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Politica

Fumaça de incêndios no Amazonas deixa céu de Porto Velho encoberto e afeta qualidade do ar

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Praias gigantes se formaram onde antes existia apenas água no rio Madeira, em Porto Velho. O cenário, causado pela estiagem, colocou a capital de Rondônia em situação de emergência. Segundo a Defesa Civil Municipal, mais de 22 mil pessoas são afetadas pela seca.

A região Norte possui períodos regulares de estiagem, popularmente conhecidos como “verão amazônico”, que ocorre entre julho e novembro. No entanto, monitoramentos feitos pelo SipamHidro, plataforma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), mostram que o rio está mais de um metro abaixo do esperado para esta época do ano.

Nesta terça-feira (6) o Madeira bateu 2,62 metros, enquanto a média para o período é de 3,9 metros.

Desde 1º de Outubro, quando atingiu a média dos 3 metros pela última vez, o nível do rio vem reduzindo constantemente. Imagens registradas pela Defesa Civil mostram praias e bancos de areia gigantes no meio do rio.

Marcelo Duarte, diretor executivo da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil, aponta que o cenário foi agravado pela influência do fenômeno El Niño.
“O El Ninõ, o efeito que a gente já está monitorando desde o começo do ano, ele agravou essa situação.

Essa situação da estiagem é algo que ocorre todos os anos, mas esse ano ela foi agravada por conta do fenômeno e de todos os efeitos que dão ao redor dele”, explicou.
As comunidades ribeirinhas que vivem no Alto, no Médio e no Baixo Madeira, às margens do rio, não possuem acesso à água encanada e dependem de poços artesianos, que estão secos.

Além da falta de água, a estiagem do rio também tem afetado o deslocamento dos ribeirinhos, que dependem da navegação.

“O nível do rio está muito baixo. Hoje ele está com 2,67. Ontem nós tivemos 2,54. As outras comunidades que ficam mais abaixo, elas são muito mais afetadas em decorrência de um volume muito alto ali de um banco de areia, dificuldade de acesso e as restrições com relação aos poços”, aponta Marcelo Duarte.

Segundo a Prefeitura de Porto Velho, cerca de 22,9 mil pessoas são afetadas pela estiagem em 85 localidades, entre áreas rurais, ribeirinhas e aldeias indígenas.
Diante do cenário, o prefeito da cidade assinou decreto, classificando a emergência como “desastre de nível II”.

O objetivo é solicitar dos governos estadual e federal para fornecimento de água potável por meio de caminhões-pipa e embarcações, além de dispensar licitação para compras em situação de emergência.

A situação de emergência tem validade de 180 dias.

Por G1 RO

Fonte: Via: florestanoticias

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Sexta Maluca do Supermercado Tradição chegou com mais economia, confira!

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O Supermercado Tradição, em Alta Floresta d’Oeste (RO), preparou mais uma edição do tradicional Quartão da Economia, que acontece nesta quarta-feira, dia 14 de outubro, trazendo ofertas especiais e preços atrativos para os consumidores.

A campanha promete movimentar as duas unidades do supermercado, oferecendo aos clientes a oportunidade de abastecer a despensa, garantir produtos para o dia a dia e aproveitar preços que cabem no bolso.

Com o compromisso de oferecer qualidade, variedade e economia, o Supermercado Tradição reforça seu objetivo de proporcionar vantagens para as famílias de Alta Floresta d’Oeste e região.

As ofertas do Quartão da Economia serão válidas nas duas unidades do Supermercado Tradição:

  • 📍 Unidade Avenida Brasil
  • 📍 Unidade Avenida Rondônia

A direção do supermercado convida toda a população a aproveitar a promoção nesta quarta-feira e conferir de perto as oportunidades de economia.

É nesta quarta-feira, 14 de outubro! Chegou o Quartão da Economia do Supermercado Tradição!

Supermercado Tradição — Economia todos os dias!

Fonte: Via: florestanoticias

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PF deflagra operação contra garimpo ilegal no Rio Madeira

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, a Operação Dissolução, voltada ao combate a integrantes de organização criminosa com atuação em Porto Velho e em municípios do interior de Rondônia.

A operação tem como objetivo desarticular célula de grupo criminoso responsável pela dominação territorial de residencial popular localizado na Zona Sul da capital, onde o grupo mantinha pontos de venda de drogas, sistema de vigilância armada e controle de acesso de moradores e visitantes, além de ser apontado como responsável por uma série de delitos graves, incluindo homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição de liberdade de pessoas, ocorridos principalmente entre os anos de 2024 e 2025.

A organização criminosa mantinha estrutura responsável pela guarda de armamento, pela arrecadação e pelo repasse de valores do tráfico, pela aplicação de sanções internas, além de executores, olheiros e responsáveis por pontos de venda de drogas, que prestavam contas periodicamente à cúpula do grupo.

A investigação apurou, ainda, que o braço armado da célula teria sido responsável por ataques contra integrantes de facção rival, em escalada de violência registrada na capital no segundo semestre de 2024, e que a organização mantinha comunicação e coordenação entre suspeitos em liberdade e pessoas recolhidas ao sistema prisional.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. As medidas são cumpridas em Porto Velho e no município de Alto Paraíso.

Ao tomar conhecimento de atividades criminosas, facções, tráfico de drogas ou pessoas foragidas da Justiça, a população pode entrar em contato mediante o DISK 197, canal oficial da Polícia Civil para denúncias, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Comunicação Social da PF Rondônia 

Fonte: Via: florestanoticias

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Programa estadual leva, pela segunda vez, serviços essenciais aos moradores de Santa Luzia d’Oeste neste fim de semana

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A continuidade de um serviço público precisa estar amparada por contratações regulares e pelo uso responsável do dinheiro da população. Com esse objetivo, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) acolheu proposta do Ministério Público de Contas (MPC-RO) e cobrou do Detran documentos que esclareçam como os serviços de impressão, cópia e digitalização estão sendo mantidos após o término previsto de um contrato emergencial.

A autarquia deverá informar, em cinco dias, contados na forma regimental, se houve prorrogação do contrato ou adoção de outra solução administrativa. O Tribunal também manteve suspensa a licitação destinada à contratação regular dos serviços, diante de indícios de exigências que podem restringir a competição entre fornecedores.

A determinação consta da Decisão Monocrática nº 0209/2026-GCJEPPM, no processo nº 01054/26, de relatoria do conselheiro José Euler Potyguara Pereira de Mello. O contrato emergencial tinha término anteriormente informado pelo Detran para 21 de julho de 2026.

PROPOSTA DO MPC REFORÇA O CONTROLE DA CONTRATAÇÃO

A requisição de informações foi proposta expressamente pelo MPC-RO no Parecer nº 0179/2026-GPGMPC. Ao acolher a providência, o relator destacou a necessidade de esclarecer qual solução administrativa assegura os serviços enquanto a contratação regular permanece sob fiscalização.

O processo examina possíveis irregularidades no Pregão Eletrônico nº 90033/2025, com valor estimado de R$ 3.045.889,22. A suspensão cautelar da licitação e dos atos subsequentes permanece até nova decisão do Tribunal.

Entre os fundamentos da medida estão a exigência de documento emitido pelo fabricante como forma obrigatória e exclusiva de comprovar a capacidade técnica e a imposição de vistoria prévia sem possibilidade de substituição por declaração do responsável técnico.

Os apontamentos continuam em apuração, com oportunidade de apresentação de justificativas pelos responsáveis. A requisição de documentos não significa que tenha sido constatada interrupção dos serviços.

INTENÇÃO DE REVOGAR NÃO ENCERRA A FISCALIZAÇÃO

O Detran comunicou a intenção de revogar o pregão para reestruturar o projeto e os estudos técnicos da contratação. Entretanto, os documentos apresentados não comprovaram a efetiva revogação.

Por isso, o TCE-RO manteve a suspensão e as demais providências anteriormente determinadas. A decisão esclarece que a comunicação de uma intenção administrativa não altera, por si só, a situação da licitação nem encerra a fiscalização dos fatos já submetidos ao Tribunal.

Ao acolher a proposta do MPC e cobrar comprovação da solução adotada, o TCE-RO busca conciliar a continuidade dos serviços com contratações regulares e condições de competição entre fornecedores.

Para a população, a importância desse trabalho está em verificar se o dinheiro público sustenta serviços necessários, com despesas justificadas e respeito às regras de contratação.

Fonte: Via: florestanoticias

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