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Justiça proíbe Silvia Cristina de fazer propaganda em locais de trabalho e fixa multa de R$ 20 mil – Eleições

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A Justiça Eleitoral proibiu a deputada federal e candidata ao Senado, Silvia Cristina (União Progressista) de realizar propaganda eleitoral em ambientes de trabalho públicos ou privados e fixou multa de R$ 20 mil por cada descumprimento comprovado. A ordem alcança atos praticados diretamente pela candidata ou por sua campanha e vale durante o período eleitoral, a partir do momento em que ela tiver ciência da decisão.

A decisão é do juiz auxiliar das Eleições, Rinaldo Forti da Silva, em representação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). Segundo a ação, chegaram à Justiça Eleitoral e à Procuradoria Regional Eleitoral relatos envolvendo propaganda e possível assédio eleitoral em ambientes de trabalho públicos e privados, em diferentes municípios de Rondônia e cometidos por diversos candidatos.

No caso de Silvia Cristina, o MPE apresentou fotos e descreveu atividades de campanha em estabelecimentos empresariais, entre eles Dydio e Saga. Segundo a denúncia, ela teria se dirigido coletivamente a trabalhadores reunidos no ambiente de trabalho para apresentar a candidatura e pedir votos, com presença ou anuência de responsáveis pelos estabelecimentos.

Ao analisar o pedido, o juiz considerou que os elementos apresentados são suficientes, na atual fase do processo, para indicar a possibilidade de utilização de ambientes de trabalho para propaganda eleitoral. A decisão ressalta que essa conclusão preliminar não depende da comprovação de ameaça, coação ou constrangimento aos trabalhadores.

Situações distintas

O magistrado explicou que propaganda eleitoral em ambiente de trabalho e assédio eleitoral são situações distintas. Segundo a decisão, a propaganda em local de trabalho público ou privado é proibida independentemente da existência de ameaça ou pressão. Já o assédio eleitoral exige uma situação mais grave, relacionada ao uso da relação de emprego, função, chefia, autoridade, hierarquia ou dependência econômica como forma de pressão sobre a liberdade política e eleitoral do trabalhador.

A decisão também deixa claro que a liminar não representa julgamento definitivo sobre a responsabilidade de Silvia Cristina nem reconhecimento antecipado da prática de assédio eleitoral. Nesta fase, o juiz identificou a probabilidade de realização de propaganda eleitoral em ambiente de trabalho e risco de repetição durante o período restante da campanha.

O risco de repetição foi considerado porque os registros apresentados indicam atos em mais de um estabelecimento empresarial. O magistrado também levou em consideração a proximidade da eleição e avaliou que, depois de transmitida a mensagem eleitoral a trabalhadores reunidos no ambiente de trabalho, uma decisão posterior não seria capaz de neutralizar integralmente a influência já exercida.

Campanha

Com a ordem, Silvia Cristina fica impedida de fazer discursos ou apresentações de candidatura dirigidos coletivamente a trabalhadores reunidos no ambiente profissional, pedir votos, apoio ou adesão política, realizar reuniões de campanha no local de trabalho e promover distribuição ou exibição organizada de material eleitoral. A decisão também proíbe o uso da organização, da estrutura ou da jornada de trabalho para reunir empregados ou servidores com finalidade eleitoral.

A determinação não impede manifestações políticas espontâneas dos trabalhadores, visitas sem atos de propaganda, encontros voluntários fora da jornada e do ambiente de trabalho ou atos públicos realizados em locais que não constituam ambiente profissional. Também ficam fora da proibição atividades políticas desvinculadas de relações de hierarquia, subordinação ou dependência econômica.

Para cada evento comprovado de descumprimento, o juiz fixou multa de R$ 20 mil. O valor poderá ser posteriormente aumentado ou reduzido, e outras medidas coercitivas também poderão ser adotadas.

O pedido de urgência foi negado, por enquanto, contra vários outros candidatos. O juiz considerou que não foram apresentados elementos suficientes para individualizar as condutas ou demonstrar risco concreto de prática ou repetição das irregularidades. A decisão poderá ser reavaliada após a apresentação das defesas ou diante de novas provas.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Manutenção asfáltica é realizada na RO-479 aprimorando condições de trafegabilidade

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Com o objetivo de preservar as condições de uso das estradas e contribuir para o deslocamento da população, a RO-479 no trecho entre Rolim de Moura sentido a BR-364, recebeu serviços de manutenção asfáltica em 37 quilômetros de extensão. A obra foi executada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), através da Usina de Asfalto de Cacoal.Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conservação das rodovias estaduais é fundamental para facilitar o transporte de pessoas e mercadorias, além de fortalecer a atividade produtiva. Essas melhorias também contribuem para o desenvolvimento econômico e para o atendimento das necessidades da população em diferentes regiões do estado

De acordo com o diretor-geral do DER-RO, Diego Muniz, a execução dos serviços de manutenção é essencial para conservar o pavimento e ampliar as condições de circulação nas vias. “Temos trabalhado para manter a malha viária em condições adequadas de uso, atendendo trechos importantes para a mobilidade da população. A obra executada demonstra a atuação das equipes na conservação das estradas e no atendimento às necessidades de trafegabilidade”, ressaltou.

O coordenador de Usinas de Asfalto (COUSA), Lucas Albuquerque, explicou que os serviços de manutenção são importantes para preservar as condições do pavimento e contribuir para uma circulação mais segura e confortável ao longo do trecho atendido.

“Manter o asfalto em boas condições exige acompanhamento e serviços realizados de acordo com as necessidades de cada rodovia. Na RO-479, os serviços contribuem para melhorar a superfície de rolamento e oferecer condições mais adequadas para os motoristas que passam nesse trajeto”, pontuou.

O gerente da Usina de Asfalto de Cacoal, Sebastião Cardoso, destacou a importância da manutenção para quem passa pela rodovia diariamente. “A manutenção desse trajeto é importante porque contribui para melhorar a tráfego e facilitar o acesso entre a região de Rolim de Moura e a BR-364 para atividades diária.”

Fonte
Texto: Antonia Lima
Fotos: Antonia lima
Secom – Governo de Rondônia

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Caminhão da Prefeitura de Nova Brasilândia do Oeste pega fogo após tocar em rede elétrica durante limpeza

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Um caminhão-caçamba pertencente à prefeitura foi completamente tomado pelas chamas após encostar em fios de alta tensão na região do cemitério municipal de Nova Brasilândia do Oeste (RO) nesta terça-feira (20).

Apesar da gravidade do sinistro e da destruição do veículo, não houve registro de feridos.

De acordo com relatos preliminares, o veículo realizava serviços de limpeza e manutenção no entorno do cemitério, quando a caçamba erguida acabou atingindo a fiação elétrica da rede de alta tensão.

Com a descarga elétrica, o fogo se espalhou rapidamente pela estrutura do caminhão, gerando uma densa coluna de fumaça preta que chamou a atenção de moradores próximos.

​Imagens feitas no local mostram o momento de tensão enquanto o veículo é consumido pelas chamas.

Uma retroescavadeira e equipes de apoio foram mobilizadas para auxiliar na contenção da situação e na interrupção do fornecimento de energia até que o risco fosse controlado.

Fonte: rondoniaovivo

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Caminhonete e van de transporte de detentos se envolvem em acidente na BR-429, próximo a Alvorada do Oeste

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Um acidente envolvendo uma caminhonete e uma van utilizada no transporte de detentos foi registrado por volta das 15h35 desta terça-feira (20), na BR-429, a poucos quilômetros do município de Alvorada do Oeste (RO).

Segundo informações preliminares, a caminhonete teria saído da Linha 48 e, ao acessar a rodovia federal, acabou colidindo contra a lateral da van. O acidente foi registrado por uma câmera de monitoramento instalada em uma residência às margens da BR-429.

A Polícia Militar foi acionada inicialmente, mas, por se tratar de uma rodovia federal, a ocorrência ficou sob responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A perícia técnica também foi acionada para realizar os procedimentos necessários.

Fonte: jornalcorreio do vale

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