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Politica

Campanha pede doação de sangue para Agatha Fabri Gabriel em Cacoal

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Diariamente são servidos 1.500 cafés da manhã gratuitos para famílias em situação de vulnerabilidade social, em Porto Velho

Do total de estabelecimentos credenciados, 5 estão na Zona Leste da Capital; 5 na Zona Sul; 3 no Centro; e 2 na região Norte. Ao todo, são 1.500 refeições matinais por dia. O atendimento acontece de segunda-feira a sábado, das 6h às 9h, para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

Com o programa, que iniciou o atendimento à população em 22 de dezembro de 2025, o governo estadual injetou R$ 6,19 milhões na economia de Rondônia, gerando mais empregos nos estabelecimentos, enquanto garante alimentação adequada. As refeições matinais contém todos os nutrientes necessários à saúde e bem-estar dos beneficiários.

A proposta é que, gradativamente ocorra a expansão aos demais municípios, assim como ocorreu com o programa Prato Fácil implantado, atualmente, em 31 restaurantes credenciados, em oito municípios do estado, que das 11h às 15h, também de segunda a sábado, fornecem almoço ao custo de R$ 2 pelo prato feito para consumo no local ou marmitex para quem deseja se alimentar em casa.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, reforçou a importância do Programa Pão Nosso, considerando que o café da manhã é a primeira refeição do dia, fundamental para fornecer energia ao corpo, após um longo período de jejum durante o sono. “Para que o café da manhã atenda às necessidades do organismo das pessoas nas primeiras horas do dia é importante também que tenha a qualidade e a quantidade dos nutrientes necessários.”

Assim, a cada manhã é garantido um cardápio diferenciado, que inclui alimentos ricos em carboidrato e proteína, como o tradicional pãozinho, cuscuz ou tapioca, bem como ovos ou carnes, frutas e bebidas quentes, como café com leite ou chá.

PRATO FÁCIL

Implantado como projeto piloto, inicialmente na Capital, em 17 de maio de 2021, o Prato Fácil foi expandido para os demais municípios a partir de 2022, começando pelas cidades de Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná e Vilhena e, posteriormente para Jaru e Rolim de Moura, onde diariamente são disponibilizadas 6 mil refeições para a população com renda per capita de até meio salário mínimo, inscrita no CadÚnico.

Desde sua implantação, o programa já ofertou 6,2 milhões de almoços, de segunda-feira ao sábado, das 11h às 15h. O investimento do estado como contrapartida aos restaurantes credenciados é de R$ 107,450 milhões.

A titular da Seas, Luana Rocha, ressaltou que além da alimentação, os dois programas promovem um espaço de acolhimento e convivência comunitária para as pessoas em vulnerabilidade social, idosos e beneficiários da Prestação Continuada (BPC).  “Mais que uma ação solidária, o Pão Nosso e o Prato Fácil representam a concretização das políticas públicas para quem mais necessita.”

Fonte: Via: florestanoticias

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Politica

Governo de RO amplia o acesso às cirurgias ortopédicas na rede estadual

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A convivência com animais de estimação pode trazer benefícios para a saúde mental e ajudar a reduzir sentimentos de solidão, estresse e ansiedade, especialmente quando o pet passa a integrar de forma efetiva a rotina familiar. Especialistas alertam, no entanto, que os animais não substituem acompanhamento psicológico ou psiquiátrico e que a decisão de adotar exige responsabilidade.

Para Emanuelly Guimarães, coordenadora do curso de Psicologia da Afya São Lucas, a influência dos animais sobre o bem-estar emocional está diretamente relacionada ao vínculo construído entre o pet e os integrantes da família. Quando existe uma relação de companheirismo, carinho e cuidado, o animal pode proporcionar momentos de tranquilidade e funcionar como uma rede de apoio em períodos difíceis.

Segundo a psicóloga, essa convivência pode ser especialmente benéfica para pessoas que enfrentam situações de ansiedade, depressão, estresse ou solidão. Nesses casos, o animal pode auxiliar durante o processo de adaptação e tratamento, oferecendo companhia e contribuindo para uma rotina emocionalmente mais positiva.

Ela ressalta, porém, que o papel do pet tem limites. Caso haja necessidade de acompanhamento profissional, a presença do animal deve ser entendida como complementar, e não como substituição ao atendimento psicológico ou psiquiátrico.

“O animal entraria como um aliado durante esse processo”, explica Emanuelly. Segundo ela, existem necessidades que exigem intervenções específicas que um animal, por mais importante que seja na vida da pessoa, não pode oferecer.

A especialista também chama atenção para os riscos de adotar ou comprar um animal por impulso, especialmente em momentos de fragilidade emocional. Antes da decisão, fatores como rotina, condições financeiras e disponibilidade para cuidar do pet precisam ser considerados.

Para Emanuelly, depositar no animal a expectativa de resolver problemas emocionais pode provocar frustração e até resultar em situações em que a pessoa posteriormente não esteja disposta ou preparada para manter o animal sob seus cuidados.

A convivência também pode ter impacto relevante entre crianças e idosos. De acordo com a psicóloga, os animais podem estimular nas crianças aspectos como responsabilidade e interação, enquanto para os idosos podem representar companhia e oportunidade de expressão de sentimentos em uma rotina com menos contatos sociais.

 

Redução do estresse e ansiedade

O coordenador do curso de Medicina Veterinária da Afya Ji-Paraná, professor Bruno Porto de Lima, destaca que a interação com animais também está relacionada a respostas fisiológicas associadas à sensação de bem-estar. Segundo ele, o contato pode favorecer a liberação de substâncias como oxitocina, dopamina e serotonina e contribuir para a redução de estresse, ansiedade e solidão.

Bruno acrescenta que a presença de cães, por exemplo, pode estimular a prática de atividades físicas, já que passeios e brincadeiras aumentam a movimentação dos tutores e fortalecem a interação com o animal.

A proximidade entre pessoas e animais também exige cuidados para prevenir zoonoses e outros problemas de saúde. O médico-veterinário recomenda atenção à higiene das mãos após contato com fezes, urina e outras secreções dos animais, além da limpeza adequada dos ambientes.

Outro cuidado é evitar oferecer carne crua aos animais e manter acompanhamento veterinário regular. Bruno recomenda ainda atenção ao corte das unhas, vacinação, vermifugação e controle de parasitas.

Esses cuidados devem ser redobrados em casas com crianças, idosos ou pessoas imunossuprimidas. Também é importante avaliar o temperamento do animal e verificar se suas características são compatíveis com o espaço e a rotina da família.

Segundo o veterinário, conhecer essas condições antes da adoção ajuda a reduzir riscos de mordidas, arranhões e problemas relacionados à adaptação, além de garantir melhores condições tanto para o animal quanto para seus tutores.

Para os especialistas, os animais podem representar uma importante fonte de companhia e apoio emocional, mas os benefícios dependem de uma relação responsável, construída com cuidado e levando em consideração também as necessidades do próprio pet.

Diferenças na legislação

Apesar de um animal de estimação poder oferecer companhia e conforto emocional ao tutor, a legislação estabelece diferenças importantes entre pets, animais de apoio emocional e cães-guia.

O animal de estimação é aquele mantido principalmente por afeto e companhia. Em condomínios residenciais, não pode haver uma proibição genérica à presença de pets, embora o tutor tenha o dever de evitar riscos, perturbações ou danos aos demais moradores e possa ser responsabilizado por eventuais prejuízos causados pelo animal.

O cão-guia, por outro lado, possui proteção específica prevista na legislação federal. A Lei nº 11.126/2005, regulamentada pelo Decreto nº 5.904/2006, garante à pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia o direito de ingressar e permanecer com o animal em meios de transporte e estabelecimentos abertos ao público, sem cobrança adicional. O animal precisa ser treinado para desempenhar funções específicas e atender aos requisitos previstos na regulamentação.

Já o animal de apoio emocional é utilizado para proporcionar conforto psicológico a pessoas com transtornos mentais ou outras condições de saúde, mas não possui o mesmo treinamento formal nem o mesmo regime jurídico dos cães-guia.

Atualmente, não existe uma lei federal específica que regulamente de forma abrangente os animais de apoio emocional. O Projeto de Lei nº 33/2022 foi aprovado pelo Senado e permanece em tramitação na Câmara dos Deputados. Enquanto não houver uma norma nacional, algumas situações são disciplinadas por leis estaduais ou municipais e outras acabam sendo analisadas individualmente pela Justiça.

A distinção tem efeitos práticos. Em maio de 2025, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que animais de apoio emocional não podem ser equiparados automaticamente a cães-guia para garantir o ingresso obrigatório em cabines de aeronaves. Com isso, as companhias aéreas podem definir regras próprias para o transporte desses animais, dentro da regulamentação do setor.

O acesso a outros ambientes também varia. Em condomínios, a manutenção de animais não pode ser proibida de forma genérica. Em hotéis, estabelecimentos comerciais, meios de transporte e instituições de ensino, porém, a entrada de animais de apoio emocional pode depender da legislação local, das regras do estabelecimento e das circunstâncias de cada caso.

Comprovação da necessidade

A falta de regulamentação federal específica faz com que a documentação tenha papel importante na caracterização de um animal de apoio emocional.

O principal documento é o laudo emitido por profissional de saúde habilitado, como médico ou psicólogo, indicando a existência de uma condição clínica e a importância do animal no acompanhamento daquela pessoa. A recomendação é que o documento apresente informações suficientes para demonstrar que há efetivamente uma necessidade terapêutica.

Certificados adquiridos pela internet ou registros emitidos sem avaliação profissional não garantem, por si só, o reconhecimento do animal como apoio emocional. Em eventual processo judicial, a documentação pode ser analisada pelo juiz e, conforme o caso, pode haver até a realização de perícia para verificar a necessidade alegada.

A exigência busca diferenciar situações em que o animal efetivamente integra o acompanhamento da pessoa daquelas em que a classificação é utilizada apenas como forma de obter acesso a locais nos quais a entrada de animais normalmente seria limitada.

Sobre a Afya 

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.768 vagas de Medicina em operação, com mais de 26 mil alunos formados nos últimos 25 anos.

Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024, 2025 e 2026) como a melhor empresa de educação.

Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

 

Fonte: Via: florestanoticias

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Uso das Calçadas pelo Comércio Local: Vereador Álvaro Bueno Defende Atualização da Legislação

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A aprovação do crédito irá auxiliar na melhoria da estrutura viária no estado. (Foto: Governo de Rondônia)

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) aprovou, na terça-feira (23), o Projeto de Lei 1.404/2026, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a abertura de crédito adicional suplementar por superávit financeiro de até R$ 87,9 milhões em favor do Fundo para Infraestrutura de Transporte e Habitação (Fitha).

Os recursos serão utilizados para reforçar ações de infraestrutura viária no estado, incluindo transferências voluntárias aos municípios, manutenção da frota do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER/RO), aquisição de insumos para pavimentação e conservação de rodovias estaduais.

De acordo com a proposta, R$ 26,4 milhões serão destinados às transferências voluntárias aos municípios. O objetivo é apoiar convênios para construção, melhoria, recuperação e manutenção da malha viária municipal, contribuindo para a trafegabilidade, a segurança no deslocamento e o desenvolvimento das comunidades.

A maior parte do recurso, R$ 34,8 milhões, será aplicada na manutenção da frota do DER/RO, com despesas como combustíveis, manutenção e recapagem. A medida busca garantir a continuidade dos serviços de recuperação e conservação viária executados pelo departamento.

Deputados estaduais em sessão ordinária na Casa de Leis (Foto: Thyago Lorentz | Secom ALE/RO)

Outros R$ 25,4 milhões serão voltados à aquisição de insumos e agregados para atender demandas de serviços com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), utilizado em obras de pavimentação e manutenção da malha viária estadual.

O projeto também prevê R$ 1,1 milhão para conservação, recuperação e manutenção de rodovias estaduais, com foco na melhoria das condições de deslocamento dos usuários.

O crédito adicional suplementar é um instrumento orçamentário usado para reforçar dotações já previstas no orçamento. Neste caso, o recurso tem origem no superávit financeiro, proveniente da reprogramação do saldo financeiro do exercício de 2025.

As sessões da Assembleia Legislativa podem ser acompanhadas presencialmente ou pelos canais da TV Assembleia (7.2) e YouTube. Mais informações sobre os projetos e as votações estão disponíveis no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Texto: Isabela Gomes | Jornalista Secom ALE/RO
Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO

Fonte: Via: florestanoticias

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Rolim de Moura-Mulher é vítima de golpe após promessa de reembolso de R$ 1,8 mil

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A Brigada Voluntária Harpia realizou, no domingo, 18 de outubro de 2026, o resgate de uma jiboia (Boa constrictor) encontrada sobre a pista de rolamento de uma rodovia em Campo Novo de Rondônia (RO).

A equipe foi acionada após um morador local, que preferiu não se identificar, comunicar a presença do animal na via. A situação representava risco tanto para a serpente, que poderia ser atropelada, quanto para a segurança dos motoristas que trafegavam pelo trecho.

O atendimento foi realizado pelo 2º comandante da Brigada Voluntária Harpia, Vítor, responsável pelos procedimentos de contenção e manejo do animal. Durante a ocorrência, foi feita uma avaliação visual, sem que fossem identificados ferimentos aparentes.

Após o resgate, a jiboia foi transportada e solta em uma área de mata nativa, distante da rodovia, proporcionando condições mais seguras para sua permanência no ambiente natural.

A ocorrência foi concluída com sucesso, evitando que o animal continuasse exposto aos riscos do tráfego de veículos.

A importância do resgate de animais silvestres

A atuação da Brigada Voluntária Harpia reforça a importância do atendimento responsável às ocorrências envolvendo a fauna silvestre. Ao encontrar animais na pista, os condutores devem reduzir a velocidade, manter distância e evitar qualquer tentativa de captura por conta própria, acionando profissionais capacitados para realizar o manejo com segurança.

O trabalho contribui para a preservação da fauna e para a prevenção de acidentes nas rodovias.

Informações: Brigada Voluntária Harpia.

Fonte: Via: florestanoticias

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