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PEC da Transposição é aprovada na CCJ da Câmara, após senador Bagattoli trabalhar por urgência da pauta – Política

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A PEC 47/2023, que trata da transposição dos servidores do ex-território de Rondônia, foi finalmente aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. inclusão e aprovação da pauta na CCJ teve grande articulação do senador Jaime Bagattoli (PL), um dos responsáveis pelo desarquivamento e aprovação da PEC no Senado Federal.

“É um dia histórico. Essa PEC chega para corrigir uma injustiça histórica praticada contra os servidores que ajudaram a construir o que hoje é o nosso Estado de Rondônia. Tenho a honra de ter contribuído para o desarquivamento dela ainda no Senado e pela aprovação unânime dela na Casa. Agora, espero que o mesmo aconteça na Câmara e que os servidores e suas famílias tenham o devido reconhecimento”, declarou o senador na CCJ

Desde a primeira metade deste ano, Bagattoli vinha cobrando do presidente da Câmara, Hugo Motta, o início imediato da tramitação da PEC, destacando o parecer do relator, o deputado federal Acácio Favacho (AP).

Logo que assumiu o mandato, Bagattoli foi um dos senadores que assinou o desarquivamento da PEC 07/2018 em março de 2023 e lutou para que ela fosse aprovada por unanimidade, a fim de garantir que ela chegasse fortalecida na Câmara dos Deputados.

A proposta agora segue tramitação especial na Câmara até a apreciação em Plenário.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Transporte de eleitores: saiba o que é permitido e o que é proibido – Eleições

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O transporte de eleitores durante o período eleitoral é regulamentado por regras específicas para garantir a liberdade do voto e evitar que veículos sejam utilizados como instrumento de pressão, favorecimento ou captação de votos.  

A principal legislação sobre o tema é a Lei 6.091/1974, complementada por normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que atualizam a matéria para cada eleição. Sobre esse tema, estão em vigor para o pleito deste ano a Resolução nº 23.759/2026, bem como a Resolução nº 23.753/2026, que estabelece regras para o transporte de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

O que é permitido 

A legislação prevê situações em que o transporte de eleitoras e eleitores pode ocorrer. No dia da eleição, a Justiça Eleitoral pode fornecer transporte gratuito aos eleitores residentes em áreas rurais, observados os critérios estabelecidos pela legislação. 

Também é permitido o transporte coletivo regular, desde que não seja fretado especificamente para levar eleitores aos locais de votação. É o caso, por exemplo, de ônibus de linhas regulares de transporte intermunicipal ou interestadual que já operam normalmente, sem terem sido contratados para atender ao eleitorado. Essa permissão é diferente do transporte público urbano gratuito disponibilizado pelo poder público nos dias de votação. 

Quando houver gratuidade no transporte público urbano, o serviço deve atender o eleitorado de forma indistinta, sem propaganda eleitoral ou partidária. 

Também é permitido que o proprietário de um veículo particular faça o deslocamento para votar e transporte integrantes da própria família. Serviços regulares de transporte individual, como táxis e transporte por aplicativo, também podem funcionar normalmente, desde que não sejam utilizados para uma finalidade eleitoral ilícita. 

Povos originários e eleitores com deficiência  

A legislação eleitoral assegura o fornecimento de transporte para viabilizar o exercício do voto por pessoas residentes em territórios indígenas, comunidades remanescentes de quilombos e demais comunidades tradicionais, independentemente dos limites territoriais do município.  

A norma eleitoral também garante o transporte especial para eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida, observadas as condições estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

O que é proibido 

A legislação proíbe que, no dia da votação, candidatos, partidos, federações, coligações ou qualquer pessoa forneçam transporte, seja veículo ou embarcação, com finalidade eleitoral. A regra busca impedir que o deslocamento até os locais de votação seja utilizado para influenciar a escolha do eleitor. 

A lei estabelece ainda restrições ao transporte de eleitores no período que vai do dia anterior ao dia posterior à eleição, ressalvadas as exceções previstas na própria legislação. 

Transporte e alimentação 

A mesma lei estabelece regras para o fornecimento de alimentação aos eleitores. Candidatos, partidos, federações, coligações ou particulares não podem utilizar a distribuição de refeições como forma de assistência associada ao deslocamento eleitoral. 

Em situações de absoluta carência de recursos, especialmente entre eleitores da zona rural, o fornecimento de alimentação necessária ao deslocamento é uma atribuição da Justiça Eleitoral, dentro das condições estabelecidas pela legislação. 

Crime eleitoral 

O descumprimento dessas regras não é apenas uma irregularidade administrativa. A legislação prevê sanções criminais para determinadas condutas relacionadas ao transporte e à alimentação de eleitores. 

A lei estabelece pena de reclusão de quatro a seis anos, além de multa, para quem descumprir as proibições previstas nos dispositivos relativos ao transporte e à alimentação. 

Além disso, dependendo das circunstâncias, a utilização do transporte para impedir, embaraçar ou fraudar o exercício do voto pode caracterizar outros crimes previstos na legislação eleitoral. 

FonteVia: rondoniagora

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Médico demitido após cobrar paciente do SUS por cirurgia vira alvo de ação por improbidade – Geral

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Um médico ortopedista que trabalhava na rede estadual de saúde é acusado pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) de usar um plantão em hospital público para oferecer a uma paciente do SUS uma cirurgia paga na rede privada. Demitido em abril deste ano após processo disciplinar, ele agora responde a uma ação por improbidade administrativa na qual o MP pede, entre outras medidas, bloqueio de bens de até R$ 5.200.

O caso ocorreu em 6 de novembro de 2023, quando o médico estava de plantão em um hospital e pronto-socorro de Porto Velho. A paciente permanecia internada aguardando uma cirurgia ortopédica e a previsão apresentada pela equipe clínica era de aproximadamente uma semana de espera.

A denúncia afirma que o ortopedista procurou um familiar responsável pela paciente dentro da unidade pública e ofereceu a realização do mesmo procedimento ainda naquele dia, mas em um hospital particular e mediante pagamento.

A proposta foi aceita. Registros hospitalares citados na ação mostram que foram realizadas duas transferências via Pix diretamente para a conta pessoal do médico. A cirurgia, descrita como um procedimento simples de fixação, ocorreu naquela mesma tarde na unidade particular, sem emissão de nota fiscal.

Para o MP, o médico teria usado informações obtidas em razão do trabalho na rede pública para conseguir o atendimento particular. A denúncia da promotoria cita o acesso ao prontuário e ao exame de imagem da paciente, além do conhecimento sobre o tempo de espera para a cirurgia no SUS.

O caso também passou por apuração administrativa. Após processo disciplinar, a Corregedoria-Geral da Administração reconheceu a irregularidade e o médico foi demitido. O decreto com a demissão foi publicado em 6 de abril de 2026.

A 6ª Promotoria de Justiça de Porto Velho levou o caso à Justiça e acusa o ex-servidor de enriquecimento ilícito. Além do bloqueio de até R$ 5.200, o MP pede a devolução do valor que afirma ter sido obtido de forma irregular e a aplicação de multa civil.

A ação inclui ainda pedidos de suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o Poder Público. O MP também quer que o Conselho Regional de Medicina e o fisco municipal sejam comunicados para analisar o caso dentro de suas respectivas atribuições.

O médico responde à ação, e as acusações ainda serão analisadas pela Justiça.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Crescimento de Hildon Chaves já incomoda adversários, que utilizam redes sociais para atacar – Eleições

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O rápido crescimento da candidatura do ex-prefeito Hildon Chaves (União Progressista) já está incomodando os principais adversários Marcos Rogério (PL) e Adailton Fúria (PSD). Os comitês dos dois candidatos estão utilizando páginas com grande volume de seguires nas redes sociais para disseminar conteúdo pejorativo. Numa delas, Hildon é atacado por estar fechando alianças com “velhas raposas” da política, quando a verdade é outra. Marcos Rogério está há 16 anos no Congresso Nacional com mandatos na Câmara Federal e no Senado, eleito pelo PDT e defensor da esquerda nos seus primeiros anos de Brasília. Por conveniência, o parlamentar resolveu defender o bolsonarismo, e hoje está acolhido no PL defendendo as bandeiras da direita, família, pátria e liberdade.

Já Adailton Fúria fez dobradinha com Expedito Junior, político de carreira há mais de 30 anos em Rondônia, no projeto de poder para o Governo. Fúria é apoiado pelo governador Marcos Rocha (PSD), e tenta a todo custo se distanciar do atual chefe do Executivo, lançando mão de várias artimanhas, a exemplo de um alegado “rompimento” de última hora às vésperas das eleições. 

Crescimento em Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes

Por outro lado, a campanha do ex-prefeito Hildon Chaves apresenta sinais de crescimento nas regiões de Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes, onde tem aliados de forte expressão de votos. Nesta semana, ele tem agendas nessas regiões, inclusive Vilhena, para reforçar sua presença nos principais colégios eleitorais. 

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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