína, maconha e dinheiro obtido via transferências por PIX.

Três homens, com idades de 19, 21 e 28 anos, foram presos e um adolescente de 17 anos foi apreendido por guarnições do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) no início da madrugada desta quarta-feira, dia 4 de novembro de 2026, na praça do bairro Flamboyant, localizada na Rua Ribeira, na zona leste de Porto Velho.

A intervenção policial ocorreu durante o patrulhamento ostensivo da Operação Maximus. Na abordagem inicial, os policiais encontraram porções de maconha e a quantia de R$ 100 em espécie com os suspeitos. Durante a entrevista no local, as equipes identificaram a existência de um esquema organizado para a comercialização de entorpecentes, com divisão de tarefas entre os integrantes e recebimento de valores mediante transferências via PIX.

Em varredura realizada na área pública, os militares localizaram um recipiente escondido sob uma lixeira contendo 10 porções de cocaína e 10 de maconha. Dando continuidade à ação, um dos abordados indicou um segundo ponto de armazenamento em sua residência, onde foram encontradas mais 20 porções de cocaína e 48 de maconha escondidas na viga do telhado da varanda.

Ao todo, a operação resultou na apreensão de 88 porções de entorpecentes (30 de cocaína e 58 de maconha), três aparelhos celulares, uma motocicleta Yamaha Factor 125 e um capacete. Os três adultos foram autuados em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas, enquanto o adolescente apreendido foi apresentado na Central de Polícia acompanhado por sua mãe.

Fonte: newsrondonia

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Pará registra maior exploração madeireira dos últimos cinco anos

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O estado do Pará registrou 60.664 hectares de exploração madeireira entre agosto de 2024 e julho de 2025, a maior área desde o ciclo . Além disso, o resultado representa um aumento de mais de 40% em relação ao ciclo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024.

Divulgados nesta quarta-feira (4), os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da Rede Simex, formada por três instituições de pesquisa ambiental: Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e Imaflora.

Os pesquisadores cruzaram os registros de áreas de exploração madeireira, identificados por meio de imagens de satélite, com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos competentes.

Do total mapeado, 41.538 hectares (68%) foram explorados em áreas autorizadas e 19.126 hectares (32%) de forma ilegal.

O levantamento mostrou ainda que, enquanto a atividade autorizada cresceu mais de 83% em relação ao último ciclo, a realizada sem autorização diminuiu cerca de 6%.

Segundo a pesquisadora do Imazon, Camila Damasceno, a redução da extração ilegal é algo positivo. No entanto, a área ainda representa uma extensão equivalente a mais de 19 mil campos de futebol de florestas afetadas.

“Os números mostram que há muito a avançar. Precisamos fortalecer a fiscalização, ampliar as ações de combate e responsabilização dos infratores e criar mecanismos de incentivo ao manejo florestal, principalmente o comunitário”, afirmou a pesquisadora, em nota.

Para o coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Imazon, Carlos Souza Jr., apenas comemorar a queda percentual da área explorada de forma ilegal significaria ignorar o impacto concreto dessa perda na floresta.

“Considerando um cenário conservador de extração de duas a três árvores por hectare, foram derrubadas e inseridas no fluxo comercial entre 38 mil e 57 mil árvores, sem plano de manejo, vistoria ou rastreabilidade de sua procedência”, explica Carlos.

Ele acrescenta que, quando essa quantidade massiva de madeira chega ao mercado sem garantia de origem, todo o setor florestal é prejudicado. “[Isso enfraquece] os esforços de transparência e os investimentos de quem opera de forma regularizada no estado.”

Terras indígenas

O levantamento indicou que as terras indígenas do estado concentram apenas 2% de toda a atividade sem autorização detectada. De acordo com os especialistas do Imazon, o resultado reforça a importância desses territórios como barreiras à expansão de crimes ambientais.

Foram 424 hectares de extração de madeira ilegal entre agosto de 2024 e julho de 2025 nas terras indígenas. Segundo a Rede Simex, esse é o segundo menor volume da série histórica, ficando atrás apenas do calendário de agosto de 2019 a julho de 2020, quando foram identificados 158 hectares.

“A redução da extensão afetada não significa que o problema esteja resolvido. A ocorrência de exploração ilegal em uma área protegida é extremamente sensível e exige atenção urgente”, alertou Camila.

Os dados mostram que a ilegalidade identificada no período ficou concentrada em um único local: a Terra Indígena Amanayé. Segundo a pesquisadora, esta é a quinta vez consecutiva em que a TI aparece nos boletins da Rede Simex, o que evidencia a continuidade das invasões na região.

Ela ressalta que, além dos danos ambientais, essa exploração representa violações aos direitos dos povos originários. “Expõe as comunidades a conflitos, ameaças e restrições ao direito de circular livremente em sua própria terra, com possíveis impactos sobre a saúde e os modos de vida tradicionais.”

Fonte: Agencia Brasil

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Ministro André Mendonça concede prazo de 15 dias para PGR se manifestar sobre indiciamento de ex-banqueiro no caso BRB

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Relatório da Polícia Federal aponta fraude de R$ 2,7 bilhões em operações entre o Banco Master e a instituição financeira de Brasília.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu nesta quarta-feira, dia 4 de novembro de 2026, o prazo de 15 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o relatório parcial da Polícia Federal que indiciou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e mais 14 investigados. O parecer da PGR também abordará o pedido de prorrogação dos inquéritos por mais 60 dias.

Relator das investigações decorrentes da Operação Compliance Zero, o ministro analisa as apurações que apontam a atuação direta de Vorcaro em transações com carteiras de créditos irregulares enviadas pelo Banco Master ao Banco Regional de Brasília (BRB). Segundo o balanço apresentado pelos investigadores federais, o prejuízo financeiro causado às arcas do BRB é estimado em R$ 2,7 bilhões, envolvendo inclusive cessões de créditos inexistentes intermediadas pela empresa de fachada Tirreno.

Preso desde o mês de março no presídio da Papudinha, no Distrito Federal, Vorcaro nega a prática dos crimes. Em nota oficial, a defesa do ex-banqueiro contestou as conclusões do relatório policial, alegando que os negócios com as carteiras da Tirreno foram substituídos por ativos válidos, gerando resultados positivos ao BRB, e afirmou que nenhuma perícia oficial constatou rombo patrimonial.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual prazo foi concedido pelo STF para a manifestação da PGR no caso Master/BRB?

O ministro André Mendonça fixou o prazo de 15 dias para a PGR se posicionar sobre o indiciamento e a prorrogação das investigações.

Qual é o valor do prejuízo apurado pela Polícia Federal nas operações financeiras?

A investigação calcula que as transações irregulares de carteiras de crédito causaram um prejuízo de R$ 2,7 bilhões ao BRB.

Onde se encontra custodiado o ex-banqueiro Daniel Vorcaro?

Daniel Vorcaro cumpre prisão preventiva no presídio da Papudinha, localizado no Distrito Federal, desde março de 2026.

O que alegam os advogados de defesa do ex-banqueiro sobre o indiciamento?

A defesa sustenta que não há comprovação pericial de prejuízo ao BRB e afirma que os ativos sob suspeita foram substituídos por operações regulares.

 

Com informações de André Richter – Repórter da Agência Brasil

Fonte:newsrondonia

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Decreto que regulamenta fim da escala 6×1 será publicado na próxima segunda-feira, anuncia Ministério do Trabalho

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Regulamentação fixará o limite de oito folgas mensais e orientará a transição gradual para a jornada semanal de 40 horas.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, anunciou nesta quarta-feira, dia 4 de novembro de 2026, que o decreto presencial que regulamenta o fim da escala de trabalho 6×1 deverá ser publicado na próxima segunda-feira, dia 9 de novembro. O texto será alinhado em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, dia 5, estabelecendo as diretrizes para a aplicação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) promulgada pelo Congresso Nacional em 16 de outubro.

A norma garantirá o direito a, no mínimo, 8 folgas a cada período de 30 dias para os trabalhadores formais, permitindo a flexibilização das escalas mediante convenções e acordos coletivos entre empresas e sindicatos. O decreto orientará a transição para os setores de funcionamento contínuo como saúde, transporte e segurança, além de coordenar a redução gradual da carga horária limite de 44 horas para 40 horas semanais, cuja implementação está prevista para iniciar em 15 de dezembro de 2026.

Durante a apresentação dos dados do Caged, o ministro também criticou a volatilidade do mercado financeiro e os juros elevados praticados no país. Marinho defendeu a liberdade do Poder Executivo em dialogar com analistas e formuladores econômicos sobre modelos fiscais e monetários alternativos, classificando a taxa de juros atual como um obstáculo ao desenvolvimento produtivo e ao orçamento estatal.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quando será publicado o decreto de regulamentação do fim da escala 6×1?

O texto final do decreto está previsto para ser assinado e publicado na próxima segunda-feira, dia 9 de novembro de 2026.

Quantas folgas mensais serão garantidas aos trabalhadores sob o novo modelo?

A regulamentação fixa o direito a, no mínimo, 8 folgas a cada período de 30 dias, organizadas via negociação coletiva.

Quando começa a redução da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas?

A transição gradual da carga horária semanal tem início previsto a partir de 15 de dezembro de 2026.

Como funcionará a flexibilização das escalas para setores essenciais e contínuos?

As convenções regionais e nacionais definirão as combinações de jornadas, respeitando o limite mensal de descanso e as especificidades das atividades de saúde, transporte e segurança.

 

Com informações de Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Fonte:newsrondonia

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