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Governo de RO abre inscrições para intercâmbio acadêmico nos Estados Unidos

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De processos demorados à abertura em horas: o novo cenário do empreendedorismo em Rondônia

Com tecnologia, integração entre órgãos e políticas públicas de desburocratização, o governo de Rondônia tem transformado o ambiente de negócios no estado. Assista ao vídeo e veja como o sistema Empresa Fácil RO está tornando a abertura de empresas mais rápida, simples e acessível.

No primeiro trimestre de 2026, Rondônia registrou um crescimento histórico de 25,45% na abertura de empresas, com 11.405 novos negócios formalizados, contra 9.091 no mesmo período de 2025. O dado não representa apenas números, revela uma transformação estrutural no ambiente econômico do estado.

Há poucos anos, abrir uma empresa em Rondônia era um processo que exigia tempo, paciência e enfrentamento de etapas burocráticas. Muitos empreendedores viam seus planos esbarrarem na lentidão dos trâmites. Hoje, esse cenário mudou completamente.

EMPREENDER EM RONDÔNIA FICOU MAIS FÁCIL

CRESCIMENTO RECORDE IMPULSIONA ECONOMIA E OPORTUNIDADES

Evolução da abertura de empresas em Rondônia de 2019 a 2026, com projeção de novo recorde

O avanço expressivo é resultado direto de políticas públicas estratégicas adotadas pelo governo de Rondônia, aliadas à modernização dos serviços da Junta Comercial do Estado de Rondônia (Jucer).

Somente no mês de março de 2026, foram abertas 3.835 empresas, quase o dobro do registrado em março de 2024. Com isso, o estado já acumula 188.608 empresas formalizadas desde 2019, com projeção de alcançar cerca de 40 mil novas empresas até o final de 2026, superando o recorde anterior de 2025.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou o impacto das ações governamentais. “Rondônia vive um momento de transformação econômica. Estamos criando um ambiente favorável para quem quer empreender, com menos burocracia, mais agilidade e segurança jurídica. Isso se reflete diretamente na geração de emprego, renda e desenvolvimento para o nosso estado.”

SERVIÇOS E PEQUENOS NEGÓCIOS LIDERAM EXPANSÃO

O crescimento é puxado principalmente pelo setor de serviços, com destaque para:

  • Transporte rodoviário de cargas
  • Serviços de entrega
  • Segmento de beleza
  • Comércio varejista de vestuário

A maioria das novas empresas é formada por Microempreendedores Individuais (MEIs), mas também há aumento significativo de sociedades limitadas (LTDA), indicando amadurecimento do ambiente empresarial.

Porto Velho segue como principal polo empreendedor, acompanhada por municípios como Ji-Paraná, Ariquemes e Cacoal, que também apresentam forte dinamismo econômico.

ROTATIVIDADE NATURAL E SALDO POSITIVO FORTALECEM O MERCADO

O levantamento também aponta aumento de 25,79% no número de empresas baixadas, totalizando 5.985 registros. No entanto, esse movimento é considerado natural em um ambiente econômico aquecido.

O dado mais relevante é o saldo positivo: 5.420 novas empresas no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 25,08% em relação a 2025.

Esse resultado demonstra não apenas expansão, mas consolidação de um ambiente empreendedor ativo, dinâmico e resiliente.

TECNOLOGIA REDUZ TEMPO E TRANSFORMA A EXPERIÊNCIA DO EMPREENDEDOR

Um dos grandes marcos dessa transformação é o uso da tecnologia. Atualmente, abrir uma empresa em Rondônia pode levar, em média, apenas 3 horas e 54 minutos, sendo possível concluir processos de forma totalmente digital.

sistema Empresa Fácil RO revolucionou o acesso aos serviços ao integrar, em um único ambiente digital, dados da Receita Federal, órgãos estaduais e municipais, permitindo abertura, alteração e baixa de empresas com rapidez, segurança e praticidade.

Além da agilidade, a redução de custos também se tornou um dos principais avanços para quem deseja empreender no estado. Para empresas de baixo risco, a economia pode variar de 60% a 93% nos custos de abertura. O valor médio, que antes chegava a R$ 5.099,15, passou para R$ 387,89 em janeiro de 2026, considerando os 15 municípios com maior número de empresas. Já empreendimentos que não se enquadram como baixo risco também podem ter redução de custos, com dispensas específicas por órgão, como nos casos em que não há necessidade de pagamento de licenciamento junto ao Corpo de Bombeiros ou à Vigilância Sanitária, mantendo apenas exigências ambientais. Outro avanço importante é a adoção de assinaturas avançadas pelo gov.br, eliminando a necessidade de certificados digitais e tornando o processo ainda mais acessível.

O presidente da Jucer, Clébio Billiany de Mattos, reforçou a importância da inovação. “A modernização dos serviços trouxe mais eficiência e acessibilidade ao empreendedor. Hoje, Rondônia é referência em desburocratização, com processos rápidos, digitais e integrados. Isso fortalece o ambiente de negócios e estimula novos investimentos.”

HISTÓRIAS QUE REPRESENTAM O NOVO MOMENTO DO EMPREENDEDORISMO

Por trás dos números recordes, estão histórias reais de quem decidiu empreender e encontrou um ambiente mais favorável em Rondônia. É o caso da empresária Térlua Barroso, proprietária de uma hamburgueria, que atua no segmento de alimentação e já conta com seis colaboradores.

“O processo de abertura do nosso negócio foi extremamente simples e rápido, graças à integração dos órgãos públicos pelo sistema Empresa Fácil RO. Conseguimos realizar o registro automático na Jucer e já estamos avançando com a emissão das licenças. Além disso, tivemos isenção de taxas, o que tornou tudo ainda mais acessível”, destacou.

Segundo Térlua, a formalização trouxe benefícios importantes desde o início das atividades. “Hoje podemos emitir notas fiscais, acessar crédito e garantir mais segurança jurídica. Isso também aumenta a credibilidade com nossos clientes e parceiros. Sem dúvida, ficou muito mais fácil empreender em Rondônia”, afirmou.

Com expectativa de crescimento contínuo, a empreendedora pretende expandir o negócio, fortalecer a marca e aproveitar novas oportunidades no mercado.

REDESIM E INTEGRAÇÃO GARANTEM MAIS AGILIDADE E SEGURANÇA

A transformação do ambiente empresarial também é resultado da atuação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), instituída pela Lei nº 11.598/07.

Em Rondônia, a Redesim é operada pela Jucer por meio do sistema Empresa Fácil RO, promovendo:

  • Integração entre Junta Comercial, Receita Federal, Sefin e prefeituras
  • Entrada única de dados para abertura de empresas
  • Processos 100% digitais, sem uso de papel
  • Possibilidade de legalização em até 24 horas para atividades de baixo risco

Esse modelo integrado elimina burocracias, reduz custos e garante mais segurança jurídica para quem deseja empreender.

MENOS BUROCRACIA E MAIS DESENVOLVIMENTO

As melhorias implementadas trazem benefícios diretos para empreendedores, municípios e sociedade:

PARA O EMPREENDEDOR:

  • Redução no tempo e custo de abertura
  • Ambiente digital único, simples e seguro
  • Menos deslocamentos e mais agilidade

PARA OS MUNICÍPIOS:

  • Otimização de processos
  • Padronização e modernização da gestão

PARA A SOCIEDADE:

  • Redução da informalidade
  • Geração de empregos formais
  • Crescimento econômico sustentável

Além disso, com base na Lei da Liberdade Econômica, atividades de baixo risco passaram a ter dispensa de licenciamento prévio, tornando o processo ainda mais rápido.

ANTES E DEPOIS: UM ESTADO MAIS COMPETITIVO E EMPREENDEDOR

Evolução da abertura de empresas em Rondônia de 2019 a 2026, com projeção de novo recorde

Se antes abrir uma empresa era um desafio, hoje Rondônia se consolida como um dos estados mais ágeis e favoráveis ao empreendedorismo no país.

A combinação entre políticas públicas, tecnologia e integração entre órgãos criou um novo ciclo de crescimento econômico, onde empreender se tornou mais simples, rápido e acessível.

Com inovação, eficiência e compromisso com o desenvolvimento, Rondônia segue batendo recordes e fortalecendo o ambiente de negócios, consolidando-se como referência nacional em modernização e desburocratização.

ATENDIMENTO AO EMPREENDEDOR

A Jucer mantém canais diretos para suporte ágil e acessível:

  • (69) 3212-8350
  • (69) 9 9603-9044
  • (69) 9 8455-4673
  • (69) 9 9984-2722
  • (69) 9 9600-0292 (14h às 20h)
  • Ouvidoria: (69) 9 9982-2065

E-mails: [email protected] | [email protected]

Fonte
Texto: Jane Carvalho
Fotos: Ésio Mendes / Infográficos: Jucer
Secom – Governo de Rondônia

Fonte: Via: florestanoticias

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Politica

Terras indígenas impulsionadas em polos de bioeconomia na Amazônia com ações do governo de RO

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Rondônia está consolidando em 2026 um novo ciclo de desenvolvimento para as comunidades indígenas, ao integrar a preservação da floresta com o desenvolvimento econômico por meio de ações estratégicas.

As terras são convertidas em lavouras produtivas e sustentáveis e diversas etnias rondonienses conquistam a transição da condição de subsistência para o protagonismo econômico, com apoio do governo de Rondônia por meio da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater Indígena).

Diversas etnias rondonienses conquistam a transição da condição de subsistência para o protagonismo econômico, com apoio do Governo

Entre as ações desenvolvidas em 2026 para somar com os avanços, destaca-se a parceria estratégica entre o governo de Rondônia, por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO), e o uma instituição financeira, em que o programa “Ater Indígena” viabilizou a consolidação de 20 projetos agrícolas e pecuários, somando um investimento que ultrapassa R$ 1 milhão.

A família de Solange Suruí conquistou apoio para investir no sistema de irrigação do cafezal. Ela faz parte do novo capítulo na história da agricultura familiar de Rondônia que está sendo escrito na Terra Indígena Sete de Setembro.

Foi ela quem motivou a família a investir no café em 2019 e deu bons frutos. Solange conquistou o terceiro lugar em 2022 em um concurso nacional destinado a valorizar as mulheres produtoras de café, o Florada Premiada.

A família de Solange Suruí conquistou apoio para investir no sistema de irrigação

EVOLUÇÃO

A história do café para o povo Paiter Suruí teve início na década de 1980, a partir de lavouras remanescentes deixadas por colonizadores. Inicialmente, a atividade era voltada à subsistência. ‘‘Vendia de qualquer jeito, não sabia a importância do café na época.

Mas, a partir de 2019, surgiu a parceria de uma indústria com nosso povo e começou a dedicação de nosso trabalho com café especial. A minha família fez a roça, onde foi desmatada a floresta pelo não indígena, e hoje nós cultivamos a lavoura de café e plantamos também cacau, banana e replantamos floresta para manter em volta do cafezal para gerar sustentabilidade.

Solange guarda na memória com muito orgulho o momento em que subiu ao palco para receber o troféu de terceira colocada como melhor café do Brasil. ‘‘Isso foi muito emocionante para mim, é uma conquista histórica para o meu povo.

Desde aquele momento, não parei mais; amo muito trabalhar o café especial com carinho e agora conquistamos mais um sonho ao ter financiamento para irrigação da nossa lavoura e estamos na expectativa de colher a melhor produção dessa safra de 2026. O café tornou-se parte da cultura do povo Paiter e é muito valorizado.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Dos 20 projetos aprovados, o sistema de irrigação aparece como o item de maior demanda. Os recursos foram destinados à aquisição de maquinários como motocultivadores, roçadeiras e pulverizadores, além do custeio de horas-máquina para preparação do solo e construção de local para armazenamento de água e alimentar o sistema de irrigação. No eixo da pecuária, o crédito possibilitou a aquisição de matrizes bovinas e a recuperação total de pastagens, com respeito às diretrizes ambientais.

O sucesso desta operação financeira é atribuído ao acompanhamento técnico rigoroso liderado pela equipe da Emater-RO. O corpo técnico adaptou a elaboração das propostas à realidade cultural dos povos indígenas, garantindo que o crédito fosse acompanhado de orientações sobre tratos culturais e produtividade. Um dos pilares do projeto é a sustentabilidade: o acesso ao recurso é condicionado à vedação total de supressão de floresta nativa e ao alinhamento com o Plano de Gestão da Terra Indígena (PGTI). Com isso, áreas de pastagem subutilizadas estão sendo convertidas em lavouras produtivas e sustentáveis.

TERRAS INDÍGENAS PRODUTIVAS

Governo destaca ações para impulsionar desenvolvimento nas terras indígenas

O estado abriga 22 Terras Indígenas (TIs) demarcadas e homologadas, onde vivem mais de 21 mil indígenas, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São diversas etnia, entre elas os Paiter Suruí, Cinta Larga, Karitiana, Oro Wari, Gavião e Tupari.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, pontua que a presença do governo dentro das terras indígenas respeita a floresta e as especificidades de cada terra indígena para gerar renda e uma vida de melhor qualidade.

“A produção indígena é um dos pilares do agronegócio sustentável de Rondônia, e destaca-se pela excelência da produção tanto em qualidade quanto em sustentabilidade, em uma combinação de conhecimento tradicional, tecnológico e melhores práticas agrícolas, resultado da dedicação dos indígenas, que tanto têm contribuído para a evolução do estado.

De dentro das terras indígenas estão brotando, por exemplo, cafés premiados; amêndoas de cacau de qualidade para produção de chocolates; castanhas; farinha; peixes; banana, melancia, abacaxi; uma diversidade de produções, que evidenciam as aldeias como polos de bioeconomia no estado.’’

AÇÕES ESTRATÉGICAS EM 2026

O diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho, explica que, em 2026, o governo de Rondônia investe na conquista de crédito rural para os indígenas e na expansão da emissão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) como parte de um pacote robusto de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER Indígena), por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO).

Só em Guajará-Mirim foram realizados, este ano, 448 CAFs, beneficiando as etnias Oro Nao, Oro Waram Xijein, Oro Waram e Oro Mon.

Emater investe na conquista de crédito rural para os indígenas e na expansão da emissão do CAF

“O CAF não é apenas um registro; é considerado um documento essencial para acesso ao crédito e aos programas governamentais de incentivo à agricultura. Por meio das frentes de serviço da Emater-RO, o Estado chega às aldeias mais remotas para realizar o levantamento produtivo e a regularização das famílias e dá oportunidades para que as terras indígenas sejam produtivas, sustentáveis e melhorem a renda das comunidades indígenas, a exemplo da conquista de crédito para que os indígenas possam investir nas cadeias produtivas. São iniciativas assim que fazem de Rondônia referência nacional em assistência técnica para comunidades indígenas”, afirmou.

ATER INDÍGENA EM RONDÔNIA

A atuação do governo de Rondônia na Ater Indígena baseia-se na entrega de suporte técnico que respeita a cultura e o território:

  • Sustentabilidade: foco na recuperação de áreas degradadas e no manejo da biodiversidade local;
  • Valorização Tradicional: Integração de práticas e saberes indígenas às técnicas agrícolas;
  • Acesso a Políticas Públicas: facilitação do acesso aos programas dos governos e a linhas de crédito, por exemplo;
  • Desenvolvimento Rural: assistência técnica especializada para o desenvolvimento sustentável em terras indígenas.

Fonte
Texto: Vanessa Moura
Fotos: Daiane Mendonça/Arquivo Emater
Secom – Governo de Rondônia

Fonte: Via: florestanoticias

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Alta Floresta: Colisão entre carro e moto mobiliza socorro no bairro Santa Felicidade

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Acidente ocorreu na Rua Sergipe; motociclista sofreu ferimento leve na testa e passa bem.

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Fonte: Via: florestanoticias

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Forças de segurança de Rondônia participam de operação integrada contra o crime organizado

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A investigação foi conduzida pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) e a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Machadinho d’Oeste

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) conduziu a investigação epidemiológica de um caso raro registrado em Rondônia, envolvendo o óbito de uma criança de nove anos, ocorrido no dia 3 de abril, no Hospital Regional de Cacoal.

A paciente era residente no município de Machadinho d’Oeste e, o diagnóstico foi confirmado no dia 10 de abril, após análise laboratorial que identificou o agente causador como Naegleria fowleri (ameba microscópica de vida livre).

A partir das narinas, a ameba migra pelo nervo olfatório até o cérebro, onde provoca destruição do tecido cerebral e inflamação, resultando na meningoencefalite amebiana primária (MAP).

A investigação foi conduzida de forma integrada entre estado e município, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Machadinho d’Oeste, com envio de amostras ao Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen/RO) e análise confirmatória pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo.

A ação contou com atuação direta da Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica da Agevisa/RO, responsável pelo levantamento epidemiológico, análise do possível local de exposição e orientação técnica às equipes de saúde dos municípios envolvidos.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que “o estado mantém estrutura preparada para responder a eventos de saúde pública, garantindo investigação criteriosa e transparência nas informações.”

De acordo com o diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, a infecção por Naegleria fowleri é extremamente rara e ocorre exclusivamente quando água contaminada entra pelas vias nasais, geralmente durante atividades em água doce não tratada.

“A doença não é transmitida pela ingestão de água contaminada, nem de pessoa para pessoa. A infecção ocorre apenas pela entrada da água pelo nariz”, reforçou.

ORIENTAÇÕES

A orientação é adotar medidas preventivas, como evitar o contato de água não tratada nas narinas

A chefe do Núcleo de Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Agevisa/RO, Surlange Ramalhães, que acompanhou a investigação do caso, orienta a população a adotar medidas preventivas, como evitar o contato de água não tratada nas narinas, especialmente durante mergulhos ou submersões em rios, lagos e açudes, principalmente em locais sem tratamento adequado.

Também é recomendado o uso de água tratada ou fervida para higiene nasal e atenção à qualidade da água utilizada em atividades domésticas, como lavagem de objetos ou utensílios que possam ter contato com as vias respiratórias.

SINTOMAS

Os sintomas iniciais da infecção incluem dor de cabeça, febre, náuseas e vômitos, podendo evoluir rapidamente para quadros graves. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente atendimento médico para avaliação.

Importante reforçar que o risco de contrair a meningoencefalite amebiana primária causada por Naegleria fowleri é extremamente baixo, mesmo em áreas onde a ameba está presente.

A Agevisa/RO segue monitorando o caso e reforçando as ações de vigilância em saúde, com orientação aos profissionais e acompanhamento epidemiológico. A atuação integrada com municípios e instituições laboratoriais garante resposta rápida e qualificada, contribuindo para a proteção da população.

Fonte
Texto: Aurimar Lima
Fotos: Lidiane Pereira
Secom – Governo de Rondônia

Fonte: Via: florestanoticias

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