A Justiça Eleitoral rejeitou o uso de “Jair Montes” como nome de urna de Jair de Figueiredo Monte Junior, candidato a deputado federal pelo Avante, por considerar que pode provocar dúvida sobre sua identidade ao reproduzir o nome do pai do pretendente, o ex-deputado estadual. A decisão da relatora Letícia Botelho dá prazo de 2 dias para a apresentação de uma nova opção que diferencie os dois.
O candidato pediu o registro para disputar uma vaga de deputado federal e indicou “Jair Montes” para aparecer na urna. Não houve impugnação ao registro nem notícia de inelegibilidade, mas a Procuradoria Regional Eleitoral se manifestou contra a homologação do nome por coincidir integralmente com a denominação utilizada pelo pai, Jair de Figueiredo Monte, inclusive como nome de urna nas eleições de 2022.
O questionamento levou a relatora a determinar que Jair comprovasse ser conhecido pelo nome escolhido ou indicasse uma nova opção. Ele apresentou material de campanha e três vídeos e argumentou, entre outros pontos, ter direito ao prenome e ao patronímico e que não existe exclusividade sobre nomes familiares. A Procuradoria manteve a posição contrária e sugeriu “Jair Montes Jr.”.
“Montes” não faz parte do nome civil
Um dos principais fundamentos da decisão está na diferença entre “Monte” e “Montes”. O nome civil do candidato é Jair de Figueiredo Monte Junior. Segundo a relatora, “Montes”, com o acréscimo do “s”, não consta de seu registro de nascimento, documento de identidade ou qualquer registro público. A própria defesa descreveu a opção como uma forma pluralizada do nome familiar.
A magistrada aponta que “Jair Montes” é usado pelo pai do candidato. Na avaliação apresentada na decisão, o acréscimo do “s” transforma o sobrenome civil no signo eleitoral utilizado pelo pai. Letícia Botelho afirma que, ao fazer essa escolha, Jair Junior não estaria simplesmente utilizando seu próprio nome, mas se apropriando de “identidade eleitoral construída por terceiro”.
A decisão destaca ainda para a retirada de “Junior”. Para a relatora, houve duas alterações simultâneas: “Monte” passou a “Montes” e o agnome “Junior”, elemento que diferencia pai e filho, foi eliminado. O resultado, segundo a magistrada, é a coincidência integral com o nome eleitoral utilizado pelo pai.
Outro ponto considerado foi a forma como o próprio candidato se apresenta nas redes sociais. O perfil indicado por ele no Instagram utiliza “Jair Montes Jr” como nome de exibição e que situação semelhante ocorre no TikTok. Já no material de campanha juntado ao processo aparece “Deputado Federal – Jair Montes – 7070”.
Defesa disse que candidato quer ser conhecido pelo nome usado pelo pai
A relatora também utilizou trechos da manifestação do próprio candidato para concluir que ele não demonstrou ser previamente conhecido como “Jair Montes”. A defesa afirmou que Jair Junior “quer ser conhecido na política” pelo nome que o pai utilizou durante anos e, em outra passagem, disse que ele já seria conhecido “por alguns”, mas queria ser conhecido e reconhecido “por todos” dessa maneira.
Para a juíza, as afirmações demonstram a intenção de construir essa identificação, e não a existência de notoriedade anterior. A decisão acrescenta que a Secretaria Judiciária não encontrou participação eleitoral anterior do candidato nem registro de que ele já tivesse concorrido utilizando essa opção de nome.
Candidatura não foi barrada
A decisão deixa expresso que a elegibilidade de Jair Junior não está sendo questionada. A relatora registra que ele preenche as condições constitucionais e legais.
Ao final, Letícia Botelho acolheu o parecer da Procuradoria e não homologou “Jair Montes” para a urna. O candidato terá 2 dias para indicar uma opção que permita diferenciá-lo do pai, sendo citados como exemplos “Jair Montes Jr.” e “Jair Monte Junior”. Caso não faça a escolha, deverá constar seu nome civil. Depois do prazo, com ou sem manifestação, o processo retornará para julgamento.
Decisões de queimada e futsal começam às 18h, no Ginásio de Esportes Emerson Schelbauer; comunidade está convidada a prestigiar os estudantes-atletas
O esporte escolar terá uma noite de decisões nesta sexta-feira, 23 de outubro, em Rolim de Moura. A partir das 18h, o Ginásio de Esportes Emerson Schelbauer receberá as finais de queimada e futsal das Rolimpíadas 2026.
A Secretaria Municipal de Educação convida servidores, familiares e toda a comunidade para acompanhar as partidas e apoiar os estudantes-atletas que chegaram à etapa decisiva da competição.
Além da disputa pelos resultados, a programação será uma oportunidade para reconhecer a dedicação dos alunos e reunir a comunidade em torno do esporte escolar. A presença das famílias e das torcidas faz parte do convite divulgado pela organização.
Com as decisões das duas modalidades, a expectativa é de uma noite de integração e incentivo aos participantes. A proposta é celebrar o envolvimento dos estudantes e valorizar o trabalho desenvolvido ao longo da competição.
O convite informa o início da programação às 18h, mas não detalha a ordem das partidas nem as equipes finalistas.
Aquaplanagem causou o acidente no trecho entre Jaru e Governador Jorge Teixeira; vítima foi encaminhada ao hospital municipal.
Uma colisão envolvendo duas caminhonetes foi registrada no final da tarde de quarta-feira, dia 21, na rodovia estadual RO-463, na área rural compreendida entre os municípios de Jaru e Governador Jorge Teixeira, no interior do estado de Rondônia. Um dos ocupantes dos veículos sofreu ferimentos e precisou ser socorrido para atendimento médico emergencial.
De acordo com as informações apuradas pela Polícia Militar, o acidente ocorreu por volta das 17h, momento em que uma forte tempestade atingia a região. O condutor de uma Toyota Hilux relatou aos policiais que o veículo sofreu aquaplanagem devido ao acúmulo de água na pista, fazendo com que perdesse o controle da direção. Desgovernado, a caminhonete colidiu na traseira de uma Ford Ranger que se encontrava estacionada no acostamento das margens da rodovia.
Com o impacto, o passageiro do veículo teve lesões corporais e foi transportado até o Hospital Municipal de Governador Jorge Teixeira, onde permaneceu sob cuidados e avaliação da equipe médica de plantão.
A guarnição militar efetuou os levantamentos de praxe no local do acidente e registrou o Boletim de Ocorrência Policial. O caso foi formalmente encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, que conduzirá as investigações técnicas para averiguar as circunstâncias e as responsabilidades do sinistro de trânsito.
Colisão ocorreu na manhã de quinta-feira (22) no cruzamento com a Avenida Clóvis Arraes; não foram registradas vítimas fatais.
Um acidente de trânsito envolvendo um caminhão-tanque de transporte de combustíveis e uma motocicleta foi registrado na manhã desta quinta-feira, dia 22, no município de Ji-Paraná, localizado no centro do estado de Rondônia. A colisão ocorreu nas proximidades do semáforo no cruzamento da Avenida Transcontinental (perímetro urbano da rodovia BR-364) com a Avenida Clóvis Arraes, no Primeiro Distrito do município.
Com a força do impacto, a motocicleta ficou presa debaixo das rodas do veículo de carga, pertencente a uma rede de postos de combustíveis local. Apesar da gravidade do acidente e dos danos materiais visíveis no veículo de duas rodas, as informações preliminares das equipes de resgate indicam que o condutor da moto não sofreu ferimentos fatais.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) enviou uma equipe ao local para efetuar o controle do tráfego e isolar a área. Peritos da Polícia Técnico-Científica executaram os levantamentos periciais na pista para instruir o laudo técnico sobre as causas do acidente.
O estado de saúde atualizado do condutor da motocicleta não foi detalhado até o encerramento do boletim policial.