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GERAL

MPF recorre para Justiça aumentar pena de homem que trasportava 38 kg de mercúrio – Polícia

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O Ministério Público Federal (MPF) recorreu à Justiça para aumentar a pena aplicada a um homem condenado pelo transporte ilegal de 38,17 kg de mercúrio metálico, de origem boliviana, em Rondônia. A substância era transportada dentro de um ônibus de passageiros que fazia a linha entre Guajará-Mirim e Porto Velho.

A condenação foi proferida pela 3ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia. A Justiça considerou comprovado que o acusado transportava conscientemente a substância tóxica em desacordo com as exigências legais e o condenou a um ano, um mês e 22 dias de reclusão e 26 dias-multa.

O MPF não questiona a condenação, mas considera que a pena fixada não corresponde à gravidade concreta da conduta e pede ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) a reforma parcial da sentença para aumentar a pena-base e reconhecer uma agravante prevista na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998).

O recurso foi apresentado pelo procurador da República André Luiz Porreca Ferreira Cunha, titular do 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no enfrentamento à mineração ilegal nos estados de Rondônia, Roraima, Acre e Amazonas.

Transporte em ônibus

O caso ocorreu em julho de 2021, durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no km 713 da BR-364, em Porto Velho, em frente a Universidade Federal de Rondônia (Unir). Os policiais encontraram a carga dividida entre dois passageiros do ônibus. Ao todo, foram apreendidos 38 frascos, com aproximadamente um quilo de mercúrio cada. A perícia identificou mercúrio metálico com 99,99% de pureza, da marca “El Español”.

Um dos envolvidos firmou inicialmente acordo de não persecução penal (ANPP) com o MPF, posteriormente revogado por descumprimento das condições estabelecidas. O processo foi desmembrado e a sentença agora questionada pelo MPF refere-se ao outro acusado, que confessou em juízo ter transportado o mercúrio.

Segundo o laudo pericial citado na decisão, o mercúrio é um metal pesado altamente tóxico e capaz de se acumular nos organismos vivos. A exposição pode provocar danos irreversíveis ao sistema nervoso, malformação fetal e até levar à morte. A Justiça também determinou que toda a substância apreendida seja encaminhada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para destinação adequada.

Risco à coletividade – No recurso, o MPF sustenta que as circunstâncias do transporte ultrapassam a gravidade normalmente associada ao crime de movimentação irregular de substância tóxica. Para o órgão, devem ser considerados não apenas a quantidade e o elevado grau de pureza do mercúrio, mas também o risco criado pela forma de transporte: os frascos estavam guardados em mochilas, sem medidas técnicas de contenção, dentro de um ambiente fechado e compartilhado com passageiros.

A sentença já considerou a expressiva quantidade de mercúrio para reconhecer maior grau de culpabilidade do condenado. Entretanto, entendeu que as consequências do crime foram normais e afastou a agravante relativa à exposição de terceiros a perigo, sob o fundamento de que sua aplicação representaria dupla punição pelo mesmo fato.

O MPF discorda desse entendimento. Para o órgão, o transporte dos 38 quilos de mercúrio nessas condições criou um risco adicional e concreto aos passageiros e à coletividade, diferente do perigo abstrato que já caracteriza o crime ambiental. Por isso, pede a aplicação da agravante prevista no artigo 15 da Lei de Crimes Ambientais e que as consequências do delito também sejam consideradas negativamente na definição da pena.

A apelação ressalta, ainda, os riscos ambientais associados à circulação clandestina do mercúrio na Amazônia. Segundo o MPF, eventual liberação de uma carga dessa dimensão teria potencial de provocar contaminação em larga escala, considerando a toxicidade do metal e sua capacidade de bioacumulação na cadeia alimentar.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o mercúrio está entre as dez substâncias mais tóxicas do planeta, e não há nível de exposição considerado seguro. Nos garimpos, o metal líquido é utilizado para separar o ouro dos demais sedimentos encontrados no fundo dos rios. Ao ser queimado, o mercúrio evapora, contamina quem respira o gás tóxico e, posteriormente, retorna à superfície com as chuvas.

Ao interagir com bactérias presentes na terra e nos rios, o metal assume a forma de metilmercúrio, ainda mais perigoso do que a sua forma original. A substância se acumula nos peixes e chega à mesa das famílias brasileiras, causando danos irreversíveis ao cérebro e ao sistema nervoso, sobretudo em crianças e gestantes.

Diante desse risco, o Brasil aderiu à Convenção de Minamata, tratado internacional voltado à proteção da saúde humana e do meio ambiente contra os efeitos adversos do mercúrio, e proibiu a importação do metal.

Agora, o pedido de aumento da pena será analisado pelo TRF1.

Processo nº 1010640-64.2021.4.01.4100

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Flora Matos cobra posicionamento político de João Gomes

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O cenário da música nacional voltou a ferver com discussões sobre o engajamento político dos artistas. Recentemente, a cantora Flora Matos chamou atenção da mídia e dos fãs ao cobrar publicamente que o cantor João Gomes manifeste seu apoio ao presidente Lula nas eleições, gerando intensa repercussão nas redes sociais e nos portais de notícias de entretenimento.

A cobrança pública e o ultimato nas redes sociais

Conhecida por sua franqueza e por não se calar diante de temas sociais e políticos, Flora Matos utilizou suas plataformas digitais para exigir que o artista se posicionasse politicamente. A situação ganhou contornos de ultimato quando a rapper fez menções diretas ao cantor, exigindo clareza sobre suas convicções políticas e chegando a emitir ameaças relacionadas à faixa “Piloto”. A cobrança dividiu opiniões entre internautas, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas na política.

A defesa da família e os bastidores do silêncio

Enquanto a polêmica ganhava força, a equipe e o círculo próximo de João Gomes optaram por manter cautela. A esposa do cantor veio a público recentemente para defender o silêncio do artista em relação aos cenários eleitorais, revelando que ele ainda lida com ataques e críticas pesadas na internet devido a episódios do passado. Segundo ela, a decisão de não se envolver publicamente em disputas partidárias no momento é uma forma de preservação emocional e profissional diante da polarização.

O impacto das redes sociais na carreira dos artistas

O episódio envolvendo Flora Matos e João Gomes escancara a pressão contínua que os artistas enfrentam na era digital. Fãs e colegas de profissão frequentemente exigem que ídolos da música usem sua visibilidade para endossar causas ou candidatos, transformando palcos e redes sociais em extensões de palanques políticos. Por outro lado, muitos preferem a neutralidade para evitar o boicote de parcelas do público e o desgaste com a volatilidade da opinião pública.

Enquanto o debate sobre a obrigatoriedade do ativismo político na classe artística continua a render discussões acaloradas, o público segue atento aos próximos passos de ambos os artistas. Seja através da música ou de manifestações nas redes sociais, a relação entre arte e política no Brasil permanece em evidência.

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AGRONEGÓCIO

Homem é encontrado morto com as mãos amarradas na zona rural de Pimenta Bueno

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, a Operação Dissolução, voltada ao combate a integrantes de organização criminosa com atuação em Porto Velho e em municípios do interior de Rondônia.

A operação tem como objetivo desarticular célula de grupo criminoso responsável pela dominação territorial de residencial popular localizado na Zona Sul da capital, onde o grupo mantinha pontos de venda de drogas, sistema de vigilância armada e controle de acesso de moradores e visitantes, além de ser apontado como responsável por uma série de delitos graves, incluindo homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição de liberdade de pessoas, ocorridos principalmente entre os anos de 2024 e 2025.

A organização criminosa mantinha estrutura responsável pela guarda de armamento, pela arrecadação e pelo repasse de valores do tráfico, pela aplicação de sanções internas, além de executores, olheiros e responsáveis por pontos de venda de drogas, que prestavam contas periodicamente à cúpula do grupo.

A investigação apurou, ainda, que o braço armado da célula teria sido responsável por ataques contra integrantes de facção rival, em escalada de violência registrada na capital no segundo semestre de 2024, e que a organização mantinha comunicação e coordenação entre suspeitos em liberdade e pessoas recolhidas ao sistema prisional.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. As medidas são cumpridas em Porto Velho e no município de Alto Paraíso.

Ao tomar conhecimento de atividades criminosas, facções, tráfico de drogas ou pessoas foragidas da Justiça, a população pode entrar em contato mediante o DISK 197, canal oficial da Polícia Civil para denúncias, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Comunicação Social da PF Rondônia 

Fonte: Via: florestanoticias

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ATEEZ atinge a marca histórica de 100 milhões de views

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O grupo sul-coreano ATEEZ acaba de alcançar um marco impressionante em sua carreira internacional, consolidando ainda mais sua posição de destaque na indústria da música global. A faixa de sucesso ‘BAD’ ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seu videoclipe oficial, gerando uma verdadeira onda de comemoração entre os fãs nas redes sociais.

O Fenômeno do K-Pop em Ascensão

Desde o seu lançamento, o projeto audiovisual chamou a atenção não apenas pela sonoridade marcante que caracteriza o grupo, mas também pela superprodução visual. O ATEEZ tem se destacado consistentemente por entregar conceitos inovadores, coreografias complexas e narrativas visuais profundas que cativam o público global.

A conquista dos cem milhões de acessos reforça o engajamento massivo da base de fãs, conhecida por seu apoio incansável aos lançamentos do grupo. A marca expressiva coloca o clipe em um patamar de elite dentro do cenário do K-Pop atual.

Impacto Global e Expectativas Futuras

O sucesso contínuo de ‘BAD’ demonstra a capacidade do ATEEZ de transcender barreiras culturais e linguísticas, alcançando ouvintes em diversos continentes. Com números expressivos nas plataformas de streaming e visualizações recordes no YouTube, o grupo continua expandindo sua influência musical.

Enquanto os integrantes celebram esta conquista memorável, os admiradores já aguardam ansiosamente pelos próximos passos e anúncios de novos projetos, mantendo altas as expectativas para o futuro da carreira do grupo.

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