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Politica

Campanha solidária busca arrecadar R$ 11,5 mil para exame e Cirurgia de Geovana Marques Lima

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Foto: freepik

A busca por carros destinados a pessoas com deficiência (PCD) tem crescido no Brasil, acompanhando avanços em acessibilidade, mudanças regulatórias e maior oferta de modelos no mercado. Mais do que atender a exigências legais, esses veículos precisam reunir características específicas que garantam autonomia, conforto e segurança ao condutor ou passageiro.

Embora não exista um único padrão que atenda a todos os perfis, alguns pontos são recorrentes na avaliação de um carro para PCD. Segundo análise da Zapay, entender essas características ajuda o consumidor a fazer escolhas mais alinhadas às suas necessidades e evita frustrações após a compra. Confira quatro principais:

1- Acessibilidade e facilidade de entrada

Um dos primeiros aspectos observados em carros PCD em 2026 é a facilidade de acesso ao interior do veículo. Altura do assento, abertura das portas e espaço para manobras fazem diferença no dia a dia, especialmente para quem utiliza cadeira de rodas ou possui mobilidade reduzida.

Modelos com portas mais largas e boa altura em relação ao solo costumam facilitar a entrada e saída. Bancos com regulagens manuais ou elétricas também contribuem para um ajuste mais preciso, permitindo que o motorista encontre uma posição confortável e segura ao volante.

No caso de passageiros com deficiência, o espaço interno e o porta-malas ganham importância, sobretudo quando há necessidade de transportar equipamentos auxiliares.

2- Transmissão automática e comandos adaptados

A presença de câmbio automático é uma das características mais comuns em veículos para PCD. Esse tipo de transmissão reduz o esforço físico e simplifica a condução, especialmente para pessoas com limitações nos membros inferiores ou superiores.

Além do câmbio, alguns modelos permitem a adaptação de comandos, como acelerador e freio manuais, inversão de pedais ou extensões de alavancas. Essas modificações devem ser feitas por empresas especializadas e registradas junto aos órgãos competentes, garantindo que o veículo esteja regularizado para circulação.

A escolha das adaptações depende diretamente da condição do usuário, o que reforça a importância de avaliação prévia antes da compra.

3- Direção, conforto e itens de segurança

A direção assistida, seja hidráulica ou elétrica, é outro item valorizado em carros para PCD. Ela reduz o esforço necessário para manobras e contribui para uma condução mais estável, principalmente em trajetos urbanos.

Recursos de conforto, como ar-condicionado, ajustes de banco e volante, também impactam a experiência ao volante. Embora não sejam exclusivos de veículos PCD, esses itens ajudam a tornar o uso diário menos cansativo.

No campo da segurança, sistemas como freios ABS, controle de estabilidade e airbags são considerados fundamentais. Eles não apenas atendem a normas de segurança, como também oferecem maior tranquilidade ao condutor e aos passageiros.

4- Documentação e compatibilidade com benefícios legais

Além das características físicas e técnicas, um carro para PCD precisa atender a critérios legais para se enquadrar nos benefícios previstos em lei. Isso inclui limites de valor do veículo, tipo de motorização e compatibilidade com as adaptações exigidas.

A documentação médica, laudos e registros das modificações fazem parte do processo e devem ser observados desde a escolha do modelo. Um veículo adequado do ponto de vista técnico, mas incompatível com as regras vigentes, pode gerar entraves burocráticos.

Por isso, muitas pessoas optam por modelos já conhecidos no segmento PCD, que costumam oferecer versões prontas para receber adaptações e atender às exigências legais.

Escolha que vai além do modelo

A definição de um carro para PCD envolve mais do que marca ou design. Trata-se de avaliar como o veículo se encaixa na rotina do usuário, respeitando suas limitações e oferecendo condições reais de mobilidade.

Ao considerar acessibilidade, comandos adequados, conforto e regularização, o consumidor amplia as chances de fazer uma escolha consciente. Em um mercado cada vez mais atento à diversidade de necessidades, compreender essas características é passo essencial para garantir segurança, autonomia e qualidade de vida no trânsito.

Fonte: Via: florestanoticias

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Politica

Rolim de Moura-Mulher é vítima de golpe após promessa de reembolso de R$ 1,8 mil

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A Brigada Voluntária Harpia realizou, no domingo, 18 de outubro de 2026, o resgate de uma jiboia (Boa constrictor) encontrada sobre a pista de rolamento de uma rodovia em Campo Novo de Rondônia (RO).

A equipe foi acionada após um morador local, que preferiu não se identificar, comunicar a presença do animal na via. A situação representava risco tanto para a serpente, que poderia ser atropelada, quanto para a segurança dos motoristas que trafegavam pelo trecho.

O atendimento foi realizado pelo 2º comandante da Brigada Voluntária Harpia, Vítor, responsável pelos procedimentos de contenção e manejo do animal. Durante a ocorrência, foi feita uma avaliação visual, sem que fossem identificados ferimentos aparentes.

Após o resgate, a jiboia foi transportada e solta em uma área de mata nativa, distante da rodovia, proporcionando condições mais seguras para sua permanência no ambiente natural.

A ocorrência foi concluída com sucesso, evitando que o animal continuasse exposto aos riscos do tráfego de veículos.

A importância do resgate de animais silvestres

A atuação da Brigada Voluntária Harpia reforça a importância do atendimento responsável às ocorrências envolvendo a fauna silvestre. Ao encontrar animais na pista, os condutores devem reduzir a velocidade, manter distância e evitar qualquer tentativa de captura por conta própria, acionando profissionais capacitados para realizar o manejo com segurança.

O trabalho contribui para a preservação da fauna e para a prevenção de acidentes nas rodovias.

Informações: Brigada Voluntária Harpia.

Fonte: Via: florestanoticias

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Politica

Central de Serviços do Detran-RO elimina filas e agiliza atendimentos para população

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Dirigir exige atenção permanente às regras de trânsito e às consequências previstas para quem descumpre a legislação. Entre as penalidades existentes no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está entre as que mais impactam a rotina do motorista.

Embora o acúmulo de pontos possa levar à medida, determinadas infrações gravíssimas são classificadas como autossuspensivas, ou seja, podem resultar na abertura do processo de suspensão independentemente da pontuação registrada na habilitação.

Conhecer essas situações ajuda o condutor a compreender quais comportamentos representam maior risco para a segurança viária e quais são as consequências administrativas previstas pela legislação.

Infrações autossuspensivas previstas no CTB

O CTB estabelece que algumas infrações, por sua gravidade, podem levar diretamente à suspensão do direito de dirigir. Isso significa que, após a autuação e a conclusão do processo administrativo, o motorista poderá cumprir período de suspensão, mesmo sem atingir o limite de pontos da CNH.

Entre os exemplos mais conhecidos está dirigir sob a influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. A mesma consequência também pode ocorrer quando o motorista se recusa a realizar os procedimentos previstos para verificação da alcoolemia, conforme estabelece a legislação.

Outra situação é disputar corrida em via pública sem autorização, prática conhecida como “racha”. Participar de competições, demonstrações ou exibições de manobras sem permissão da autoridade competente também está entre as infrações de maior gravidade.

Condutas que colocam terceiros em risco

Há comportamentos que recebem tratamento mais rigoroso porque aumentam significativamente o risco de acidentes. Ultrapassar outro veículo pela contramão em trechos proibidos, por exemplo, pode ser enquadrado como infração gravíssima com previsão de suspensão da CNH em determinadas circunstâncias previstas no CTB.

Também fazem parte desse grupo atitudes como transpor bloqueios policiais sem autorização, deixar de prestar socorro quando exigido pela legislação ou utilizar o veículo para interromper deliberadamente a circulação da via sem justificativa prevista em lei.

Em muitas dessas ocorrências, além da multa e da suspensão, podem existir outras medidas administrativas, como recolhimento da CNH ou retenção do veículo, dependendo da infração registrada pelos agentes de trânsito.

Excesso de velocidade também pode resultar em suspensão

Nem toda infração relacionada à velocidade leva automaticamente à suspensão da CNH. No entanto, o CTB prevê uma situação específica: quando o motorista trafega em velocidade superior a 50% do limite máximo permitido para a via.

Nesse caso, além da multa gravíssima com fator multiplicador, a legislação estabelece a abertura de processo para suspensão do direito de dirigir.

O mesmo cuidado vale para outras infrações em que o legislador considerou que o elevado potencial de risco justifica uma resposta administrativa mais severa, independentemente do histórico do condutor.

Como funciona o processo de suspensão

Receber uma autuação por infração autossuspensiva não significa perda imediata da CNH. Antes da aplicação da penalidade, é instaurado um processo administrativo, no qual o motorista tem direito à notificação e pode exercer sua defesa nos prazos previstos.

Somente após a conclusão desse procedimento administrativo, caso a penalidade seja mantida, ocorre a suspensão do direito de dirigir pelo período definido conforme a legislação aplicável ao caso.

Encerrado esse prazo, o condutor precisa cumprir as exigências legais para voltar a dirigir, entre elas a realização do curso de reciclagem quando previsto.

Conhecer as infrações que podem resultar diretamente na suspensão da CNH permite que o motorista compreenda melhor as responsabilidades envolvidas na condução de um veículo.

O respeito às normas de circulação, à sinalização e aos limites estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro contribui para evitar penalidades administrativas e favorece uma convivência mais segura entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

Fonte: Via: florestanoticias

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Politica

Campanha pede doação de sangue para Agatha Fabri Gabriel em Cacoal

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Diariamente são servidos 1.500 cafés da manhã gratuitos para famílias em situação de vulnerabilidade social, em Porto Velho

Do total de estabelecimentos credenciados, 5 estão na Zona Leste da Capital; 5 na Zona Sul; 3 no Centro; e 2 na região Norte. Ao todo, são 1.500 refeições matinais por dia. O atendimento acontece de segunda-feira a sábado, das 6h às 9h, para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

Com o programa, que iniciou o atendimento à população em 22 de dezembro de 2025, o governo estadual injetou R$ 6,19 milhões na economia de Rondônia, gerando mais empregos nos estabelecimentos, enquanto garante alimentação adequada. As refeições matinais contém todos os nutrientes necessários à saúde e bem-estar dos beneficiários.

A proposta é que, gradativamente ocorra a expansão aos demais municípios, assim como ocorreu com o programa Prato Fácil implantado, atualmente, em 31 restaurantes credenciados, em oito municípios do estado, que das 11h às 15h, também de segunda a sábado, fornecem almoço ao custo de R$ 2 pelo prato feito para consumo no local ou marmitex para quem deseja se alimentar em casa.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, reforçou a importância do Programa Pão Nosso, considerando que o café da manhã é a primeira refeição do dia, fundamental para fornecer energia ao corpo, após um longo período de jejum durante o sono. “Para que o café da manhã atenda às necessidades do organismo das pessoas nas primeiras horas do dia é importante também que tenha a qualidade e a quantidade dos nutrientes necessários.”

Assim, a cada manhã é garantido um cardápio diferenciado, que inclui alimentos ricos em carboidrato e proteína, como o tradicional pãozinho, cuscuz ou tapioca, bem como ovos ou carnes, frutas e bebidas quentes, como café com leite ou chá.

PRATO FÁCIL

Implantado como projeto piloto, inicialmente na Capital, em 17 de maio de 2021, o Prato Fácil foi expandido para os demais municípios a partir de 2022, começando pelas cidades de Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná e Vilhena e, posteriormente para Jaru e Rolim de Moura, onde diariamente são disponibilizadas 6 mil refeições para a população com renda per capita de até meio salário mínimo, inscrita no CadÚnico.

Desde sua implantação, o programa já ofertou 6,2 milhões de almoços, de segunda-feira ao sábado, das 11h às 15h. O investimento do estado como contrapartida aos restaurantes credenciados é de R$ 107,450 milhões.

A titular da Seas, Luana Rocha, ressaltou que além da alimentação, os dois programas promovem um espaço de acolhimento e convivência comunitária para as pessoas em vulnerabilidade social, idosos e beneficiários da Prestação Continuada (BPC).  “Mais que uma ação solidária, o Pão Nosso e o Prato Fácil representam a concretização das políticas públicas para quem mais necessita.”

Fonte: Via: florestanoticias

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