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TJRO alerta população sobre golpes com falsas decisões judiciais e cobranças indevidas – Geral

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O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) alerta a população sobre a ocorrência de golpes praticados por criminosos que utilizam indevidamente informações de processos judiciais, nomes de magistrados e advogados, além de documentos falsificados para tentar obter vantagens financeiras de jurisdicionados.

O alerta foi reforçado após comunicação encaminhada pela 2ª Vara de Fazenda e Saúde Pública da Comarca de Porto Velho relatando uma tentativa de fraude em que a vítima foi abordada por meio de aplicativo de mensagens. Na ação criminosa, foram utilizados dados reais de um processo judicial, incluindo seu número e a identificação de autoridade judicial, para conferir aparência de legitimidade ao golpe.

De acordo com as informações apresentadas, os criminosos enviaram à vítima um documento falsificado simulando uma decisão judicial e, em seguida, solicitaram o pagamento de supostas custas processuais. A fraude foi identificada antes da realização de qualquer pagamento, evitando prejuízos financeiros.

Como se proteger

Diante desse tipo de ocorrência, o TJRO reforça que o Poder Judiciário não realiza solicitações de pagamento por meio de aplicativos de mensagens, ligações telefônicas ou outros contatos informais. Informações relacionadas a processos judiciais devem ser verificadas exclusivamente pelos canais oficiais do Tribunal ou diretamente com os advogados regularmente constituídos nos autos.

Também é recomendável evitar o compartilhamento de informações processuais e dados pessoais com terceiros. Mensagens que contenham cobranças, pedidos de transferência bancária ou alegações de urgência devem ser analisadas com cautela e confirmadas antes da adoção de qualquer medida. Em situações suspeitas, a orientação é interromper imediatamente o contato e buscar esclarecimentos por meio dos canais oficiais do Poder Judiciário ou entrar em contato direto com o seu advogado, se for o caso.

Registro de ocorrência é fundamental

O Tribunal também orienta que vítimas ou potenciais vítimas de fraudes dessa natureza realizem o registro de ocorrência junto à Polícia Civil, permitindo que as autoridades competentes adotem as medidas investigativas cabíveis para identificação e responsabilização dos envolvidos.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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TÍTULO: Delegado Camargo cobra providências diante de novas áreas indígenas em estudo e alerta para impacto territorial em Rondônia

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SUBTÍTULO: Deputado diz que informações oficiais da Funai revelam avanço de estudos e reivindicações para novas demarcações em Rondônia.
O deputado estadual Delegado Camargo voltou a cobrar uma atuação mais firme do Governo de Rondônia diante do avanço de estudos e reivindicações para novas demarcações de terras indígenas no estado.
Durante audiência pública sobre zoneamento socioeconômico e ambiental, o parlamentar apresentou informações que, segundo ele, foram obtidas por meio de ofício encaminhado à Fundação Nacional dos Povos Indígenas, Funai, em 2023. Os dados apontam que Rondônia possui atualmente 23 terras indígenas já demarcadas, além de outras seis áreas em estudo e dez áreas reivindicadas.
“Em 2023, eu oficiei a Funai e a ministra, pedindo que me informassem quantas áreas indígenas, segundo dados oficiais, o estado de Rondônia possui”, afirmou o deputado.
Segundo Camargo, a resposta recebida apontou a existência de 23 terras indígenas demarcadas em Rondônia. O parlamentar disse ter solicitado também informações sobre novas áreas em processo de análise e territórios reivindicados por comunidades indígenas.
“Eu fui além e perguntei: me diga quantas outras áreas estão em estudo para serem demarcadas. Mais seis. E quantas áreas ainda estão reivindicadas? Mais dez”, declarou.
Para o deputado, os números demonstram a necessidade de acompanhamento permanente por parte do Governo do Estado, especialmente diante dos efeitos que novos processos de demarcação podem causar sobre propriedades, municípios, cadeias produtivas e planejamento territorial.
Camargo afirmou que vem alertando há três anos sobre a necessidade de Rondônia participar ativamente das discussões conduzidas em âmbito federal e buscar interlocução direta com os órgãos responsáveis.
“Faz três anos que eu aviso isso. Faz três anos que eu comunico ao Governo do Estado que há estudos do Governo Federal demarcando território em Rondônia e o governo nada faz. É omisso”, criticou.

O parlamentar também questionou iniciativas que, segundo ele, poderiam utilizar recursos estaduais para financiar estudos antropológicos ligados a novas demarcações. Camargo afirmou que apresentou emenda para retirar essa previsão de um projeto encaminhado à Assembleia Legislativa.

“Teve projetos de lei encaminhados para esta Casa aportando dinheiro do povo, do contribuinte, para financiar estudos antropológicos para demarcação de novas terras indígenas. Graças a uma emenda de minha autoria, isso foi retirado do projeto”, disse.

Na avaliação do deputado, o debate precisa ser tratado com responsabilidade e transparência, sem ignorar os impactos que decisões territoriais podem gerar para produtores, proprietários e municípios.

Camargo defendeu que o Governo de Rondônia deixe de atuar apenas de forma reativa e passe a acompanhar, desde o início, os processos que envolvem estudos, reivindicações e possíveis demarcações.

“É preciso colocar em locais do Executivo pessoas com coragem para enfrentar os problemas que o nosso estado precisa”, afirmou.

Ao final, Delegado Camargo reforçou que seguirá cobrando esclarecimentos e providências para que Rondônia não seja surpreendida por decisões que afetem diretamente seu território e sua atividade produtiva.

“Não iremos desistir do estado de Rondônia”, concluiu.

TEXTO: WELIK SOARES

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TÍTULO: Embargos ambientais sufocam produtores e ameaçam direito de propriedade em Rondônia, alerta Delegado Camargo

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SUBTÍTULO: Deputado afirma que restrições ambientais, falta de resposta do Governo do Estado e dificuldades de acesso a crédito e mercado têm colocado proprietários rurais em cenário de insegurança e prejuízo.

O avanço de embargos ambientais e a ausência de uma atuação firme do Governo de Rondônia diante das restrições impostas ao setor produtivo foram alvo de críticas do deputado estadual Delegado Camargo durante audiência pública sobre zoneamento socioeconômico e ambiental.

Em pronunciamento contundente, o parlamentar alertou que produtores e proprietários rurais vivem hoje sob risco permanente de perder condições de produzir, financiar suas atividades e comercializar seus produtos, mesmo quando o problema está concentrado em uma área específica da propriedade.

Para Camargo, o zoneamento e os embargos passaram a representar uma ameaça direta ao direito de propriedade e à sobrevivência econômica de famílias que dependem da terra.

“É a partir desse estudo de zoneamento que o Estado vai intervir naquilo que é seu. O zoneamento diz: aqui você pode desenvolver pecuária, aqui pode plantar tantos hectares. Em uma linguagem simples, o assunto trata do poder do Estado dizendo aquilo que você pode e não pode fazer com o que é seu”, afirmou.

O deputado destacou que o produtor rural não está diante de uma discussão distante ou meramente burocrática. Segundo ele, decisões administrativas, embargos e novas restrições territoriais podem inviabilizar atividades que sustentam famílias, empregos e a economia dos municípios rondonienses.

“Depois do direito à vida, à liberdade física e de expressão, o direito à propriedade é o direito mais sagrado que existe. Então, nós estamos tratando aqui de um tema de extrema importância”, declarou.

Embargo deixa de atingir apenas a área e alcança o produtor

O ponto central levantado por Delegado Camargo foi o efeito dos embargos ambientais sobre a vida financeira e produtiva do proprietário. Para ele, embora o embargo recaia formalmente sobre determinada área, as consequências ultrapassam os limites do imóvel e atingem diretamente o CPF do produtor.

“Quando há um embargo, não diz respeito tão somente à área. Acaba caindo sobre o CPF do proprietário”, afirmou.

Na prática, segundo o parlamentar, o produtor passa a enfrentar obstáculos que vão muito além da restrição no local embargado. A atividade rural pode perder acesso a financiamento, enfrentar exigências adicionais de bancos, ter dificuldade para movimentar rebanhos e sofrer limitações para vender sua produção.

Camargo citou situações em que o produtor possui outra propriedade, inclusive em outro estado, sem qualquer relação com a área embargada, mas ainda assim passa a carregar os efeitos da restrição.

“Às vezes, ele tem uma outra área lá no Paraná, que não tem nada a ver, e já tem uma mancha no seu CPF em razão de um embargo, muitas vezes colocado de forma equivocada”, disse.

Para o deputado, essa situação cria uma punição que extrapola a área questionada e compromete toda a capacidade produtiva de quem vive do campo.

“O produtor fica marcado. Ele perde crédito, enfrenta resistência para vender, vê o frigorífico deixar de comprar e começa a ter dificuldade até para manter a atividade funcionando. Isso não atinge só uma propriedade. Atinge uma família inteira, trabalhadores, fornecedores e a economia dos municípios”, sustentou.

Crédito negado, produção travada e frigoríficos sem comprar

Durante a audiência, Delegado Camargo afirmou que os embargos têm provocado uma cadeia de prejuízos que atinge diretamente o agronegócio e a agricultura familiar de Rondônia.

Segundo ele, instituições financeiras passaram a impor restrições ao crédito rural quando há apontamentos ambientais relacionados ao produtor, o que pode impedir custeio, investimento, compra de insumos e continuidade da produção.

“Há um plano de ação para asfixiar o agro, com embargos, com a Febraban negando financiamento para os produtores”, declarou.

O deputado também criticou a dificuldade enfrentada por produtores na comercialização de animais, destacando casos em que frigoríficos deixam de adquirir gado de propriedades atingidas por restrições ambientais.

“Frigoríficos que não compram mais. Governo do Estado que omite a emissão de GTA para o Soldado da Borracha, numa completa covardia, colocando dificuldades onde não existe”, afirmou.

A Guia de Trânsito Animal, conhecida como GTA, é documento essencial para o transporte regular de animais. Para Camargo, qualquer entrave administrativo na emissão dessa documentação pode travar a atividade produtiva e gerar prejuízos imediatos ao produtor, especialmente em regiões cuja economia depende da pecuária.

Porto Velho concentra grande número de áreas embargadas

Ao apresentar mapas durante a audiência, o deputado apontou a dimensão das áreas submetidas a diferentes tipos de restrição em Rondônia, incluindo unidades de conservação, terras indígenas, áreas quilombolas, zonas de amortecimento e embargos ambientais.

Camargo chamou atenção para a situação de Porto Velho, que, segundo ele, concentra o maior número de áreas embargadas entre as capitais brasileiras.

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“Olhe a realidade de Rondônia hoje. Esta é a atual situação do nosso estado: uma perseguição, seja ela por ação, como nos embargos do Governo Federal, seja uma perseguição por omissão do Governo do Estado, que, mesmo sabendo dessa situação, nunca interveio para encontrar uma solução concreta”, afirmou.

O parlamentar sustenta que o problema não está apenas na imposição de restrições, mas na falta de uma política estadual capaz de defender quem produz, orientar proprietários e atuar antes que os prejuízos se tornem irreversíveis.

Crítica à omissão do Governo do Estado

Delegado Camargo afirmou que vem alertando há três anos sobre estudos, processos de demarcação e medidas que podem impactar diretamente o território e a atividade produtiva em Rondônia.

Segundo ele, o Governo do Estado deveria ter atuado com antecedência junto aos órgãos federais, acompanhado os estudos e construído uma posição firme em defesa dos produtores rondonienses.

“Faz três anos que eu aviso isso. Faz três anos que eu comunico ao Governo do Estado que há estudos do Governo Federal demarcando território em Rondônia e o governo nada faz. É omisso”, disse.

O deputado ressaltou que o Estado não pode simplesmente assistir enquanto produtores são atingidos por embargos, restrições de crédito e barreiras comerciais.

“Ei, Governo do Estado. Sai daí, vai lá conversar. Viaja para Brasília, resolve. Mas o que temos é um silêncio ensurdecedor”, criticou.

Para Camargo, a omissão do Executivo estadual agrava os efeitos das ações federais e deixa proprietários rurais sem respaldo diante de um sistema que, segundo ele, tem sufocado a produção.

“Muitas vezes, pior que a ação é a omissão daquele que deveria defender não apenas o seu território, mas os interesses do seu povo”, afirmou.

Produtor precisa de segurança para trabalhar

Ao encerrar sua fala, Delegado Camargo defendeu que Rondônia reaja ao que classificou como um processo de asfixia contra o setor produtivo. Para ele, o produtor precisa saber com clareza quais são as regras, ter acesso a meios de regularização e, principalmente, não ser impedido de trabalhar por falhas, omissões ou decisões que ultrapassem os limites da razoabilidade.

A defesa levantada pelo parlamentar é de que o Estado assuma protagonismo na proteção do direito de propriedade, no acompanhamento das restrições territoriais e na garantia de que embargos ambientais não sejam usados como instrumento de inviabilização econômica de quem produz.

“Nós não iremos desistir do estado de Rondônia. É preciso colocar no Executivo pessoas com coragem para enfrentar os problemas que o nosso estado precisa”, concluiu.

TEXTO: WELIK SOARES

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TÍTULO: Delegado Camargo repudia fala de Lula sobre policiais e afirma que declaração coloca cidadão contra forças de segurança

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SUBTÍTULO:  Em vídeo divulgado nas redes sociais, deputado estadual e delegado de polícia criticou comentário do presidente sobre delegacias e defendeu o fortalecimento da confiança da população nas forças policiais.

O deputado estadual Delegado Camargo repudiou, em vídeo publicado em suas redes sociais, uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre delegados e policiais. Para o parlamentar, a fala generaliza a atuação das forças de segurança e contribui para enfraquecer a confiança da população em instituições que recebem cidadãos vítimas de crimes todos os dias.

A declaração de Lula ocorreu em 10 de junho, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, ao comentar uma proposta do Governo Federal para facilitar a devolução de celulares roubados por meio dos Correios. Na ocasião, o presidente afirmou que uma pessoa poderia ter receio de entregar um aparelho em uma delegacia por não saber “que tipo de delegado” encontraria.

Para Delegado Camargo, a afirmação atinge diretamente profissionais que atuam na linha de frente do combate ao crime e da proteção às vítimas.

“Eu sou delegado de polícia e preciso dizer com toda clareza: mais uma vez Lula tenta manchar a imagem de nós, policiais. Quando ele diz que o cidadão tem medo de ir a uma delegacia porque não sabe o tipo de delegado ou o tipo de policial que vai encontrar, ele não está apenas atacando uma categoria. Ele está tentando quebrar a confiança da população na polícia”, afirmou.

O deputado destacou que a delegacia representa, frequentemente, o primeiro local procurado por quem sofreu violência, ameaça, roubo ou qualquer outra violação. Segundo ele, é ali que mães buscam ajuda para localizar filhos desaparecidos, mulheres ameaçadas procuram proteção e trabalhadores registram crimes após terem bens e documentos levados por criminosos.

“A delegacia não é o problema. A delegacia é onde a vítima chega quando o crime já bateu na porta. É ali que a mãe procura o filho desaparecido. É ali que a mulher ameaçada busca proteção. É ali que o trabalhador tenta recuperar o celular roubado, o patrimônio perdido e a paz que o criminoso arrancou da sua família”, declarou.

No vídeo, Camargo também criticou o que considera uma inversão no discurso sobre segurança pública. O parlamentar citou declarações anteriores de Lula, como a fala de outubro de 2025 em que o presidente afirmou que traficantes seriam “vítimas dos usuários também”, ao tratar do combate às drogas. Após a repercussão, Lula reconheceu que a frase foi mal colocada.

O deputado mencionou ainda a fala recente sobre pessoas encontradas com celulares roubados, quando Lula afirmou que elas poderiam sofrer uma “punição desnecessária” caso fossem flagradas com os aparelhos.

“Para delegado e policial, Lula lança desconfiança. Mas para traficante, ele diz que também é vítima dos usuários. Para quem está com celular roubado, ele fala em punição desnecessária. Para o crime, sempre existe uma explicação. Para a polícia, sempre existe uma acusação”, disse Camargo.

O parlamentar afirmou que o medo da população não é provocado pela presença policial, mas pela criminalidade e pela impunidade.

“Quem coloca medo no cidadão não é o delegado. É o bandido. Quem destrói famílias não é a polícia. É o crime. Quem faz a vítima ter medo de sair de casa não é a delegacia. É a impunidade”, ressaltou.

Ao encerrar a manifestação, Delegado Camargo reafirmou seu posicionamento em defesa das vítimas, das famílias e dos profissionais da segurança pública.

“O Brasil precisa escolher de que lado está. Do lado de quem protege a sociedade ou do lado de quem relativiza o crime. Da minha parte, eu não tenho dúvida. Eu estou do lado da vítima, do trabalhador, da família e dos policiais que enfrentam o crime todos os dias. Porque quando um presidente enfraquece a polícia, ele não protege o pobre. Ele protege o criminoso que faz do pobre a sua primeira vítima.”

TEXTO: WELIK SOARES

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