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TRE não vê irregularidades e libera pesquisa do Instituto Veritá que apontou grande crescimento da candidatura de Marcos Rogério – Política

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O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) liberou, por unanimidade, nesta quinta-feira (11), a divulgação da pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Veritá, que apresentava grande crescimento da candidatura do senador Marcos Rogério (PL) em maio. O PSD, de Adailton Fúria recorreu à Justiça para impedir a divulgação dos dados. Segundo a sondagem, de maio, Marcos Rogério tinha 42,5%, Adailton Fúria 22,2% e o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, cravou 21,7%. 

A decisão do TRE foi tomada seguindo voto da relatora do caso, juíza Letícia Botelho (foto), que considerou improcedente a representação. A Procuradoria Regional Eleitoral também foi contra.

Com o julgamento, foi revogada a tutela provisória que havia suspendido a divulgação do levantamento.

Na ação, o PSD apontava supostas irregularidades na pesquisa, entre elas divergência no período de coleta informado no registro, questionamentos sobre a metodologia adotada, alegada insuficiência de detalhamento territorial da amostra, inclusão de perguntas consideradas estranhas ao objeto do levantamento e supostas falhas na comprovação do autofinanciamento.

Decisão

Ao analisar o caso, a relatora destacou que o controle exercido pela Justiça Eleitoral sobre pesquisas tem caráter predominantemente formal, voltado à garantia da transparência, da publicidade e da possibilidade de fiscalização dos levantamentos, sem substituir os institutos na definição dos critérios estatísticos utilizados.

Sobre a divergência entre as datas de coleta registradas no sistema oficial e aquelas constantes do questionário aplicado aos entrevistados, a magistrada afirmou que a inconsistência justificou a concessão inicial da medida cautelar, mas não ficou demonstrado que o fato tenha provocado prejuízo concreto à fiscalização, manipulação de dados ou comprometimento da confiabilidade da pesquisa.

Em relação à metodologia, Letícia Botelho ressaltou que cabe à parte que questiona o levantamento apresentar elementos técnicos objetivos capazes de demonstrar deficiência apta a comprometer os resultados, não sendo suficiente a mera discordância quanto ao método utilizado.

O voto também afastou a alegação de irregularidade relacionada ao plano amostral e à distribuição geográfica das entrevistas. Segundo a relatora, não houve demonstração de prejuízo efetivo à fiscalização nem comprovação de que o instituto tenha deixado de prestar as informações exigidas pela legislação.

Quanto à inclusão de perguntas apontadas como estranhas ao objeto da pesquisa, a juíza entendeu que questionamentos relacionados ao cenário político-eleitoral não invalidam automaticamente o levantamento. Para isso, seria necessária a comprovação de indução dos entrevistados, manipulação do questionário ou contaminação das respostas sobre intenção de voto.

A magistrada também rejeitou os questionamentos sobre o autofinanciamento da pesquisa. De acordo com o voto, não foram apresentados elementos que demonstrassem falsidade documental, insuficiência relevante na comprovação financeira ou origem ilícita dos recursos empregados.

Ao concluir a análise, a juíza Letícia Botelho afirmou que eventuais falhas apontadas não foram acompanhadas de provas capazes de demonstrar fraude, manipulação ou irregularidade técnica grave que justificasse a manutenção da suspensão da pesquisa.

Com o voto da relatora acompanhado pelos demais integrantes da Corte, o TRE de Rondônia autorizou a divulgação do levantamento eleitoral do Instituto Veritá.

Veja os dados técnicos da pesquisa:

  • período de realização da coleta de dados: 4 a 8 de maio
  • margem de erro: 3%
  • nível de confiança: 95%
  • número de entrevistas: 1220
  • entidade contratante: Instituto Verita Ltda
  • número de registro da pesquisa: RO-02673/2026

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Operação fecha mês no Mercado Brustolin, confira as ofertas!

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O Mercado Brustolin preparou uma grande campanha para agradecer a preferência de seus clientes e incentivar a economia neste início de mês. A promoção Compra Premiada vai sortear duas camas box entre os consumidores que realizarem compras no estabelecimento.

Para participar, basta efetuar compras acima de R$ 50,00 entre os dias 2 e 4 de julho de 2026. A cada compra dentro do regulamento, o cliente estará concorrendo automaticamente aos dois sorteios da campanha.

Os prêmios são:

  • 1º Sorteio: 1 Cama Box Solteiro;
  • 2º Sorteio: 1 Cama Box Casal.

O sorteio será realizado no dia 4 de julho de 2026 (sábado), às 19h, com transmissão ao vivo pelo site Floresta Notícias, garantindo total transparência para todos os participantes.

A campanha é uma excelente oportunidade para fazer as compras do dia a dia, economizar e ainda concorrer a prêmios especiais.

Compre, participe e boa sorte!

Fonte: Via: florestanoticias

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como ver a casa antes de construir

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Você já tentou imaginar como vai ficar a sua casa olhando só para uma planta cheia de linhas e números?

Pois é, quase ninguém consegue. É exatamente esse o problema que o projeto de arquitetura em 3D veio resolver. 

Em vez de pedir que o cliente confie na imaginação, o arquiteto mostra o ambiente pronto na tela, com móveis, luz e materiais no lugar, antes de a obra começar. 

Neste texto você vai entender como essa mudança aconteceu e por que ela transformou a relação entre quem projeta e quem contrata.

Do papel à tela, uma virada e tanto

Durante décadas, o projeto de arquitetura viveu no papel, em plantas, cortes e fachadas que só outro profissional entendia de verdade.

O cliente assinava embaixo confiando na palavra do arquiteto e, muitas vezes, só descobria o resultado quando a obra já estava de pé. 

A chegada do 3D virou esse jogo. Hoje dá para apresentar o projeto como uma cena realista, girar o ambiente, trocar um piso, testar uma cor, tudo antes de comprar o primeiro saco de cimento.

Por que ver em 3D muda a decisão

A explicação é simples, a gente decide melhor quando enxerga. Quando o cliente vê o quarto do filho renderizado ou percorre o salão com óculos de realidade virtual, ele para de adivinhar e passa a opinar com propriedade. 

Isso reduz mal-entendidos, corta pedidos de mudança no meio da obra e dá mais segurança para os dois lados. 

Não é modismo, é a evolução natural de uma tecnologia que já provou seu valor em outras áreas. 

Um estudo da McKinsey lembra que a modelagem 3D nasceu na indústria aeroespacial nos anos 1970 e chegou a multiplicar a produtividade do setor em até dez vezes. 

O que transformou a fabricação de aviões agora transforma a forma de projetar espaços.

E tem também o lado financeiro. Mudar a posição de uma parede dentro do modelo leva minutos, enquanto refazer a mesma parede depois de pronta custa material, mão de obra e prazo. 

Ao aprovar cada detalhe ainda na tela, o cliente evita as decisões de última hora que mais pesam no orçamento da obra.

O que o 3D permite mostrar hoje

Na prática, uma boa apresentação em 3D coloca na frente do cliente coisas que a planta nunca mostrou:

  • O ambiente mobiliado, com peças reais e proporções corretas.
  • A iluminação natural e artificial em diferentes horas do dia.
  • As texturas e os acabamentos, do piso ao revestimento da parede.
  • Os fluxos do espaço, para entender como se circula e se vive ali dentro.
  • A relação com o entorno, mostrando como a construção conversa com o terreno e a vizinhança.
  • Variações do projeto lado a lado, para comparar antes de decidir.

A tecnologia por trás da tela

Boa parte desse resultado não vem do desenho em si, mas da tecnologia por trás dele. Vale entender o que é BIM, a metodologia que faz cada elemento do modelo carregar informação real de medida, material e custo, e não apenas a aparência. 

É isso que permite gerar uma imagem fiel, calcular quantidades e testar mudanças sem refazer tudo. 

E como as peças vêm de bibliotecas com produtos de fabricantes reais, o que aparece na tela corresponde ao que existe no mercado, sem a frustração de se apaixonar por um móvel que não dá para comprar. Assim, a apresentação deixa de ser uma promessa e vira quase um ensaio do resultado final.

Projetar ficou mais próximo de quem contrata

No fim, o projeto de arquitetura em 3D fez algo que parecia difícil, aproximar o técnico do leigo. 

A tela virou uma linguagem comum, em que arquiteto e cliente falam a mesma coisa e enxergam o mesmo resultado. 

Quem contrata ganha confiança para decidir, e quem projeta ganha menos retrabalho e clientes mais satisfeitos. 

A planta não vai desaparecer tão cedo, mas ela deixou de ser o único jeito de contar uma ideia. E, convenhamos, é bem mais fácil dizer sim para um espaço que a gente já consegue ver.

FonteVia: rondoniagora

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2º Prêmio OAB Rondônia de Jornalismo amplia participação para todos os comunicadores do estado – Geral

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A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB RO) anuncia a realização do 2º Prêmio OAB Rondônia de Jornalismo. O grande destaque desta edição é a democratização total do certame: agora, todos os profissionais da comunicação estão oficialmente liberados e convidados a participar.

A principal novidade trata do acesso ao prêmio. Com as novas adequações, jornalistas que atuam como assessores de imprensa (em órgãos públicos ou entidades privadas) e profissionais vinculados à Administração Pública (municipal, estadual ou federal) passam a ter a inscrição expressamente autorizada, desde que o trabalho submetido cumpra os requisitos e o tema da edição.

Com a adoção do tema oficial “Onde tem advocacia, tem OAB”, a Seccional busca ampliar a pluralidade e reconhecer o trabalho de quem contribui diariamente para a valorização da advocacia e a defesa das prerrogativas.

Fique atento aos prazos e regras:

Para garantir a participação, os comunicadores devem observar o cronograma oficial:

* Inscrições: Ocorrem de 1º a 31 de agosto de 2026, exclusivamente pelo formulário eletrônico no site oficial da OAB/RO.
* Período de Veiculação: Os trabalhos inscritos devem ter sido publicados ou veiculados entre 1º de julho e 31 de agosto de 2026.
* Categorias: Os profissionais podem concorrer em Webjornalismo, Telejornalismo, Radiojornalismo, Fotojornalismo e Acadêmico.
* Premiação: A cerimônia de entrega está marcada para o dia 25 de setembro de 2026, no Plenário da OAB Rondônia, em Porto Velho.

Adequações do Edital (Errata)

As novas regras foram oficializadas nesta segunda-feira (27), por meio de uma errata referente ao Edital 008/2026. Além da importante flexibilização para os assessores de imprensa, o documento ajustou a nomenclatura do evento, que passou oficialmente a se chamar “2º Prêmio OAB Rondônia de Jornalismo”, corrigindo a divulgação inicial e tornou o tema da edição mais conciso e direto.

Apesar da abertura ampla, a Ordem ressalta que segue vedada a participação de jornalistas e profissionais que possuam vínculo de qualquer natureza com a própria OAB RO ou suas Subseções (incluindo contratos temporários e prestação de serviços terceirizados). As regras para potenciais conflitos de interesses com o Sistema OAB RO permanecem inalteradas.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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