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GERAL

MPF aciona Justiça para garantir direitos de cotistas em concurso da Previdência Social em Rondônia – Geral

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O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça Federal para que o Ministério da Previdência Social e a banca organizadora Cebraspe corrijam o resultado do concurso para perito médico federal em Rondônia. Com a correção, os candidatos negros aprovados no concurso passariam a constar tanto na lista de ampla concorrência quanto na lista das vagas reservadas. Dessa forma, aqueles que obtiverem nota suficiente para passar na ampla concorrência não ocupariam as vagas destinadas às cotas raciais, liberando vaga para outros cotistas que aguardam na fila.

O concurso, lançado no fim de 2024, oferecia inicialmente dez vagas para o estado, mas um decreto federal de 2025 aumentou esse número para 20 vagas. Um candidato cotista tirou nota suficiente para ficar na 20ª posição da ampla concorrência. Mesmo aprovado na ampla concorrência, ele só foi chamado como cotista.

Para o MPF, essa decisão do governo federal e da banca Cebraspe acabou prejudicando outros candidatos negros que deveriam ter sido chamados na sequência. Como o candidato com nota para a lista geral acabou ocupando a vaga de cota, pelo menos uma pessoa negra deixou de ser contratada, o que desvirtua totalmente o objetivo da lei. “A cota serve para garantir um valor mínimo de inclusão e não para limitar a entrada de pessoas negras. O propósito da lei é o de aumentar concretamente as oportunidades para pessoas negras”, destacou o procurador da República Raphael Bevilaqua na ação.

Antes de ingressar na Justiça, o MPF tentou resolver a situação de forma amigável, administrativamente. O órgão enviou uma recomendação ao Ministério da Previdência Social pedindo a correção imediata da lista de aprovados e a convocação de candidato cotista prejudicado. No entanto, o Ministério alegou questões de segurança jurídica e vinculação ao edital. Diante da negativa, o MPF ingressou com a ação civil pública para evitar o que chamou de racismo institucional.

Na ação, o MPF lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) já deixou claro que a reserva mínima de 20% deve ser respeitada em todas as fases dos concursos e contratações. O Ministério Público defende que as ações afirmativas existem para reparar injustiças históricas e garantir que pessoas negras tenham oportunidades reais de trabalho no serviço público.

Pedidos – O MPF pede que a Justiça Federal obrigue o Ministério da Previdência Social e o Cebraspe a:

* reclassificar os candidatos aprovados e nomeados, de forma a computar na lista da ampla concorrência todos os candidatos negros que obtiveram nota suficiente para convocação/admissão nas vagas da ampla concorrência no cargo de perito médico federal do Ministério da Previdência Social, considerando as 20 vagas autorizadas e outras que surgirem, excluindo-os das vagas reservadas;
* refazer o cálculo para reservar aos negros o mínimo de 20% das vagas oferecidas no concurso, visando a liberação de outras vagas a candidatos cotistas;
* convocar os candidatos negros classificados dentro das vagas reservadas em número suficiente para alcançar o percentual de 20%;
* inserir item específico nos próximos editais de concursos públicos para que sejam feitas duas listagens – ampla concorrência e cota para negros -, para que candidatos negros tenham garantido o direito de serem convocados em qualquer das listas, privilegiando-se aquela que ocorrer primeiro, de acordo com a ordem de classificação.

Ação civil pública nº 1021078-76.2026.4.01.4100

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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GERAL

Flora Matos cobra posicionamento político de João Gomes

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O cenário da música nacional voltou a ferver com discussões sobre o engajamento político dos artistas. Recentemente, a cantora Flora Matos chamou atenção da mídia e dos fãs ao cobrar publicamente que o cantor João Gomes manifeste seu apoio ao presidente Lula nas eleições, gerando intensa repercussão nas redes sociais e nos portais de notícias de entretenimento.

A cobrança pública e o ultimato nas redes sociais

Conhecida por sua franqueza e por não se calar diante de temas sociais e políticos, Flora Matos utilizou suas plataformas digitais para exigir que o artista se posicionasse politicamente. A situação ganhou contornos de ultimato quando a rapper fez menções diretas ao cantor, exigindo clareza sobre suas convicções políticas e chegando a emitir ameaças relacionadas à faixa “Piloto”. A cobrança dividiu opiniões entre internautas, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas na política.

A defesa da família e os bastidores do silêncio

Enquanto a polêmica ganhava força, a equipe e o círculo próximo de João Gomes optaram por manter cautela. A esposa do cantor veio a público recentemente para defender o silêncio do artista em relação aos cenários eleitorais, revelando que ele ainda lida com ataques e críticas pesadas na internet devido a episódios do passado. Segundo ela, a decisão de não se envolver publicamente em disputas partidárias no momento é uma forma de preservação emocional e profissional diante da polarização.

O impacto das redes sociais na carreira dos artistas

O episódio envolvendo Flora Matos e João Gomes escancara a pressão contínua que os artistas enfrentam na era digital. Fãs e colegas de profissão frequentemente exigem que ídolos da música usem sua visibilidade para endossar causas ou candidatos, transformando palcos e redes sociais em extensões de palanques políticos. Por outro lado, muitos preferem a neutralidade para evitar o boicote de parcelas do público e o desgaste com a volatilidade da opinião pública.

Enquanto o debate sobre a obrigatoriedade do ativismo político na classe artística continua a render discussões acaloradas, o público segue atento aos próximos passos de ambos os artistas. Seja através da música ou de manifestações nas redes sociais, a relação entre arte e política no Brasil permanece em evidência.

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AGRONEGÓCIO

Homem é encontrado morto com as mãos amarradas na zona rural de Pimenta Bueno

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, a Operação Dissolução, voltada ao combate a integrantes de organização criminosa com atuação em Porto Velho e em municípios do interior de Rondônia.

A operação tem como objetivo desarticular célula de grupo criminoso responsável pela dominação territorial de residencial popular localizado na Zona Sul da capital, onde o grupo mantinha pontos de venda de drogas, sistema de vigilância armada e controle de acesso de moradores e visitantes, além de ser apontado como responsável por uma série de delitos graves, incluindo homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição de liberdade de pessoas, ocorridos principalmente entre os anos de 2024 e 2025.

A organização criminosa mantinha estrutura responsável pela guarda de armamento, pela arrecadação e pelo repasse de valores do tráfico, pela aplicação de sanções internas, além de executores, olheiros e responsáveis por pontos de venda de drogas, que prestavam contas periodicamente à cúpula do grupo.

A investigação apurou, ainda, que o braço armado da célula teria sido responsável por ataques contra integrantes de facção rival, em escalada de violência registrada na capital no segundo semestre de 2024, e que a organização mantinha comunicação e coordenação entre suspeitos em liberdade e pessoas recolhidas ao sistema prisional.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. As medidas são cumpridas em Porto Velho e no município de Alto Paraíso.

Ao tomar conhecimento de atividades criminosas, facções, tráfico de drogas ou pessoas foragidas da Justiça, a população pode entrar em contato mediante o DISK 197, canal oficial da Polícia Civil para denúncias, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Comunicação Social da PF Rondônia 

Fonte: Via: florestanoticias

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GERAL

ATEEZ atinge a marca histórica de 100 milhões de views

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O grupo sul-coreano ATEEZ acaba de alcançar um marco impressionante em sua carreira internacional, consolidando ainda mais sua posição de destaque na indústria da música global. A faixa de sucesso ‘BAD’ ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seu videoclipe oficial, gerando uma verdadeira onda de comemoração entre os fãs nas redes sociais.

O Fenômeno do K-Pop em Ascensão

Desde o seu lançamento, o projeto audiovisual chamou a atenção não apenas pela sonoridade marcante que caracteriza o grupo, mas também pela superprodução visual. O ATEEZ tem se destacado consistentemente por entregar conceitos inovadores, coreografias complexas e narrativas visuais profundas que cativam o público global.

A conquista dos cem milhões de acessos reforça o engajamento massivo da base de fãs, conhecida por seu apoio incansável aos lançamentos do grupo. A marca expressiva coloca o clipe em um patamar de elite dentro do cenário do K-Pop atual.

Impacto Global e Expectativas Futuras

O sucesso contínuo de ‘BAD’ demonstra a capacidade do ATEEZ de transcender barreiras culturais e linguísticas, alcançando ouvintes em diversos continentes. Com números expressivos nas plataformas de streaming e visualizações recordes no YouTube, o grupo continua expandindo sua influência musical.

Enquanto os integrantes celebram esta conquista memorável, os admiradores já aguardam ansiosamente pelos próximos passos e anúncios de novos projetos, mantendo altas as expectativas para o futuro da carreira do grupo.

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