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Delegado Camargo alerta para “vingança 2.0” contra policiais militares em Rondônia

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Parlamentar afirma que minuta atribuída ao Governo do Estado pode restringir progressões funcionais, ao condicionar promoções à existência de vagas e à disponibilidade financeira

Uma minuta que passou a circular entre policiais militares e em grupos de WhatsApp gerou preocupação sobre possíveis mudanças nas regras de promoção da Polícia Militar de Rondônia. O deputado estadual Delegado Camargo alertou que o texto, caso seja formalmente encaminhado pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa, pode afetar direitos funcionais previstos para oficiais e praças da corporação.

Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou que, até aquele momento, nenhum projeto relacionado ao tema havia sido protocolado oficialmente na Casa de Leis. Ainda assim, afirmou que o conteúdo da minuta merece atenção, diante dos impactos que poderia causar na carreira dos policiais militares.

“Circulou pelas redes sociais, grupos de WhatsApp, uma suposta minuta alterando a Lei 4.295, de 2018, que trata do efetivo da Polícia Militar”, afirmou Delegado Camargo.

Segundo o deputado, o documento prevê alterações que podem condicionar a ascensão funcional dos policiais à existência de vagas e à disponibilidade orçamentária e financeira do Estado. Para o parlamentar, esse ponto representa uma mudança relevante em relação ao modelo atual, no qual promoções decorrem do cumprimento dos requisitos legais, como tempo de serviço, antiguidade, cursos de formação e habilitação.

“A proposta dessa minuta acaba com o direito à promoção decorrente de quando os policiais militares cumpriram todos os requisitos da lei, porque agora passa a condicionar a ascensão funcional à existência de vagas e disponibilidade orçamentária e financeira do Estado”, declarou.

O alerta do deputado se concentra, principalmente, no risco de policiais que já tenham cumprido todas as exigências previstas em lei ficarem impedidos de avançar na carreira por fatores alheios ao seu desempenho profissional ou à sua qualificação.

Entre os pontos citados por Delegado Camargo estão a possível revogação da promoção de soldado para cabo pelo critério de antiguidade e da promoção de cabo para terceiro-sargento após a conclusão, com aproveitamento, do respectivo curso de formação.

O parlamentar também mencionou a possibilidade de extinção da promoção por tempo de serviço para oficiais e praças, além da retirada de dispositivos que asseguram promoções decorrentes da conclusão de cursos de formação e habilitação.

“Há impactos negativos, entre eles, a revogação da promoção de soldado para cabo pelo critério de antiguidade, a revogação da promoção de cabo para terceiro-sargento após a conclusão com aproveitamento do respectivo curso de formação, a extinção da promoção por tempo de serviço para oficiais e praças”, pontuou.

Outro aspecto levantado pelo deputado envolve a promoção de aspirante a oficial ao primeiro posto da carreira, atualmente prevista no Estatuto dos Policiais Militares. Conforme relatado por Camargo, a minuta poderia retirar essa previsão e transferir a regulamentação para uma legislação futura, ainda sem definição sobre prazos ou critérios.

Além disso, o parlamentar afirmou que a proposta colocaria em risco regras estatutárias relacionadas aos critérios de antiguidade, merecimento e bravura, tradicionalmente utilizados para orientar as promoções na corporação.

“Até a previsão estatutária de que as promoções serão pelos critérios de antiguidade, merecimento e bravura pode acabar, porque, no final dessa suposta minuta, vem a revogação de diversos decretos-leis que até então estavam sendo aplicados aqui no Estado de Rondônia”, afirmou.

Para Delegado Camargo, alterações que impactam diretamente a carreira de milhares de policiais militares precisam ser discutidas de forma ampla, transparente e com a participação efetiva das associações representativas da categoria.

O deputado criticou a possibilidade de uma proposta avançar sem diálogo prévio com a tropa e reforçou que os policiais não podem ser surpreendidos por mudanças capazes de comprometer expectativas legítimas de progressão funcional.

“Quero reafirmar mais uma vez o meu compromisso com todos os policiais militares e tranquilizar todos vocês que eu vou pedir vista desse projeto, se ele chegar aqui nesta Casa, para que mais uma vez todas as associações possam se debruçar, sugerir e apontar pontos que devem ser debatidos de forma clara e ampla”, declarou.

Ao anunciar que pretende pedir vista caso o projeto seja encaminhado à Assembleia Legislativa, Delegado Camargo sinalizou que vai acompanhar de perto qualquer tentativa de mudança na legislação relacionada à carreira da Polícia Militar.

A iniciativa, segundo o parlamentar, busca assegurar que uma eventual reforma não retire garantias sem debate técnico, sem participação das entidades e sem respeito aos policiais que construíram sua trajetória profissional com base nas regras atualmente vigentes.

“A vida do policial militar merece respeito”, concluiu Delegado Camargo.

Até o momento do pronunciamento, a proposta mencionada pelo deputado ainda não havia sido apresentada oficialmente à Assembleia Legislativa. Por isso, o conteúdo definitivo, a autoria da minuta e a posição formal do Governo do Estado deverão ser esclarecidos caso o texto seja protocolado e encaminhado para tramitação.

TEXTO: WELIK SOARES

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Após pedido de providência de pastor Evanildo Seinfra realiza limpeza e retirada de entulho no bairro Planalto – Política

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O vereador pastor Evanildo (PSD) reforçou o compromisso com a população após o atendimento de mais um pedido de providência apresentado à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco determinou execução dos serviços de limpeza urbana, roçagem e retirada de entulho no campo localizado entre as ruas Planalto e Satélite, no bairro Planalto, zona leste de Porto Velho.

A solicitação foi encaminhada pelo parlamentar após ouvir moradores e lideranças da comunidade, que relataram a necessidade urgente de melhorias no local. O pedido buscou dar mais celeridade à execução dos serviços, tendo em vista o acúmulo de mato e entulhos, situação que comprometia a utilização do espaço pela população.

Após pedido de providência de pastor Evanildo Seinfra realiza limpeza e retirada de entulho no bairro Planalto
Situação era bem complicada e necessitava de melhorias

Com o atendimento da demanda, a equipe da Seinfra realizou a limpeza completa da área, promovendo melhores condições para o uso do campo e contribuindo para um ambiente mais organizado, seguro e adequado para os moradores. A ação também ajuda na preservação dos espaços públicos e na melhoria da qualidade de vida da comunidade.

Pastor Evanildo destacou que seu mandato tem sido pautado pela presença constante nos bairros, ouvindo de perto as reivindicações da população e encaminhando as demandas aos órgãos responsáveis. Segundo o vereador, acompanhar a realidade das comunidades é fundamental para buscar soluções que atendam às necessidades dos moradores.

“O nosso compromisso é estar presente nas comunidades, ouvir a população e trabalhar para que as demandas sejam atendidas. Agradeço ao secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco e a toda a equipe da Seinfra pela atenção e pela qualidade do serviço realizado. Essa resposta demonstra que, quando há diálogo e compromisso com a população, os resultados chegam e beneficiam toda a comunidade”, afirmou Pastor Evanildo.

O vereador reforçou que continuará visitando bairros, distritos e comunidades de Porto Velho para acompanhar de perto as necessidades da população e encaminhar novos pedidos de providência. “Nosso gabinete permanece de portas abertas para ouvir os moradores e buscar, junto ao poder público, melhorias que proporcionem mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para as famílias da nossa cidade”, concluiu.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Justiça condena vereador Marcos Combate por crime contra a honra do jornalista Paulo Andreolli – Geral

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O vereador de Porto Velho Antônio Marcos Mourão Figueiredo,  o Marcos Combate, foi condenado pelos crimes de calúnia, difamação e injúria contra o jornalista Paulo Rogério da Costa Andreoli. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (29) pelo juiz Aureo Virgilio Queiroz, da 3ª Vara Criminal de Porto Velho.

A pena foi fixada em dois anos e seis meses de detenção, em regime inicialmente aberto, além do pagamento de 20 dias-multa e das custas processuais.

A prisão foi substituída por duas penas restritivas de direitos: prestação de serviços à comunidade durante o período da condenação e proibição de frequentar bares, boates e outros estabelecimentos que comercializem bebidas alcoólicas, entre as 22 horas e as 6 horas.

O vereador vai recorrer .

Declarações foram feitas na tribuna

A ação penal teve origem em declarações feitas por Marcos Combate durante sessão da Câmara Municipal de Porto Velho. As manifestações foram transmitidas pelo canal oficial da Casa no YouTube e divulgadas nas redes sociais.

Segundo a sentença, o vereador acusou Paulo Andreoli de práticas que poderiam ser enquadradas como extorsão, estelionato e ameaça. Entre as declarações analisadas, o vereador afirmou que o jornalista cobraria valores para retirar matérias do ar e que manteria funcionários de seu veículo de comunicação nomeados em órgãos públicos.

O vereador também declarou que Andreoli teria enganado e ameaçado um empresário, além de utilizar seu portal de notícias para prejudicar a reputação de pessoas e obter benefícios políticos.

Para o magistrado, as declarações foram feitas de forma categórica e sem a apresentação de elementos que comprovassem as acusações.

“A crítica política é amplamente admitida em um regime democrático”, registrou o juiz. Entretanto, segundo a decisão, essa liberdade não pode ser confundida com a atribuição pública de crimes ou de fatos ofensivos à reputação de terceiros sem qualquer fundamento probatório.

Imunidade parlamentar foi afastada

Em sua defesa, Marcos Combate disse que as declarações ocorreram durante o exercício do mandato e estavam relacionadas à fiscalização do uso de recursos públicos destinados à publicidade.

O vereador também negou ter acusado diretamente o jornalista de extorsão e alegou que não existiriam provas técnicas suficientes para confirmar a autenticidade dos vídeos e das transcrições apresentadas no processo.

A defesa invocou ainda a imunidade parlamentar material, garantia constitucional que protege vereadores por opiniões, palavras e votos relacionados ao exercício do mandato dentro do município.

O argumento foi rejeitado. Para o juiz, as manifestações ultrapassaram os limites do debate político e assumiram caráter de ataque pessoal, sem relação direta com uma investigação parlamentar formal ou com atividade fiscalizatória devidamente demonstrada.

“A imunidade parlamentar assegura liberdade para o exercício do mandato, mas não serve como escudo para o cometimento de crimes”, afirmou o magistrado na sentença.

O Ministério Público de Rondônia, que participou da ação como fiscal da ordem jurídica, manifestou-se favoravelmente à condenação. Para o MP, os vídeos, as transcrições e os demais documentos comprovaram a autoria e o conteúdo das declarações.

Divulgação nas redes aumentou as penas

O juiz aplicou causas de aumento porque as declarações foram feitas diante de várias pessoas, durante sessão da Câmara, e difundidas por meio do YouTube e do Instagram.

De acordo com a sentença, a divulgação pelas redes sociais ampliou significativamente o alcance das ofensas e potencializou seus efeitos sobre a imagem e a reputação do jornalista.

O magistrado considerou que os crimes de calúnia, difamação e injúria decorreram de condutas autônomas, embora praticadas durante a mesma manifestação parlamentar. Por isso, somou as penas correspondentes aos três delitos.

Indenização e medidas cautelares foram negadas

Apesar da condenação criminal, o juiz rejeitou o pedido de fixação de um valor mínimo para reparação dos danos morais. Conforme a sentença, a indenização somente foi solicitada nas alegações finais e não constou da queixa-crime inicial, o que impediria a defesa de se manifestar adequadamente sobre o pedido durante o processo.

Também foram negadas medidas cautelares contra o vereador. O jornalista relatou que Marcos Combate teria comparecido à sede da empresa acompanhado de um segurança aparentemente armado e realizado gravações.

O magistrado entendeu, no entanto, que não foram apresentados elementos concretos capazes de demonstrar ameaça, intimidação ou risco atual à integridade das partes.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Prefeitura reforça uso do aplicativo PVH+ para denúncias de descarte irregular – Geral

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Moradores de Porto Velho podem denunciar casos de descarte irregular de lixo, entulho e outros resíduos sólidos por meio da plataforma PVH+, ferramenta utilizada para fortalecer a fiscalização e identificar responsáveis por esse tipo de prática na cidade.

A Prefeitura orienta que as denúncias sejam feitas sempre que houver descarte de resíduos em vias públicas, áreas verdes, terrenos e outros espaços urbanos. As informações encaminhadas pela população auxiliam na identificação dos responsáveis e na aplicação das sanções previstas na legislação.

No momento do registro, é necessário informar o endereço exato do local, indicar um ponto de referência e, sempre que possível, anexar fotos ou vídeos da situação. Caso seja possível identificar quem realizou o descarte, dados como a placa do veículo utilizado também podem ser informados para contribuir com a apuração. Após o envio da denúncia, o cidadão recebe um número de processo para acompanhar o andamento da solicitação.

O descarte irregular de resíduos provoca impactos que vão além da degradação da paisagem urbana. A prática favorece a proliferação de insetos e outros animais transmissores de doenças, pode obstruir a drenagem das vias e causar danos ao meio ambiente.

Materiais como plásticos, vidros e metais podem permanecer no ambiente por décadas ou até séculos, contaminando o solo, os recursos hídricos e comprometendo os ecossistemas. O acúmulo de lixo também favorece a presença de ratos, mosquitos e outros vetores de doenças, afetando diretamente a saúde da população.

O secretário executivo de Serviços Básicos destacou que a participação da população contribui para agilizar o trabalho de fiscalização, aumentar a eficiência na identificação dos responsáveis e reduzir esse tipo de prática no município.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a preservação dos espaços públicos depende da atuação conjunta entre o poder público e a sociedade. Segundo ele, denunciar o descarte irregular representa uma ação de cidadania que ajuda a proteger o meio ambiente, preservar os bairros e melhorar a qualidade de vida da população.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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