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Freezer vertical ou horizontal: quais são as diferenças no uso cotidiano? – Negócios

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Escolher um freezer para a casa parece, à primeira vista, uma decisão simples. O espaço disponível, porém, não é o único fator que interfere na escolha. A maneira como os alimentos são armazenados, a frequência de uso, a organização da cozinha e até os hábitos de compras da família ajudam a determinar qual formato faz mais sentido no cotidiano.

Os dois modelos mais conhecidos são o freezer vertical e o freezer horizontal. Embora tenham a mesma função básica de conservar alimentos congelados, eles apresentam diferenças importantes na disposição interna, no acesso aos produtos e na ocupação do ambiente.

A escolha entre um e outro pode mudar bastante a experiência de quem precisa guardar carnes, refeições prontas, sorvetes, bebidas ou alimentos comprados em maior quantidade. Antes de observar apenas o tamanho ou a capacidade indicada pelo fabricante, vale entender como cada formato se comporta na rotina.

Como funciona o freezer vertical

O freezer vertical tem estrutura semelhante à de uma geladeira convencional. A porta fica na parte frontal e as prateleiras ou gavetas organizam os alimentos em diferentes níveis. Essa configuração facilita a visualização dos produtos e permite separar itens por categoria.

Para uma família que costuma congelar porções individuais, marmitas, carnes e alimentos preparados em casa, a divisão interna pode ser especialmente conveniente. Uma gaveta pode receber vegetais, outra carnes e outra refeições prontas, por exemplo.

O acesso também tende a ser mais simples. Como os alimentos ficam distribuídos em diferentes compartimentos, é possível alcançar um produto sem precisar retirar vários outros que estejam por cima dele. A característica ganha importância quando o freezer é aberto diversas vezes durante o dia.

Há ainda modelos com recursos voltados à praticidade e ao controle da formação de gelo. Um freezer vertical tecnologia frost free 220v oferece uma configuração que combina o formato vertical com um sistema pensado para reduzir a necessidade de descongelamento manual.

Quando o freezer horizontal pode fazer mais sentido

O freezer horizontal apresenta uma lógica diferente. Sua abertura acontece pela parte superior e o espaço interno costuma ser amplo e contínuo. Dependendo do modelo, podem existir cestos removíveis para separar os alimentos, mas a organização é diferente daquela encontrada nos aparelhos verticais.

Uma das principais características desse formato é a possibilidade de armazenar grandes volumes de alimentos. Famílias que fazem compras maiores de carnes, pescados ou produtos congelados podem aproveitar melhor o espaço interno.

O formato também aparece com frequência em estabelecimentos comerciais, casas com maior demanda por congelamento e espaços onde existe uma área específica para o equipamento. Em ambientes residenciais, entretanto, sua instalação exige atenção à área necessária para abrir a tampa.

Outro ponto está relacionado ao acesso. Um alimento colocado no fundo pode ficar escondido por outros produtos armazenados posteriormente. Por isso, caixas, cestos e divisórias improvisadas costumam ajudar bastante na organização.

Organização muda a experiência de uso

A capacidade de armazenamento não conta toda a história. Um freezer grande pode se tornar pouco prático quando os produtos são colocados sem qualquer critério. A situação é mais perceptível no modelo horizontal, no qual os alimentos podem acabar formando camadas.

Separar os produtos por tipo e identificar as embalagens reduz o tempo gasto procurando alguma coisa. Também é útil manter os itens utilizados com maior frequência em áreas de acesso mais fácil.

No freezer vertical, as gavetas e prateleiras já oferecem uma estrutura que favorece essa separação. No horizontal, a organização depende mais do uso de cestos e da definição de áreas para diferentes categorias.

Outro hábito importante é observar as datas de congelamento. Produtos mais antigos podem ser utilizados antes dos mais recentes, evitando que permaneçam esquecidos por longos períodos.

Espaço disponível também pesa na decisão

A cozinha ou área de serviço determina boa parte da escolha. Um freezer vertical ocupa uma área menor no chão e aproveita melhor a altura do ambiente. Em apartamentos ou cozinhas compactas, essa característica pode facilitar a instalação.

O modelo horizontal, por sua vez, exige espaço livre na parte superior para que a tampa seja aberta completamente. Não basta medir apenas o comprimento e a largura do equipamento. Armários, prateleiras ou outros objetos posicionados acima podem dificultar o acesso.

A circulação ao redor do aparelho também merece atenção. Um equipamento que bloqueia uma passagem ou exige deslocamento de outros objetos sempre que é aberto tende a se tornar menos conveniente.

Consumo de energia entra na conta

O consumo de eletricidade é outro aspecto relevante, principalmente porque o freezer permanece ligado continuamente. A eficiência energética depende de diversos fatores, como capacidade, tecnologia empregada, isolamento térmico, frequência de abertura e condições de instalação.

Não é possível dizer que todo freezer vertical consome mais ou menos energia do que todo freezer horizontal. A comparação precisa considerar modelos específicos e suas características técnicas.

Também faz diferença a maneira como o aparelho é utilizado. Abrir a porta repetidamente, colocar alimentos ainda muito quentes ou instalar o equipamento em um local excessivamente quente pode interferir no funcionamento.

A rotina ajuda a definir o formato ideal

Mais do que uma disputa entre dois formatos, a escolha representa uma adaptação aos hábitos de cada casa. Quem prioriza organização, acesso individual aos produtos e aproveitamento vertical do ambiente pode se identificar mais com o freezer vertical.

Já quem precisa de grande área de armazenamento para alimentos congelados e costuma fazer compras volumosas pode encontrar vantagens no modelo horizontal.

A quantidade de pessoas na residência também interfere. Uma casa com várias pessoas e grande consumo de alimentos congelados pode precisar de mais espaço, enquanto uma família menor talvez valorize principalmente a facilidade de encontrar rapidamente cada produto.

Freezer e geladeira cumprem funções diferentes

É comum que o freezer seja considerado apenas uma extensão da geladeira, mas os dois equipamentos podem desempenhar papéis diferentes na organização doméstica. A geladeira costuma concentrar alimentos de consumo diário, bebidas e produtos que precisam permanecer refrigerados. O freezer permite reservar mais espaço para itens que serão consumidos posteriormente.

Uma combinação bem planejada pode diminuir a necessidade de abrir repetidamente a mesma porta e ajudar na separação dos alimentos. A geladeira fica voltada para aquilo que faz parte da rotina imediata, enquanto o freezer pode concentrar estoques maiores.

Há também aparelhos que reúnem compartimentos refrigerados e congelados em uma única estrutura. Para algumas famílias, essa solução evita a necessidade de manter dois equipamentos independentes.

Modelos duplex ampliam as possibilidades

As geladeiras duplex são um exemplo dessa integração. Elas reúnem dois compartimentos em um único aparelho, normalmente com uma área destinada à refrigeração e outra ao congelamento.

Para quem não precisa de um freezer independente, mas quer mais espaço para organizar os alimentos, esse tipo de equipamento pode ser uma alternativa interessante. A divisão interna facilita a separação entre produtos refrigerados e congelados sem ocupar o espaço de dois aparelhos completos.

Características como tecnologia inverter e sistema frost free também aparecem em diferentes modelos. O funcionamento inverter busca ajustar o desempenho do compressor de acordo com a necessidade de refrigeração, enquanto o frost free elimina a necessidade de realizar descongelamentos manuais periódicos.

A Geladeira Hisense Duplex Inox 467L Inverter Frost Free RT3N461 220V, por exemplo, une o formato duplex a uma capacidade voltada para famílias que precisam distribuir diferentes tipos de alimentos entre os compartimentos.

A capacidade deve ser analisada junto com os hábitos

Um erro comum é escolher um aparelho apenas pela quantidade de litros anunciada. A capacidade é importante, mas precisa ser relacionada ao tipo de alimento armazenado e à frequência de compras.

Uma família que compra carnes para várias semanas pode utilizar o espaço de maneira muito diferente de uma casa que congela apenas pequenas porções de comida. O mesmo vale para quem prepara refeições antecipadamente e precisa reservar espaço para diversos recipientes.

Também vale considerar o tamanho das embalagens. Um compartimento amplo nem sempre significa maior praticidade se os produtos utilizados no dia a dia ficarem escondidos atrás de outros itens.

Qual modelo combina com cada rotina?

O freezer vertical e o horizontal atendem necessidades distintas. O primeiro favorece a organização por prateleiras e gavetas, ocupa menos espaço no piso e costuma facilitar o acesso aos alimentos. O segundo oferece uma área ampla para armazenamento e pode ser interessante para quem trabalha com grandes volumes de produtos congelados.

A melhor escolha depende da rotina, do espaço disponível e da quantidade de alimentos que a família costuma conservar. Para algumas pessoas, um freezer independente será a solução mais adequada. Para outras, uma geladeira duplex poderá concentrar as duas funções de maneira mais conveniente.

Observar como o equipamento será usado antes da compra ajuda a evitar uma escolha baseada apenas em números. Afinal, um eletrodoméstico passa a fazer parte da rotina justamente nos pequenos momentos: guardar as compras, preparar uma refeição, procurar um alimento ou reorganizar o que está armazenado. É nessa utilização diária que as diferenças entre os formatos realmente aparecem.

 

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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TSE aprova mudança nas regras de propaganda eleitoral entre turnos – Eleições

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AntonioAugusto/TSE

Na sessão administrativa desta quinta-feira (15), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, uma alteração da Resolução-TSE nº 23.610/2019, que estabelece regras para a propaganda eleitoral. A mudança cria uma exceção ao prazo de 48 horas para o uso, em campanha, de endereços eletrônicos registrados na Justiça Eleitoral entre o 1º e o 2º turno das eleições.

“A alteração justifica-se pela exiguidade do intervalo entre os dois turnos e pela necessidade de assegurar às candidaturas a utilização efetiva dos meios digitais de comunicação, favorecendo a ampla circulação de ideias e propostas e o fortalecimento do debate democrático, sem prejuízo da fiscalização pela Justiça Eleitoral”, disse o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.

Com a mudança, o prazo de 48 horas previsto no parágrafo 1º-B do artigo 28 da resolução deixa de ser aplicado aos endereços eletrônicos registrados na Justiça Eleitoral após o 1º turno das eleições e antes do 2º. Nesses casos, as candidaturas poderão utilizar os endereços na campanha imediatamente após comunicar o registro à Justiça Eleitoral.

A alteração mantém a obrigatoriedade dessa comunicação e os mecanismos de fiscalização da propaganda eleitoral na internet, ao mesmo tempo que assegura maior efetividade ao debate democrático no período que antecede o 2º turno.

Processo relacionado: Instrução nº 0600751-65.2019.6.00.0000 

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Congresso aprova exame obrigatório para exercício da medicina – Nacional

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O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (15) a Medida Provisória (MP) 1370/26, que condiciona o registro profissional de médicos à aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). O texto passou nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e segue agora para a sanção presidencial.

Instituída em junho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a MP tinha validade de 120 dias, que venceria nesta sexta-feira (16), e precisava de aprovação parlamentar para ser mantida.

Na Câmara, o relator da matéria, Doutor Luizinho (PP-RJ), lembrou que houve um aumento de 50% dos cursos de medicina nos últimos cinco anos. Ele explicou que, com a aprovação da MP, todos os estudantes de medicina serão avaliados no segundo, no quarto e no sexto ano do curso.

“Diferentemente de uma prova de vestibular ou do exame da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil], o novo exame vai permitir avaliar o aluno e a faculdade durante o curso. Teremos bons médicos se formando ao final deste curso”, disse o relator.

“Com o tempo, a sociedade vai perceber quais são as boas e as más faculdades de medicina”.

O texto prevê três provas durante a graduação em medicina. No segundo ano, será aplicada ao final do quarto semestre. No quarto ano, a prova será aplicada no final do oitavo semestre e antes do internato. E, por fim, uma última avaliação no 12º semestre, que corresponde ao final do sexto ano de graduação.

A nota final será calculada pela média das três avaliações, com maior peso para a última prova. A Comissão Nacional de Avaliação da Formação Médica definirá os critérios, os pesos e o nível mínimo de proficiência.

O exame verificará conhecimentos, habilidades e competências previstos nas diretrizes curriculares nacionais, considerando os princípios e as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Também fornecerá informações para a formulação de políticas públicas e para a fiscalização dos cursos.

Quem não alcançar o nível mínimo de proficiência poderá refazer a terceira etapa do exame nas edições seguintes, com novo cálculo da média final. A primeira média acumulada das três avaliações constará do histórico escolar do estudante concluinte, e as faculdades poderão utilizar as notas em seus processos de avaliação acadêmica.

A exigência valerá para estudantes que ingressarem em cursos de medicina a partir de 19 de junho de 2026, data de publicação da MP. Alunos já matriculados antes dessa data seguirão as regras anteriores. Médicos com diploma reconhecido no Brasil ficarão dispensados do exame.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Senado vai promulgar fim da escala 6×1 nesta sexta – Nacional

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulga nesta sexta-feira (16) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221), que acaba com a escala um dia de descanso a cada seis de trabalho no país, a escala 6×1.

Na mesma sessão solene desta sexta, o parlamentar, que é também presidente do Congresso Nacional, escreveu que vai assinar também a PEC 14, que prevê aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias.

“Solicito a todos que compareçam para que possamos celebrar a aprovação dessas emendas de grande importância para o povo brasileiro”, escreveu o parlamentar em documento para os senadores.

Prazos

O plenário do Senado aprovou PEC que colocou fim à escala 6×1 na noite da última quarta-feira (14) com 75 votos a favor e apenas um contrário, em ambos os turnos.

Pelo texto aprovado no Senado, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

O texto aprovado prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

Agentes de saúde

Também prevista para promulgação na sexta, a PEC 14/21 cria regras específicas para aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde (ACS) e aos agentes de combate às endemias (ACE).

A legislação cria requisitos diferenciados de aposentadoria para os profissionais no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, condicionada a 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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