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Mercado Brustolin anuncia vaga para Operador(a) de Caixa em Alta Floresta D’Oeste

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Falar sobre dinheiro dentro de casa nem sempre é uma conversa confortável, mas é uma das mais importantes que uma família pode ter. Planejar as finanças não é apenas sobre acumular patrimônio ou investir bem, é também sobre se preparar para os imprevistos que, mais cedo ou mais tarde, atravessam a vida de qualquer família: uma demissão inesperada, um problema de saúde, ou a perda de alguém querido.

Este conteúdo reúne as principais decisões financeiras que ajudam a proteger a família em momentos difíceis, da reserva de emergência ao planejamento de decisões que, embora desconfortáveis de pensar, trazem alívio real quando mais se precisa.

O cenário financeiro brasileiro em 2026 exige mais atenção

O momento atual da economia brasileira reforça a importância de ter esse planejamento bem estruturado. Segundo o Boletim Focusreferência de mercado para projeções econômicas, a taxa Selic deve permanecer em níveis historicamente altos durante 2026, com expectativa de 12,25% ao ano, enquanto o IPCA deve alcançar 4,05% em 2026, acima da meta central de 3% estabelecida pelo Banco Central. Isso significa que o custo de vida das famílias brasileiras continua sob pressão, o que torna o planejamento financeiro ainda mais necessário.

O mercado de seguros também reflete essa mudança de comportamento. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras mostram que o mercado de seguros deve crescer cerca de 8% em 2026, impulsionado pela digitalização dos serviços, mudanças no comportamento do consumidor e maior conscientização sobre a importância da prevenção, com o setor tendo movimentado R$ 376,17 bilhões entre janeiro e novembro de 2025.

Apesar desse crescimento, ainda existe uma lacuna significativa de proteção entre as famílias brasileiras. Segundo dados da Fenaprevapenas 18% dos brasileiros adultos possuem seguro de vida, mesmo com o setor tendo arrecadado R$ 20,3 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa diferença mostra que, embora o mercado esteja crescendo, a maioria das famílias ainda não incorporou esse tipo de proteção ao seu planejamento.

Reserva de emergência: o primeiro pilar de qualquer planejamento

Antes de pensar em proteções mais específicas, a maioria dos educadores financeiros recomenda começar pelo básico: ter uma reserva de emergência bem estruturada. Ela funciona como uma rede de segurança para imprevistos do dia a dia, evitando que a família precise recorrer a empréstimos ou vender investimentos em um momento desfavorável.

Não existe um valor único que sirva para todas as famílias, mas a referência mais utilizada por educadores financeiros é calcular com base nos custos mensais totais, e não na renda. De forma geral, recomenda-se ter de 6 a 12 meses de despesas essenciais guardadas, sendo que, quanto maior a instabilidade da renda familiar, como no caso de autônomos e freelancers, maior deve ser essa reserva.

Um ponto importante sobre a reserva de emergência é que ela deve priorizar liquidez e segurança, não rentabilidade máxima. O dinheiro precisa estar disponível rapidamente, sem risco de perdas, já que sua função não é fazer o patrimônio crescer, mas sim garantir tranquilidade no momento em que algo sair do planejado.

Decisões antecipadas que aliviam a família em momentos difíceis

Existe uma categoria de planejamento financeiro que muitas famílias deixam de lado justamente por envolver assuntos desconfortáveis de pensar, como a morte ou a invalidez de um membro da família. No entanto, é exatamente nesse tipo de decisão antecipada que está um dos maiores atos de cuidado que alguém pode ter com quem ama.

O seguro de vida é um dos instrumentos mais conhecidos dentro desse planejamento. Segundo especialista do setor, o seguro de vida é uma ferramenta de planejamento que funciona antes do pior acontecer, e que garante tranquilidade para quem fica. Na prática, ele garante liquidez imediata aos beneficiários em caso de falecimento do segurado, sem a necessidade de processo de inventário, o que costuma ser longo e custoso no Brasil.

Outra decisão antecipada que vale considerar é o planejamento dos próprios planos funerais. Embora seja um assunto que poucas famílias gostam de discutir, organizar essa questão com antecedência evita que parentes precisem tomar decisões importantes, e muitas vezes caras, em meio à dor da perda. Saber de antemão como esse momento será conduzido, com que recursos e seguindo quais preferências, transforma uma decisão difícil em algo já resolvido, permitindo que a família foque apenas em se apoiar mutuamente quando mais precisa disso.

Seguros contra doenças graves: uma tendência que cresce no Brasil

Outro movimento importante dentro do planejamento financeiro familiar em 2026 é a busca crescente por proteção contra doenças graves, refletindo uma mudança na forma como as famílias brasileiras encaram os riscos financeiros. Segundo dados do setor, os seguros contra doenças graves registraram alta de 21% no primeiro trimestre de 2026, puxados pela pressão dos custos hospitalares e pelo receio de perda de renda em casos de afastamento prolongado do trabalho.

Esse movimento mostra que o seguro deixou de ser visto apenas como proteção em caso de morte e passou a funcionar também como mecanismo de defesa patrimonial diante do aumento dos custos médicos e da insegurança econômica geral. Para muitas famílias, a possibilidade de uma doença grave comprometer a renda principal da casa é um risco tão real quanto o falecimento de um provedor, e merece ser considerado dentro do mesmo planejamento.

Como conversar em família sobre planejamento financeiro

Falar sobre esses temas dentro de casa exige sensibilidade, mas evitar a conversa não torna os riscos menos reais, apenas posterga decisões que, eventualmente, precisarão ser tomadas, muitas vezes em um momento de maior fragilidade emocional. Alguns caminhos ajudam a tornar essa conversa mais natural:

  • Escolher um momento tranquilo, sem pressa, para abordar o assunto, evitando associá-lo apenas a situações de crise ou doença.
  • Falar sobre o tema como ato de cuidado, e não como assunto burocrático ou desconfortável, ajudando a família a entender o propósito por trás dessas decisões.
  • Envolver todos os membros relevantes da família nas decisões, especialmente quando envolvem beneficiários de seguros ou preferências sobre planos funerais.
  • Revisar o planejamento periodicamente, já que mudanças na vida familiar, como nascimento de filhos ou mudança de renda, podem exigir ajustes nas proteções já contratadas.
  • Buscar orientação profissional, especialmente para entender as opções de seguros, investimentos e planejamento sucessório disponíveis para a realidade específica da família.

Vale lembrar que este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação de um profissional qualificado. Cada família tem uma realidade financeira única, e decisões como contratação de seguros, definição de valores de reserva e investimentos devem ser tomadas com apoio de um assessor financeiro ou planejador certificado, considerando a situação específica de cada pessoa.

Proteger quem você ama vai muito além de deixar dinheiro guardado. Envolve organizar decisões com antecedência, conversar abertamente sobre temas difíceis e garantir que, quando o imprevisto chegar, a família tenha clareza sobre o que fazer, em vez de precisar resolver tudo sozinha em um momento de dor ou urgência.

Perguntas frequentes

Por onde devo começar meu planejamento financeiro familiar?

A maioria dos educadores financeiros recomenda começar pela reserva de emergência, já que ela cobre imprevistos do dia a dia antes de se pensar em proteções mais específicas, como seguros ou investimentos de longo prazo.

Seguro de vida é só para quem tem filhos?

Não necessariamente. Embora seja especialmente recomendado para quem tem dependentes financeiros, o seguro de vida também pode ser útil para cobrir dívidas, despesas de inventário ou garantir suporte financeiro a outros familiares, como pais ou cônjuges.

Planejar antecipadamente um plano funeral é um assunto só para pessoas mais velhas?

Não. Embora seja mais comum associar esse tipo de planejamento a pessoas de mais idade, organizar esse aspecto com antecedência é uma decisão que qualquer adulto pode tomar, como parte de um cuidado mais amplo com a própria família.

Quanto da minha renda devo destinar ao planejamento financeiro familiar?

Não existe uma porcentagem única, já que depende da renda, das despesas fixas e dos objetivos de cada família. O ideal é começar organizando o orçamento atual e, a partir disso, definir quanto é possível destinar à reserva de emergência e a proteções como seguros.

É necessário contratar um profissional para fazer esse planejamento?

Não é obrigatório, mas costuma ser recomendado, especialmente para decisões mais complexas, como escolha de seguros, planejamento sucessório ou definição de investimentos. Um profissional certificado pode ajudar a adequar as escolhas à realidade específica de cada família.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Prefeitura de Cacoal ingressa em ação judicial cobrando UTI Neonatal; há 5 anos, Sesau enrola – Cidades

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O prefeito de Cacoal, Tony Pablo, pediu à Justiça de Rondônia a responsabilização do secretário de Estado de Saúde, Edilton Oliveira dos Santos, por não ter implantado a UTI Neonatal do Hospital Materno Infantil, embora o Ministério Público tenha exigido a estrutura desde o ano de 2021. Nesse período, o ex-prefeito Adailton Fúria, atual pré-candidato a governador apoiado pela gestão atual, apresentou equipamentos à população, mas a unidade não funcionou por descaso da Sesau.

Segundo nota da prefeitura, a UTI Neonatal é responsabilidade do Governo do Estado. “Em 24 de julho de 2021, a Justiça determinou, por liminar, que ela fosse instalada no Hospital Regional de Cacoal. Como a ordem não foi cumprida, em 28 de maio de 2024 saiu a sentença confirmando a obrigação do Governo do Estado de instalar a UTI Neonatal no Hospital Regional. Mesmo assim, até hoje nada foi feito”, explica a nota.

O documento prossegue esclarecendo que nesse período o Estado pediu que o município adaptasse uma sala no Materno Infantil e prometeu instalar a UTI. “Uma empresa particular chegou a deixar equipamentos no local, mas o compromisso novamente não foi cumprido, o Governo não instalou a UTI Neonatal, e agora a empresa particular resolveu buscar os equipamentos”. 

O prefeito diz que desde que assumiu em abril tenta resolver o impasse na esfera administrativa, mas não obteve sucesso. “O Governo ficou enrolando e não cumpriu a decisão judicial. Por isso, foi determinado o ingresso do Município no processo nº 7011193-82.2020.8.22.0007, pedindo que a Justiça responsabilize pessoalmente o Secretário de Estado da Saúde pelo descumprimento da decisão judicial, com aplicação de multa e responsabilização pessoal pelo descumprimento repetido das ordens judiciais”.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Supermercado Tradição anuncia vaga para Faxineira com contratação imediata

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Falar sobre dinheiro dentro de casa nem sempre é uma conversa confortável, mas é uma das mais importantes que uma família pode ter. Planejar as finanças não é apenas sobre acumular patrimônio ou investir bem, é também sobre se preparar para os imprevistos que, mais cedo ou mais tarde, atravessam a vida de qualquer família: uma demissão inesperada, um problema de saúde, ou a perda de alguém querido.

Este conteúdo reúne as principais decisões financeiras que ajudam a proteger a família em momentos difíceis, da reserva de emergência ao planejamento de decisões que, embora desconfortáveis de pensar, trazem alívio real quando mais se precisa.

O cenário financeiro brasileiro em 2026 exige mais atenção

O momento atual da economia brasileira reforça a importância de ter esse planejamento bem estruturado. Segundo o Boletim Focusreferência de mercado para projeções econômicas, a taxa Selic deve permanecer em níveis historicamente altos durante 2026, com expectativa de 12,25% ao ano, enquanto o IPCA deve alcançar 4,05% em 2026, acima da meta central de 3% estabelecida pelo Banco Central. Isso significa que o custo de vida das famílias brasileiras continua sob pressão, o que torna o planejamento financeiro ainda mais necessário.

O mercado de seguros também reflete essa mudança de comportamento. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras mostram que o mercado de seguros deve crescer cerca de 8% em 2026, impulsionado pela digitalização dos serviços, mudanças no comportamento do consumidor e maior conscientização sobre a importância da prevenção, com o setor tendo movimentado R$ 376,17 bilhões entre janeiro e novembro de 2025.

Apesar desse crescimento, ainda existe uma lacuna significativa de proteção entre as famílias brasileiras. Segundo dados da Fenaprevapenas 18% dos brasileiros adultos possuem seguro de vida, mesmo com o setor tendo arrecadado R$ 20,3 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa diferença mostra que, embora o mercado esteja crescendo, a maioria das famílias ainda não incorporou esse tipo de proteção ao seu planejamento.

Reserva de emergência: o primeiro pilar de qualquer planejamento

Antes de pensar em proteções mais específicas, a maioria dos educadores financeiros recomenda começar pelo básico: ter uma reserva de emergência bem estruturada. Ela funciona como uma rede de segurança para imprevistos do dia a dia, evitando que a família precise recorrer a empréstimos ou vender investimentos em um momento desfavorável.

Não existe um valor único que sirva para todas as famílias, mas a referência mais utilizada por educadores financeiros é calcular com base nos custos mensais totais, e não na renda. De forma geral, recomenda-se ter de 6 a 12 meses de despesas essenciais guardadas, sendo que, quanto maior a instabilidade da renda familiar, como no caso de autônomos e freelancers, maior deve ser essa reserva.

Um ponto importante sobre a reserva de emergência é que ela deve priorizar liquidez e segurança, não rentabilidade máxima. O dinheiro precisa estar disponível rapidamente, sem risco de perdas, já que sua função não é fazer o patrimônio crescer, mas sim garantir tranquilidade no momento em que algo sair do planejado.

Decisões antecipadas que aliviam a família em momentos difíceis

Existe uma categoria de planejamento financeiro que muitas famílias deixam de lado justamente por envolver assuntos desconfortáveis de pensar, como a morte ou a invalidez de um membro da família. No entanto, é exatamente nesse tipo de decisão antecipada que está um dos maiores atos de cuidado que alguém pode ter com quem ama.

O seguro de vida é um dos instrumentos mais conhecidos dentro desse planejamento. Segundo especialista do setor, o seguro de vida é uma ferramenta de planejamento que funciona antes do pior acontecer, e que garante tranquilidade para quem fica. Na prática, ele garante liquidez imediata aos beneficiários em caso de falecimento do segurado, sem a necessidade de processo de inventário, o que costuma ser longo e custoso no Brasil.

Outra decisão antecipada que vale considerar é o planejamento dos próprios planos funerais. Embora seja um assunto que poucas famílias gostam de discutir, organizar essa questão com antecedência evita que parentes precisem tomar decisões importantes, e muitas vezes caras, em meio à dor da perda. Saber de antemão como esse momento será conduzido, com que recursos e seguindo quais preferências, transforma uma decisão difícil em algo já resolvido, permitindo que a família foque apenas em se apoiar mutuamente quando mais precisa disso.

Seguros contra doenças graves: uma tendência que cresce no Brasil

Outro movimento importante dentro do planejamento financeiro familiar em 2026 é a busca crescente por proteção contra doenças graves, refletindo uma mudança na forma como as famílias brasileiras encaram os riscos financeiros. Segundo dados do setor, os seguros contra doenças graves registraram alta de 21% no primeiro trimestre de 2026, puxados pela pressão dos custos hospitalares e pelo receio de perda de renda em casos de afastamento prolongado do trabalho.

Esse movimento mostra que o seguro deixou de ser visto apenas como proteção em caso de morte e passou a funcionar também como mecanismo de defesa patrimonial diante do aumento dos custos médicos e da insegurança econômica geral. Para muitas famílias, a possibilidade de uma doença grave comprometer a renda principal da casa é um risco tão real quanto o falecimento de um provedor, e merece ser considerado dentro do mesmo planejamento.

Como conversar em família sobre planejamento financeiro

Falar sobre esses temas dentro de casa exige sensibilidade, mas evitar a conversa não torna os riscos menos reais, apenas posterga decisões que, eventualmente, precisarão ser tomadas, muitas vezes em um momento de maior fragilidade emocional. Alguns caminhos ajudam a tornar essa conversa mais natural:

  • Escolher um momento tranquilo, sem pressa, para abordar o assunto, evitando associá-lo apenas a situações de crise ou doença.
  • Falar sobre o tema como ato de cuidado, e não como assunto burocrático ou desconfortável, ajudando a família a entender o propósito por trás dessas decisões.
  • Envolver todos os membros relevantes da família nas decisões, especialmente quando envolvem beneficiários de seguros ou preferências sobre planos funerais.
  • Revisar o planejamento periodicamente, já que mudanças na vida familiar, como nascimento de filhos ou mudança de renda, podem exigir ajustes nas proteções já contratadas.
  • Buscar orientação profissional, especialmente para entender as opções de seguros, investimentos e planejamento sucessório disponíveis para a realidade específica da família.

Vale lembrar que este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação de um profissional qualificado. Cada família tem uma realidade financeira única, e decisões como contratação de seguros, definição de valores de reserva e investimentos devem ser tomadas com apoio de um assessor financeiro ou planejador certificado, considerando a situação específica de cada pessoa.

Proteger quem você ama vai muito além de deixar dinheiro guardado. Envolve organizar decisões com antecedência, conversar abertamente sobre temas difíceis e garantir que, quando o imprevisto chegar, a família tenha clareza sobre o que fazer, em vez de precisar resolver tudo sozinha em um momento de dor ou urgência.

Perguntas frequentes

Por onde devo começar meu planejamento financeiro familiar?

A maioria dos educadores financeiros recomenda começar pela reserva de emergência, já que ela cobre imprevistos do dia a dia antes de se pensar em proteções mais específicas, como seguros ou investimentos de longo prazo.

Seguro de vida é só para quem tem filhos?

Não necessariamente. Embora seja especialmente recomendado para quem tem dependentes financeiros, o seguro de vida também pode ser útil para cobrir dívidas, despesas de inventário ou garantir suporte financeiro a outros familiares, como pais ou cônjuges.

Planejar antecipadamente um plano funeral é um assunto só para pessoas mais velhas?

Não. Embora seja mais comum associar esse tipo de planejamento a pessoas de mais idade, organizar esse aspecto com antecedência é uma decisão que qualquer adulto pode tomar, como parte de um cuidado mais amplo com a própria família.

Quanto da minha renda devo destinar ao planejamento financeiro familiar?

Não existe uma porcentagem única, já que depende da renda, das despesas fixas e dos objetivos de cada família. O ideal é começar organizando o orçamento atual e, a partir disso, definir quanto é possível destinar à reserva de emergência e a proteções como seguros.

É necessário contratar um profissional para fazer esse planejamento?

Não é obrigatório, mas costuma ser recomendado, especialmente para decisões mais complexas, como escolha de seguros, planejamento sucessório ou definição de investimentos. Um profissional certificado pode ajudar a adequar as escolhas à realidade específica de cada família.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Delegado Camargo protocola projeto para suspender privatização da água e esgoto em Rondônia

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Parlamentar quer sustar edital de R$ 8,47 bilhões e resolução que autorizou o processo; proposta também aponta riscos sobre tarifa, fiscalização, metas de universalização e alterações no contrato
O deputado estadual Delegado Camargo, do Podemos, protocolou nesta quarta-feira, 8 de julho, um Projeto de Decreto Legislativo para sustar os efeitos do Edital de Concorrência Pública Internacional nº 90496/2025/SANE/SUPEL/RO e da Resolução nº 2/2026/SEDEC-MRAERO, que deram andamento ao processo de concessão regionalizada dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário em Rondônia.
A medida mira o processo conduzido pela Superintendência Estadual de Compras e Licitações, SUPEL, que prevê a concessão dos serviços em 40 municípios rondonienses, com valor estimado de R$ 8.477.095.656,38. A sessão pública do leilão está marcada para o dia 29 de setembro de 2026, na sede da B3, em São Paulo.
Segundo o parlamentar, a concessão representa uma decisão de grande impacto financeiro, social e administrativo, com reflexos diretos sobre a vida da população pelos próximos 35 anos. Camargo afirma que o tema não pode avançar sem ampla transparência, segurança jurídica e garantias claras ao consumidor.
“Quando se fala em água, não se trata apenas de contrato ou de edital. Estamos falando da conta que chega na casa do trabalhador, do abastecimento das famílias e da autonomia dos municípios para decidir sobre um serviço essencial”, afirmou o deputado.
O Projeto de Decreto Legislativo propõe suspender o edital e a resolução até que o Poder Executivo demonstre, perante a Assembleia Legislativa, a regularidade dos pontos levantados na justificativa da proposta. Entre eles estão a compatibilidade da cláusula que permite ajustes unilaterais nas minutas do contrato e o cumprimento das exigências previstas no Marco Legal do Saneamento Básico.
Na justificativa, Camargo aponta que a Resolução nº 2/2026 permite ao Estado de Rondônia promover ajustes ou adequações nas minutas de edital e contrato já aprovadas pelo colegiado, em razão de exigências legais, determinações de órgãos de controle ou correções formais e técnicas. Para o deputado, o problema é que o texto não define com clareza quem irá avaliar os limites dessas alterações, nem exige nova deliberação do colegiado caso as mudanças ultrapassem o campo meramente formal.
Na avaliação do parlamentar, esse ponto abre risco de que o contrato efetivamente assinado após o leilão seja diferente, em pontos relevantes, daquele aprovado anteriormente e apresentado aos licitantes. Para Camargo, isso pode configurar extrapolação dos limites da delegação legislativa e exige controle político da Assembleia Legislativa.
Outro ponto levantado no projeto é a ausência, nos atos de maior publicidade do processo, de informações expressas sobre mecanismos de tarifa social, metas de universalização por município com prazos e sanções, subsídio cruzado entre municípios com diferentes capacidades econômicas e indicação da agência reguladora responsável pela fiscalização tarifária e contratual.
Para o deputado, esses elementos são fundamentais em uma concessão de longa duração, especialmente em um serviço essencial como água e esgoto. A preocupação, segundo ele, é impedir que a população seja surpreendida no futuro com aumento de tarifa, falhas de atendimento ou falta de garantias concretas de expansão do serviço.
Camargo também ressalta que a própria votação da Resolução nº 2/2026 demonstrou que o tema é controverso. De acordo com a justificativa do projeto, 69,08% do peso dos votos do Colegiado Microrregional foram favoráveis, enquanto 30,92% ficaram distribuídos entre votos contrários, abstenções, votos sem registro e ausências. Para o parlamentar, esse cenário reforça a necessidade de ampliar o debate antes da realização do leilão.
O deputado afirma que já havia alertado anteriormente sobre os riscos do modelo adotado pelo Governo do Estado, especialmente pela forma como a concessão vem sendo conduzida. Ele defende que os municípios precisam ter maior participação nas decisões sobre água e esgoto, por se tratar de serviço diretamente ligado à realidade local de cada cidade.
“Eu não sou contra melhorar o serviço de água e esgoto em Rondônia. Pelo contrário, a população precisa de saneamento, investimento e água de qualidade. Mas melhorar o serviço não pode ser desculpa para entregar a água do povo sem transparência, sem segurança e sem garantia de que a conta não vai sobrar para o cidadão”, declarou.
O Projeto de Decreto Legislativo se fundamenta no artigo 29, inciso XIX, da Constituição do Estado de Rondônia, que atribui à Assembleia Legislativa competência para sustar atos normativos do Poder Executivo que extrapolem o poder regulamentar ou os limites de delegação legislativa.
Na prática, se aprovado, o projeto suspende os efeitos do edital de concessão e da resolução que aprovou as minutas do contrato até que o Executivo esclareça os pontos questionados. A proposta também busca evitar que o processo avance sem o devido controle legislativo, principalmente diante da proximidade da data marcada para o leilão.
Para Camargo, o tema exige urgência porque, após a realização do certame e assinatura do contrato, qualquer correção pode se tornar mais difícil e mais custosa para a população.
“Depois que assina, depois que entrega e depois que a conta aumenta, não adianta dizer que ninguém avisou. Eu estou avisando agora e estou agindo para impedir que a água dos rondonienses seja entregue no escuro”, concluiu o parlamentar.

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