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“Violência contra mulher não se enfrenta com frase bonita”: Mariana Carvalho cobra lei, polícia e coragem contra a morte de mulheres em Rondônia – Especiais

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Vinte e cinco mulheres: é o número de vítimas de violência contra mulher em Rondônia no ano passado, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Para a candidata ao Senado Mariana Carvalho (Republicanos), o dado não admite discurso de ocasião. Estado tem a segunda maior taxa do país e viu os casos saltarem de 15 para 25 em um ano

“Nenhuma mulher deveria viver com medo. Nenhuma mulher deveria pedir socorro e encontrar demora, papelada ou porta de delegacia fechada. Quando uma mulher pede socorro, ela precisa de proteção antes que seja tarde”, afirmou Mariana Carvalho, médica, advogada e candidata ao Senado.

O retrato é mais duro do que o número absoluto sugere. A violência contra mulher respondeu por 54,3% de todos os homicídios de mulheres em Rondônia em 2025, e as tentativas subiram de 59 para 65. O estado também ficou com a terceira maior taxa de estupro contra mulheres do Brasil, com 1.443 vítimas no ano.

Três leis com o nome dela

Mariana chegou à Câmara em 2015 e, no primeiro discurso sobre o tema, cobrou delegacias da mulher funcionando 24 horas, e não das 8h às 19h30, como acontecia em Porto Velho. De lá saíram três leis federais em vigor hoje.

A Lei 13.871, de sua autoria, obriga o agressor a ressarcir o SUS e a segurança pública pelos custos do atendimento à vítima. “O SUS e a segurança pública estavam pagando por isso. Não é justo. Tem que sair do bolso dele e não do bolso das mulheres”, disse ela na tribuna, no dia da aprovação.

A Lei 14.022, também de sua autoria, tornou o atendimento à mulher vítima de violência um serviço essencial e ininterrupto, garantindo delegacia aberta e denúncia recebida mesmo no auge da pandemia, quando o agressor e a vítima estavam trancados na mesma casa.

Como relatora, ela conduziu a Lei 14.164, que incluiu o combate à violência contra a mulher no currículo das escolas e criou uma semana nacional para tratar do assunto com alunos e famílias. Ainda como deputada, votou pela criação do cadastro nacional de medidas protetivas no Conselho Nacional de Justiça, que permite à polícia, ao Ministério Público e à Defensoria saber, em tempo real, quem está proibido de se aproximar de quem.

Os projetos que endurecem a resposta

Mariana deixou na Câmara projetos que apontam para onde quer ir no Se1nado: uma lei firme, polícia atuante e presente; tipificação da violência contra a mulher por meios digitais; e inclusão da vítima de violência doméstica entre as prioridades dos benefícios emergenciais. Presidiu ainda a CPI dos Crimes Cibernéticos, que apoiou operações que levaram pedófilos à prisão.

Do papel para a porta de casa

A lei só protege quando chega. Por isso, como deputada, Mariana indicou recursos para a viatura da Patrulha Maria da Penha de Porto Velho, que hoje leva a polícia até a casa da mulher com medida protetiva. No interior, destinou emendas para o Centro de Saúde da Mulher de Machadinho d’Oeste e o de Governador Jorge Teixeira, para a Clínica da Mulher em Monte Negro, para a Casa da Acolhida em Cacoal, para o Creas de Pimenta Bueno, que atende famílias em situação de violência, e para kits de maternidade em Buritis.

Em Rondônia, é ainda pior no interior, onde a mulher que denuncia muitas vezes não tem para onde ir. “Violência contra mulher não se enfrenta com frase bonita. Se enfrenta com lei, recurso, cobrança, medida protetiva funcionando, polícia preparada e coragem. Eu não vou me calar diante disso”, concluiu Mariana Carvalho.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Flora Matos cobra posicionamento político de João Gomes

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O cenário da música nacional voltou a ferver com discussões sobre o engajamento político dos artistas. Recentemente, a cantora Flora Matos chamou atenção da mídia e dos fãs ao cobrar publicamente que o cantor João Gomes manifeste seu apoio ao presidente Lula nas eleições, gerando intensa repercussão nas redes sociais e nos portais de notícias de entretenimento.

A cobrança pública e o ultimato nas redes sociais

Conhecida por sua franqueza e por não se calar diante de temas sociais e políticos, Flora Matos utilizou suas plataformas digitais para exigir que o artista se posicionasse politicamente. A situação ganhou contornos de ultimato quando a rapper fez menções diretas ao cantor, exigindo clareza sobre suas convicções políticas e chegando a emitir ameaças relacionadas à faixa “Piloto”. A cobrança dividiu opiniões entre internautas, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas na política.

A defesa da família e os bastidores do silêncio

Enquanto a polêmica ganhava força, a equipe e o círculo próximo de João Gomes optaram por manter cautela. A esposa do cantor veio a público recentemente para defender o silêncio do artista em relação aos cenários eleitorais, revelando que ele ainda lida com ataques e críticas pesadas na internet devido a episódios do passado. Segundo ela, a decisão de não se envolver publicamente em disputas partidárias no momento é uma forma de preservação emocional e profissional diante da polarização.

O impacto das redes sociais na carreira dos artistas

O episódio envolvendo Flora Matos e João Gomes escancara a pressão contínua que os artistas enfrentam na era digital. Fãs e colegas de profissão frequentemente exigem que ídolos da música usem sua visibilidade para endossar causas ou candidatos, transformando palcos e redes sociais em extensões de palanques políticos. Por outro lado, muitos preferem a neutralidade para evitar o boicote de parcelas do público e o desgaste com a volatilidade da opinião pública.

Enquanto o debate sobre a obrigatoriedade do ativismo político na classe artística continua a render discussões acaloradas, o público segue atento aos próximos passos de ambos os artistas. Seja através da música ou de manifestações nas redes sociais, a relação entre arte e política no Brasil permanece em evidência.

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AGRONEGÓCIO

Homem é encontrado morto com as mãos amarradas na zona rural de Pimenta Bueno

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, a Operação Dissolução, voltada ao combate a integrantes de organização criminosa com atuação em Porto Velho e em municípios do interior de Rondônia.

A operação tem como objetivo desarticular célula de grupo criminoso responsável pela dominação territorial de residencial popular localizado na Zona Sul da capital, onde o grupo mantinha pontos de venda de drogas, sistema de vigilância armada e controle de acesso de moradores e visitantes, além de ser apontado como responsável por uma série de delitos graves, incluindo homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição de liberdade de pessoas, ocorridos principalmente entre os anos de 2024 e 2025.

A organização criminosa mantinha estrutura responsável pela guarda de armamento, pela arrecadação e pelo repasse de valores do tráfico, pela aplicação de sanções internas, além de executores, olheiros e responsáveis por pontos de venda de drogas, que prestavam contas periodicamente à cúpula do grupo.

A investigação apurou, ainda, que o braço armado da célula teria sido responsável por ataques contra integrantes de facção rival, em escalada de violência registrada na capital no segundo semestre de 2024, e que a organização mantinha comunicação e coordenação entre suspeitos em liberdade e pessoas recolhidas ao sistema prisional.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. As medidas são cumpridas em Porto Velho e no município de Alto Paraíso.

Ao tomar conhecimento de atividades criminosas, facções, tráfico de drogas ou pessoas foragidas da Justiça, a população pode entrar em contato mediante o DISK 197, canal oficial da Polícia Civil para denúncias, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Comunicação Social da PF Rondônia 

Fonte: Via: florestanoticias

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ATEEZ atinge a marca histórica de 100 milhões de views

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O grupo sul-coreano ATEEZ acaba de alcançar um marco impressionante em sua carreira internacional, consolidando ainda mais sua posição de destaque na indústria da música global. A faixa de sucesso ‘BAD’ ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seu videoclipe oficial, gerando uma verdadeira onda de comemoração entre os fãs nas redes sociais.

O Fenômeno do K-Pop em Ascensão

Desde o seu lançamento, o projeto audiovisual chamou a atenção não apenas pela sonoridade marcante que caracteriza o grupo, mas também pela superprodução visual. O ATEEZ tem se destacado consistentemente por entregar conceitos inovadores, coreografias complexas e narrativas visuais profundas que cativam o público global.

A conquista dos cem milhões de acessos reforça o engajamento massivo da base de fãs, conhecida por seu apoio incansável aos lançamentos do grupo. A marca expressiva coloca o clipe em um patamar de elite dentro do cenário do K-Pop atual.

Impacto Global e Expectativas Futuras

O sucesso contínuo de ‘BAD’ demonstra a capacidade do ATEEZ de transcender barreiras culturais e linguísticas, alcançando ouvintes em diversos continentes. Com números expressivos nas plataformas de streaming e visualizações recordes no YouTube, o grupo continua expandindo sua influência musical.

Enquanto os integrantes celebram esta conquista memorável, os admiradores já aguardam ansiosamente pelos próximos passos e anúncios de novos projetos, mantendo altas as expectativas para o futuro da carreira do grupo.

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